quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013


INJUSTIÇA CONTRA UM ESCRITOR QUE

TALVEZ SEJA GRANDE OU QUE TALVEZ SEJA PÉSSIMO.

 

LIVROS PUBLICADOS DE ERNESTO BONO

 

2013 "Ecologia e Política à Luz do Tao" (Clube de Autores)

2013 "Senhor do Yoga e da Mente" (Clube de Autores)

2013 "Três Jóias do Budismo (Clube de Autores)

2012: Jesus sem Cruz (Clube de Autores)

2012: Jesus, Messias ou Filho do Homem? - Primeiro Volume (Clube de Autores)

2012: Jesus, Messias ou Filho do Homem? - Segundo Volume (Clube de Autores)

2012: Os Herdeiros do Filho do Homem (Clube de Autores)

2010: Filosofia e Sabedoria de Jesus (Clube de Autores)

2011: "Prisão do Tempo" (Clube de Autores)

2011: "O Desaparecimento de Nossos Filhos" (Clube de Autores)

2011: "Manipuladores da Falsa Fatalidade" (Clube de Autores)

2011: "Ladrão e salteador da mente humana" (Clube de Autores)

2011: "Transmutar este falso mundo" (Clube de Autores)

2011: "Kundalini, o Fogo Espiritual" (Clube de Autores)

2011: "A Farsa dos Meios do Conhecimento" (Clube de Autores)

2010: "Discurso contra o Método ou a Antilógica" (Clube de Autores)

2010: "Ciência, a Magia Logificada" (Clube de Autores)

2010: "As Bases Inconsistentes da Medicina Científica" (Clube de Autores)

2010: "Uma Revolução Quântica" (Clube de Autores)

2010: "Será que a Ciência nos Engana?" (Clube de Autores)

1999: "Aids, Quem Perde, Quem Ganha (Aids, Uma História Mal Contada)" (Editora Rigel)

1997: "O Apocalipse Desmascarado (Nem Anjos nem Demônios, Apenas ETs)" (Editora Renascença)

1994: "Os Manipuladores da Falsa Fatalidade" (Fundação Educacional e Editorial Universalista FEEU) - Esgotado (reeditado em 2011)

1994: "A Grande Conspiração Universal" (Bonopel Edições, depois Zenda Editora) - quase esgotado

1983: "Antipsiquiatria e Sexo" (Editora Record) - Esgotado 

1982: "Ecologia e Política à Luz do Tao" (Editora Record) - Esgotado (reeditado em 2013) 

1981: "Senhor do Yoga e da Mente" (Editora Record) - Esgotado (reeditado em 2013)

1979: "Cristo, Esse Desconhecido" (Editora Record, reeditado pela Editora Renascença em 2000) - volumes da última edição à disposição e à venda)

1975: "Nós, a Loucura e a Antipsiquiatria" (Editora Pallas) - Esgotado  

1971: "É a Ciência uma Nova Religião?" (Ou "Os Perigos do Dogma Científico", Editora Civilização Brasileira) - Esgotado (reeditado em 4 volumes em 2010)

 

 
 

     Pois é,  o ser um grande ou péssimo escritor é uma qualificação que só depende do leitor, e muito depois, mas muito depois depende dos eruditos acadêmicos e críticos literários, que no meu caso nunca deram a mínima importância aos meus livros.
     Pelo jeito, leitores amigos são poucos. Em verdadem eu não sei o que sou, se bom ou mau, se excelente ou péssimo. 
     Há quase 50 anos insisto em escrever porque um impulso natural de escrever em mim me impele a redigir. É muita sabedoria fervilhando em minha mente-coração, e ela precisa extravasar. Tenho muita coisa a dizer.
     Amigo, coloco em tuas mãos 30 livros que reputo de extrema importância. Sim de fato são críticos, polêmicos e revolucionários. 
     Suponho que não seja crime escrever e pensar de um modo diferente, digamos sapiencial e veraz, ou é? Os vigilantes estão aí?
     Mas será que só porque os meus não são livros de ficção pura ou de poesia, não prestam e seriam perda de tempo?
     Amigo, experimenta lê-los e verás que eles são trabalhos ou ensaios inteligentes, são reportagens, são crônicas e são também poesia e ficção.
     Imagina o empenho e o esforço que tive que aplicar para escrever obras como essas, que questionam o sacramentado ou  a cultura quadrada e consagrada, apelando para outros enfoques que não os convencionais.
     Efetivamente tento abarcar outros horizontes do pensamento para suscitar uma renovação cultural e uma verdadeira revolução espiritual.
      Infelizmente e como de costume, parece  não estar resultando em nada. Deve ser coisas deste país do futebol e das novelas de TV. Somos campeões disto ou daquilo, mas em termos de cultura estamos bem longe do que interessa. Aliás, brasileiro não lê. 
     Depois de quase 50 anos de empenhos no escrever e no comunicar, pouquíssimos sabem o que escrevo,  ou senão que eu existo, que sou porto alegrense, gaúcho e brasileiro. O Brasil é campeão mundial no futebol e algum outro esporte mais, mas não na boa cultura, mormente a literária. .
     Aqui no Sul, os meios de comunicação não querem tomar  conhecimento do meu trabalho. Não sabem que eu existo, pois não faço parte de alguma panela especial. Dentre os meios de comunicação do Sul, a única pessoa que tem me ajudado é a jornalista e radialista Beatriz Fagundes, a notável apresentadora da Rádio Pampa.
     Nenhum dono de página literária do Brasil inteiro toma ou tomou conhecimento dos meus livros ou dos meus últimos lançamentos - 20 obras inéditas em menos de três anos -  só porque não são romances ou ficção pura. Tantos livros assim em tão pouco tempo, costuma acontecer em qualquer país? Não, só no Brasil, e ninguém se importa.
     Por causa desse "pouco se me dá", nesses quase 50 anos de esforços e empenho, não cheguei a me deprimir agudamente, mas era o caso; não enlouqueci e muito menos, devido ao descaso,  tentei me suicidar. É de se crer que o Espírito em mim seja bem forte e aguenta estoicamente todas as indiferenças e ostracismos a que fui submetido.
     Um dia essa minha situação de penúria literária terá que mudar. Ou não? Dependerá dos leitores brasileiros entendidos e da boa vontade deles. Esses tais devem estar em alguma parte.
       Mas por que editar tantos livros no CLUBE DE AUTORES? --  http://clubedeautores.com.br/search?what=ernesto+bono&commit=BUSCA -- Porque tal editora da Internet foi minha única tábua de salvação. Era preferível colocar meus livros a disposição do público em tal editora do que deixá-los engavetados, como há já tanto tempo estavam. Lamento dizê-lo as editoras renomadas e poderosas do Brasil são verdeiras fortalezas montadas para impedir a aproximação de qualquer escritor brasileiro novo, que venha sem qualquer ou poucas recomendações. E eu sou um veterano e acho que sei escrever, mas o tratamento é o mesmo. Faz 30 anos que a LPM de Porto Alegre me trata assim. Estas fortalezas estão muito bem guardadas por incompetentes que impedem qualquer aproximação. Meus primeiros livros foram editados pela Editora Civilização Brasileira, do tempo do Ênio Silveira e pela Editora Record, (1970-1980) e que gente notável e inteligente existia naquele tempo para avaliar o teu trabalho. Ou até para sopesar intuitivamente o valor do mesmo. Por isso acabei sendo editado. Hoje, lamentavelmente, em seja qual for a editora, presentes estão as mocoilas recém formadas em literatura brasileira, digamos também moderna e que nada entendem de literaturaou do  recado. E o sim ou o não dado delas depende, senão elas, depende deles, certos jovenzinho incompententes. Desculpem o desabafo.



Três Jóias do Budismo


Cover_front_mediumA doutrina budista se caracteriza por sua alta sabedoria e por sua profunda religiosidade psicológica e epistemológica, como nunca se havia visto antes, sem apelar para um Deus exterior. Sidharta Gautama, o Buda, foi (e é) de fato um homem e um Ser excepcional. Certos seguidores do budismo transformaram Buda no próprio Deus. Juntamente com Laotsé e Chuangtsé,
mestres chineses, Buda foi um dos primeiros que nos alertou a respeito da utilização inconveniente do pensamento. Denunciou os excessos da lógica-razão, que ao invés de aclarar, confundem.
No lugar do Deus externo, ou até mesmo deuses, ele colocou "o querido EU, Senhor e Mestre da Mente, do Coração e da Consciência, e também enfatizou o Dharma ou LEI, se manifestando e dirigindo tudo. . Denunciou como nenhum outro a triste ronda das experiências condicionadas e repetidas (Samsara), que é uma verdadeira prisão e não leva a parte alguma. Só incrementa a dor e a agonia do homem. Como nenhum outro Mestre, para os seres humanos em busca da Libertação, decifrou e aclarou o significado profundo do carma e das reencarções, transformando-as porém em vidas sucessivas, sem ego anímico reencarnante. Alertou sobre o pensamento exacerbado e deixou claro que ele era o causador de todos os males e das respostas cármicas negativas que avassalam o mundo.
Com comentários, ampliações e adaptações ao entendimento da filosofia e da psicologia ocidental, o livro "As Três Jóias do Budismo" discorre sobre as melhores passagens da doutrina budista em si, principalmente certas partes canônicas ligadas ao Budismo Theravada ou Pequeno Veículo, (Primeira Jóia). Também discorre sobre o "Dhammapada", (a Terceira Jóia do budismo). Esta obra é uma verdadeira preciosidade. Uma espécie de Sermão da Montanha muito mais ampliado. Este "Dhammapada" é transcrito em sua totalidade, com comentários e esclarecimentos.quando se fazem necesário
Fala também e principalmente sobre os ensinos do Grande Veículo (ou Mahayana), centralizando-se na Sabedoria das escolas de filosofia e sabedoria mística tipo Madhyamika, Vijñanavada, Yogacara, Sautrantika etc.
Este trabalho finalmente inclui uma pequena grande preciosidade da literatura místico-mundial chamada "A Voz do Silêncio" (a Segunda Joia), totalmente burilada e até mesmo remanejada, para tornar seu entendimento bem acessível e fácil.



Ecologia e Política à Luz do Tao


Cover_front_mediumPor que Ecologia e Política à Luz do Tao? E o que é TAO? Antes de responder, convém tornar claro um ponto. Efetivamente, achar que este é apenas um livro de Ecologia e Política, é fazer uma grande injustiça a seu autor e compilador e a todo o conteúdo da obra. Este trabalho, é sim, um verdadeiro tratado de Filosofia, Psicologia, Sabedoria, Espiritualidade, Monismo, Humanismo, incluindo Ecologia e Política. O autor mostra que a arte de bem governar os homens não surgiu na Grécia, como sempre se supôs, mas surgiu no Extremo Oriente. Ademais salienta o fato de que há 2.500 anos, na China, já se alertava para a importância do equilíbrio ecológico. A grande lição ecológica que TAO ou a Grande Verdade dos Chineses nos dá é aquela de nos alertar de que novos medicamentos ou atitudes tempestivas (pesticidas, adubos químicos, herbicidas etc.) nem sempre são a grande solução para os males (inexistentes) da Natureza. Ao contrário, no livro sugere-se que o que poderia salvar o Homem e a Natureza de uma possível destruição e perdição são exatamente as não-intenções, as não-decisões, os não-agir de modo proposital, os não-remédios (não-pesticidas, não-herbicidas, não-adubos químicos etc.). Ademais, para um enfoque político-taoísta, o pior dos governos sempre será aquele que estiver constituído por teóricos especuladores, por políticos falastrões e por tecnocratas, já que estes infalivelmente substituirão todos os processos naturais de um bom governar por teses e teorias, ou senão por leis esdrúxulas. A incapacidade deles de executar a Ação Pura, de praticar a Verdadeira Ação (ou "wu-wei"), traduzir-se-á exatamente por uma catastrófica enxurrada de idéias e proposições estapafúrdias. Um homem puramente intelectual e racional, como certos economistas e sociólogos de nosso tempo, não imbuído de sensibilidade, é um tremendo perigo para qualquer Estado ou Governo que se preze, posto que, com toda certeza, irá legislar sobre tudo e sobre todos, de modo calculado, frio e mesquinho, quando não for um entreguista de marca maior. Tal indivíduo pretenderá construir uma sociedade geométrica, regida por leis matemáticas da conveniência e da probabilidade, uma sociedade tipo colméia de abelhas, não se dando conta de que essa absurda geometrização legislativa e executiva destruirá a liberdade da criatura e o vigor natural de seus componentes, os homens comuns, e que são a base de qualquer sociedade.



Senhor do Yoga e da Mente


Cover_front_mediumKrishna, o grande Mestre apontado na presente obra, é um perfeito conhecedor da mente humana e seus segredos, e no que se refere à psicologia, é bem mais profundo que qualquer estudioso moderno (psiquiatra, psicanalista, e psicólogo), conhecendo as causas primárias dos males que afligem o homem. Este Mestre nos alerta muito oportunamente, dizendo-nos:
"O homem deve elevar-se graças a seu próprio SER, e nunca rebaixar-se a si mesmo, porque somente o homem é amigo de si mesmo e também pode ser seu próprio inimigo."
"Homem, homem, conhece o bem que o SER em ti representa e dá-te conta do mal que o 'eu' (ego) em ti pode ocasionar, Depois, lúcida e inteligentemente, domina tua fala, domina essa mente condicionada, domina tua maneira de respirar e teu próprio pensamento. Domina também o falso conhecimento ou intelecto impuro, porque se purificares o Entendimento em ti, poderás inclusive transcender este vale de lágrimas".
"Aquele que se conquistou a si mesmo, graças ao SER, é seu próprio amigo; porém aquele cujo (ego ou) 'eu' não está subjugado, esse mesmo ego atuará como seu inimigo, como se fosse um adversário eterno!"
"Geralmente quase todos os sentidos são subjugados pelo pensamento. O pensamento, contudo, nunca se submete a nada. A mente personificada, ou a falsa consciência ('o estar-consciente de', 'o ficar cônscio de' ou ego), e que é uma obra-prima do pensamento, é um adversário terrível, o mais poderoso de todos os inimigos. O único, porém, que o subjuga é o Senhor da Vida (ou o SER)."
"Convém que se conquiste e se subjugue o pensamento vulgar, que é um inimigo quase invencível. Por causa dele, tolos há que, deixando-se enredar por suas artimanhas, envolvem-se em brigas inúteis em que só os mortais participam. Estes, por causa de simples opiniões, convertem o próximo em amigos, inimigos ou em pessoas neutras (quando todos são iguais e deveriam amar-se uns aos outros. O 'eu' (ego) é um péssimo Senhor; todavia é um bom servo quando subjugado pela reta Compreensão e pela Inteligência Superior e não pelo intelecto)."
 
 

sábado, 10 de março de 2012

JESUS, MESSIAS OU FILHO DO HOMEM? - Primeiro Volume



Pouca gente sabe que Jesus considerou-se Messias ou herdeiro do trono de Davi só até os seus quase vinte anos. Alguns anos mais tarde, abdicou lucidamente dessa herança que lhe cabia por descendência sanguínea e por direito.
Também poucos sabem que Jesus efetuou sua Marcha Triunfal e pacífica até Jerusalém, com a idade aproximada de 20 a 22 anos, e não aos 33 anos como conta a Tradição. Jesus era filho de um essênio (Judas) e que era da descendência de Davi, pai esse que também não se valeu do título de messias  que lhe cabia por herança, mas se empenhou em transferi-lo para o filho. E para tal, Jesus, ainda bem jovem, teve que viajar a Jerusalém, por ordem do pai, Judas de Gamala, e tinha que ir ao Templo de Jerusalém para que os sacerdotes reconhecessem a sua condição de futuro messias (político) e finalmente o ungissem.
Enquanto Jesus marchava em direção à Cidade Santa, no ano 6 d.C, seu pai Judas, também guerreiro, se desentendeu com Herodes Antipas e desencadeou uma revolução contra esse governador da Galiléia, chamada Guerra do Censo. Em resposta a este ataque, Herodes, em represália matou-lhe o pai e mandou matar todos os soldados ou guerrilheiros que acompanhavam o gaulanita. Depois resolveu mandar prender Jesus. E isso de certo modo está escrito nos livros Atos e Evangelho de Lucas.
Em face dessa reação de Herodes, de querer aprisionar e matar Jesus, e que consta no Terceiro Evangelho ("Mestre sai daqui que Herodes quer te prender e matar"), Jesus teve que se retirar para as partes de Tiro e Sidon. Aqui, graças a alertas de amigos fariseus, foi obrigado a partir para Alexandria do Egito, onde se refugiou e ficou por quase 20 anos, junto à seita dos Terapeutas. Esta era uma seita de religiosos e curadores que Filon de Alexandria conhecia bem, e podería-se dizer que era uma filial dos Essênios da Judéia.
Em Alexandria, graças ao cosmopolitismo espiritual da cidade, graças aos profundos estudos do bom Judaísmo, graças à Alquimia ou Ciência do Real, graças aos notáveis ensinos de Filon de Alexandria – (Filon nunca escreveu sobre Jesus porque o jovem Galileu procurou se esconder das perseguições dos romanos. Por causa disso o próprio Filon reconheceu nele um grande ser, aceitou-o e o manteve no anonimato) – Além de Filon, Jesus conheceu outros mestres judeus e sábios orientais. Jesus não precisava ser ensinado, iniciado, já era um Filho da Luz. Apenas estava confuso e esquecido. E em Alexandria então Jesus se Auto-Iluminou ou se Auto-Realizou, gerando a partir de SI MESMO e em SI MESMO o "Rébis", (conforme sugere a Alquimia), ou fez surgir de si mesmo o Filho do Homem, o Adão Espiritual, o Ancião dos Dias, o Cristo Enviado e não mais Messias.
Em suma e em outros termos, originou a partir de si mesmo o Filho do Homem.
O varão comum e mortal nascido na Galiléia cedeu lugar ao Homem Superior e Imortal, não mais gerado pelo ventre de uma mulher.
Tornou-se mestre, rabino superior, taumaturgo, curador ou terapeuta impecável, mestre em Alquimia ou na Arte do Real..
Após o seu exílio forçado, voltou para Jerusalém com a idade de 38-40 anos, aproximadamente, e na Judéia, Galiléia pregou durante 3 anos ou um pouco mais.  Antes de voltar para sua terra, escreveu inúmeros ensinos, alguns dos quais lamentavelmente se perderam, outros foram distorcidos e transferidos propositadamente para as cartas de Paulo, Tiago e João.
Jesus escreveu também boa parte do Apocalipse Verdadeiro, e que nada tem a ver com esse Apocalipse deturpado que roda por aí – (Para tal ver meu livro, O Apocalipse Desmascarado).
Neste meu ensaio ou estudo volta então a ser apresentada a doutrina de Jesus agora totalmente recompilada, ajustada, burilada, purificada dos acréscimos espúrios dos escribas cristãos dos cinco  primeiros séculos d.C. (ou séculos I a V d.C.).
Aqui foi devolvido a Jesus o que era de Jesus e aos escribas nefastos o que era do lixo da cabeça deles.
A reconstrução da mensagem neste livro é agora completa, sem as ficções e liberdades poéticas que acrescentei no livro Cristo, Esse Desconhecido. AMIGOS, POR FAVOR, ACREDITEM, ESTA É SEM QUALQUER DÚVIDA A MAIS BELA E A MAIOR REVOLUÇÃO DA DOUTRINA CRISTÃ DE TODOS OS TEMPOS, ALÉM DE ABSOLUTAMENTE VERDADEIRA, COMO NUNCA SE VIU... Este livro, juntamente com "JESUS SEM CRUZ", sem recorrer a extremismo e fanatismo, poderiam se constituir no melhor antídoto ou vacina contra a demoniaca "Nova Ordem Mundial", que alguns trevosos querem instalar e fazer prevalecer, para proveito próprio.
Tudo aquilo, mas tudo mesmo, que foi expurgado dos escritos e da boca de Jesus, e foi transferido às cartas de Paulo, João e Tiago, retorna aos lábios de Cristo, o Enviado, com um toque de sabedoria e espiritualidade nunca dantes visto. Trata-se de um Cristo para TEMPOS VERDADEIRAMENTE NOVOS, e não para velhas situações recauchutadas. Sim o mundo está cansado do bolor da teologia vigente, ligada ao Mestre da Galiléia.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

CARTA À RESPEITÁVEL SENHORA, GERENTE DA EDITORA RECORD S/A - RIO

Nos dias em que me sobra tempo e há quase 40 anos, eu tenho estudado assuntos relacionados à religião, ciência, psiquiatria, psicologia, parapsicologia, física quântica, esoterismo, etc.. Mas de uns dez anos para cá, eu praticamente só tenho lidos os livros de Krihnamurti , de Robert Powell e de outros sábios mais.
Somente no final do ano de 2006 é que tive a preciosa oportunidade de começar a ler os livros do Dr. Ernesto Bono. Confesso que os livros dele realmente são profundos. Para uma pequena minoria que sequer compra livros, as obras deles não são de fácil entendimento. Mas são bem mais simples que qualquer tratado de ciência, psiquiatria, teologia e filosofia moderna. As obras de E.Bono tratam de assuntos polêmicos.O mais importante, contudo, é que abordam assuntos bastante esclarecedores que lançam sérios questionamentos no ar. Em verdade, não é o que ele escreve que gera polêmica, mas sim, a confusa ignorância de alguns que transforma em problema tudo aquilo que lhe foge ao entendimento banal.
Se não podemos confirmar intelectualmente o que ele relata nos seus livros, muito menos podemos negá-lo. No mínimo, as denúncias feitas por ele ainda são estranhas novidades profundas e, por sinal, muito interessantes.
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A pesar desse meu longo empenho para buscar esclarecimentos através dos livros e de diálogo com pessoas cultas, confesso que a leitura dos livros do Ernesto Bono me causou um fortíssimo impacto que me fez abrir os olhos e enxergar que, possivelmente, a humanidade, por longos séculos, vem sendo iludida pela ciência, pelas religiões formais, pela filosofia estagnada. A ilusão imposta pelas religiões já me era conhecida, mas eu jamais teria suspeitado de uma provável enganação provinda das descobertas e revelações científicas, se não fosse a leitura que fiz dos 4 (quatro) tomos do livro dele: É a ciência uma nova religião? Pessoal, a humanidade precisa urgentemente saber disso. Essas informações não podem ser negadas às pessoas. Uma negação como a que atualmente está sendo imposta a ele é uma atitude despótica e muito desumana.
Inicialmente, eu li o maravilhoso livro dele: “Cristo, esse desconhecido”, inicialmente publicado por sua renomada Editora Record e que alcançou rapidamente três edições. (Atualmente existe uma quarta edição que o próprio autor editou). Consegui comprar mais alguns outros títulos dele nos sebos virtuais, pela internet. E há, mais ou menos, um ano e meio atrás, consegui contato por correio virtual com o autor, e ele, gentilmente, enviou-me alguns dos seus livros inéditos. Todos são maravilhosos. Isso eu afirmo com absoluta certeza. Bono é um extraordinário escritor autônomo, e não faz parte de nenhuma panela especial, de nenhum grupo dito espíritual, iniciático, filosófico ou político. Além de escritor, Bono é médico de profissão e um profundo conhecedor da ciência, das religiões e da filosofia-psicologia acadêmica. É pai da antipsiquiatria brasileira, atualmente conhecida como psiquiatria transcendental. Estas duas palavras o próprio Bono as inventou.
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Não sei bem o que está acontecendo, mas me parece que foi estabelecido um complô para impedir a publicação das obras desse autor. Vejo essa atitude como algo extremamente injusto e lastimável. Por exemplo, eu soube que algumas editoras se negaram a publicar a nova versão do seu livro: “É a ciência uma nova religião?” alegando que se tratava de um livro muito volumoso. Por esse motivo, E.Bono, num árduo empenho e trabalho, viu-se obrigado a desmembrar a obra original, na tentativa de conseguir publicá-la em quatro volumes menores. E como recompensa ao seu esforço foi premiado com diversas negações gratuitas.
Nada disso, para mim, se justifica, porque se a obra original era excelente, os quatro volumes do desdobramento resultaram extraordinários. Por outro lado, quanto ao tamanho dos livros, encontramos milhares de obras extremamente volumosos e que estão espalhados nas estantes de todas as livrarias do Brasil.
O que se deixa de fazer a favor de E.Bono, vejo-o como puro descaso. Sim, pois, quando o descaso é feito em relação ao que realmente não tem valor algum, torna-se até justificável; mas fazer descaso daquilo que é útil, e é extremamente necessário ao inadiável despertar dos seres humanos, para mim, isso é maldade pura. Não estou falando, aqui, em defesa do autor, pois ainda não tive o privilégio de conhecê-lo pessoalmente. A única coisa que realmente pretendo é apelar para todas as editoras possíveis, na intenção de que dêem uma chance aos brasileiros ainda lúcidos de lerem essas preciosas obras. O mundo precisa dos livros de E.Bono.
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Há uns tempos atrás, devido à grande oposição estabelecida à publicação das obras do autor Ernesto Bono, eu sugeri a ele que as expusesse à venda pela internet. Senti que o mesmo aceitaria a minha idéia se não fosse as possíveis alterações que alguns indivíduos maliciosos poderiam acrescentar aos seus escrito na intenção de desvirtuá-los. A modo de dizer, o Clube de Autores da Internet, de uma maneira totalmente sem compromissos está editando os livros dele,um por um, conforme o pedido efetuado, sem que algumas dessas notáveis obras sejam comercializadas,
Conforme tudo o que foi exposto acima, só resta aos interessados suplicarem às pessoas de mente aberta que reflitam com profundidade a respeito dos resumos de tais textos que ele colocou na Internet (http://www.blogdoernestobono.blogspot.com/, e façam valer a necessária publicação dessas obras, pois, com certeza, isso será visto como um grande presente para a humanidade, e que ele o está ofertado... Amigos parem de bancar os cegos e conheçam algo bem melhor.

Ciente de sua consideração, agradeço-lhe antecipadamente.

Vinicius G A Guerra.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

A PROPÓSITO DOS TRÊS ÚLTIMOS LANÇAMENTOS - JESUS SEM CRUZ - JESUS, MESSIAS OU FILHO DO HOMEM? - HERDEIROS DO FILHO DO HOMEM


Aos caros amigos que tiverem interesse em adquirir os DEZESSEIS (ou dezessete) livros inéditos, (TRÊS ATUAIS e treze anteriores, todos eles publicados num ano e oito meses - (um um prodígio assim não acontece em qualquer país. No Brasil acontece como se não estivesse acontecendo. Sim porque aqui certos escritores são ignorados à força).
Amigos se tiverem interesse de adquirir somente um, recomendo que efetuem um contato direto com o Clube de Autores, fazendo a busca para tal no Google, ou também chamando o: http://clubedeautores.com.br/search?what=ernesto+bono&commit=BUSCA -- Aberto o site Clube de Autores, se for necessário coloquem na esquerda e acima o meu nome ERNESTO BONO
Pessoalmente, para vender, eu disponho ainda quatro livros. São livros grandes e novos, mas de edição antiga. Estes outros livros aparecem à direita da minha página do Blog. Os três primeiros tomos à direita contém mais de 400 páginas. - Para que eu possa enviar um de cada, ou mais, adicionar o preço do correio registrado que é R$ 6,00. Eles custam: a) A Grande Conspiração Universal - R$ 30,00 b) Cristo, Esse Desconhecido - R$ 30,00 c) Apocalipse Desmascarado - R$ 30,00 d) AIDS, Quem Ganha Quem Perde (ou uma História mal Contada) - R$ 25,00 - Obrigado pela atenção.

ATENÇÃO - AVISO

Entre 24.08.2010 e 02.02.2012, ou praticamente num ano e oito meses, coloquei à disposição dos amigos leitores, no CLUBE DE AUTORES de São Paulo, Internet, 16 livros inéditos, possíveis de serem adquiridos ou como livros impressos, iguais aos das Editoras-Livrarias, com os preços estipulados pelo CLUBE DE AUTORES, ou podem também ser adquiridos como EBOOKS. Ou seja, como textos digitados, a ser impressos em PDF, no computador. No caso, um livro com seu respectivo título custa somente 6,03 reais, o que é bem em conta, e é uma grande economia. Vejam, amigos, não se chega gastar 150 reais por todos os dezesseis ou dezessete volumes. Na escolha desta última alternativa, faz-se o pedido de compra diretamente ao CLUBE DE AUTORES. Eles mandam um arquivo digitado, e este pode ser arquivado em seu computador, e depois a obra pode ser lida na própria tela do aparelho. Ou ainda, se o amigo tiver uma impressora conectada ao computador, pode imprimir o livro digitado em papel ofício e depois mandar encardená-lo a seu gosto. Terá um tomo inédito na mão. Mais tarde, se gostar da obra, pode adquirí-la impressa pelo próprio Clube. O trabalho de impressão e publicação do Clube de Autores é perfeito. Vale o preço.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

JESUS SEM CRUZ





Amigos, não se escandalizem com o que digo, mas com quase toda a certeza Jesus foi assassinado ou lapidado.
Ou melhor dito, morreu apedrejado, porque, aparentemente, a Torá ou Lei assim mandava atuar contra alguém que estivesse ensinado algo a respeito da Lei, mas de um modo diferente, digamos bastante herético para certos judeus. Jesus teria sido lapídado principalmente por causa de uma traição não desejada, e por causa de baixezas de terceiros (tipo Anás, figuras nefastas do Sinédrio, saduceus, zelotas etc.). Ao abdicar de sua condição de messias político e principalmente ao tentar aclarar certas passagens da Lei, só certos judeus especiais o consideraram traidor. E mais, o mandamento de lapidação da LEI judaica é simplesmente uma velhacaria desonesta e abjeta, porque acrescentada por sacerdotes antigos e nefastos, no século VI a.C. A lapidação é totalmente contrária ao verdadeiro mandamento do Altíssimo "Não matarás!".Por conseguinte, Jesus talvez não tenha sido crucificado como conta a Tradição, malgrado eu não desprezar por completo esta versão consagrada.
O motivo de a Tradição insistir na tese da crucificação do Mestre é aqui explicado. A razão capital foi porque a culpa de morte tinha que ser transferida em parte para os romanos, e não deixar entender que somente uns poucos tramaram o assassinato de Jesus. Afinal a Tradição Cristã necessitava juntar os livros sagrados dos judeus com os ensinos dos novos evangelhos. E para tal, ela não podia deixar transparecer que só alguns (Anás, zelotas, saduceus) seguidores daqueles livros sagrados haviam praticado um crime contra o Mestre da Galiléia.
Existem indícios indiretos do apedrejamento de Jesus no livro Atos do Novo Testamento. Se aperceba, que a pretensa e dupla lapidação de Estêvão, e que consta no livro ATOS, uma delas em verdade fala da morte de Jesus. O próprio apóstolo Paulo chega a sugerir que "o mataram – (a pedradas) – e (depois) "o penduraram num madeiro" ou numa viga.Essas duas condutas abjetas recomendadas pela Torá, adulterada e manipulada por homens, isto é, lapidar e pendurar num madeiro – recomendações nada divinas, mas sim totalmente atrozes e homicidas – constituíam a coisa mais execrável e infame que se poderia fazer contra um homem na Judéia. E isso foi aplicado contra Jesus. Todavia, o Santo e Mestre da Galiléia não desencarnou ou morreu nesse terrível ritual, apenas, digamos,  ficou inconsciente por certo tempo, ou ficou em catalepsia comatosa.
Quando da sua Iluminação (ou Ressurreição, conforme os ensinos de Cristo), toda a assim dita "matéria" e vitalidade do corpo orgânico denso de Jesus se transferiu para um corpo espiritual superior, ou seja, para o corpo de Vrãja, ou corpo Espiritual da Imortalidade. Por isso o corpo posto na tumba não era um corpo comum, meramente carnal e que ia apodrecer. Era o corpo de Vrãja ou Corpo Espiritual da Imortalidade. E este naturalmente ascendeu, e a tumba ficou então vazia, daí se dizer depois que ele ressuscitou quando em verdade antes já tinha alcançado a Verdadeira Ressurreição e a Imortalidade.

AMIGOS, REPITO MAIS UMA VEZ, POR FAVOR, ACREDITEM, ESTA E MAIS O "JESUS, MESSIAS OU FILHO DO HOMEM?" SÃO SEM QUALQUER DÚVIDA A MAIS BELA E A MAIOR REVOLUÇÃO DA DOUTRINA CRISTÃ DE TODOS OS TEMPOS, ALÉM DE VERDADEIRA, COMO NUNCA SE VIU... Este "JESUS SEM CRUZ",  juntamente com "JESUS, MESSIAS OU FILHO DO HOMEM?, sem recorrer a extremismo e fanatismo, poderiam se constituir no melhor antídoto ou vacina contra a demoniaca "Nova Ordem Mundial", que alguns trevosos querem instalar e fazer prevalecer, para proveito próprio.

Amigos, neste mesmo livro, também é incluído tudo o que a Tradição diz a respeito do nascimento de Jesus, da concepção virginal etc. Comenta também, a suposta ida do Jesus ressuscitado para a Caxemira na Índia.
Quem em verdade teria terminado naquela região do Norte da Índia não teria sido Jesus, mas sim seu irmão gêmeo, Tomé Dídimo. Tomé em hebreu quer dizer gêmeo e Dídimo em língua grega quer dizer gêmeo. Aqui então estamos diante de alguém que é gêmeo do gêmeo. Talvez quem tenha se transferido para a Caxemira foi Sidônio, o qual também foi considerado irmão gêmeo de Jesus, pessupondo que Tomé não era o próprio Sidônio.

JESUS, MESSIAS OU FILHO DO HOMEM? - Segundo Volume



Pouca gente sabe que Jesus considerou-se Messias ou herdeiro do trono de Davi só até os seus quase vinte anos, etc.etc.





Mesma apresentação do Primeiro Volume.

OS HERDEIROS DO FILHO DO HOMEM

Neste tomo é apresentada a história de Pedro, Paulo, Tiago e de João, de um modo bem mais plausível.
Fica-se sabendo o que eles de fato fizeram e o que aconteceu com eles após o desaparecimento de Jesus. Passamos a ter uma idéia quase precisa do que Paulo de Tarso efetivamente fez e escreveu.
Toma-se conhecimento de como boa parte dos escritos e palavras de Jesus, o grande Mestre, foram parar na boca e nas cartas de Tiago, Paulo e de João, o pretenso evangelista. Sim, pois este último nunca escreveu nada porque foi morto antes ou em 62-63 d.C..
Menos mal que boa parte dos escritos e ensinos de Jesus passaram para as cartas de terceiros, porque tais passagens poderiam ter sido simplesmente destruídas, mas isso não aconteceu, ainda bem. Os próprios manipuladores de evangelhos do primeiro, segundo, terceiro, quarto e quinto séculos d.C. reconheceram que tais escritos não podiam ser postos no lixo. E os salvaram de algum modo, transferindo-os a terceiros. Esses manipuladores precisavam salvaguardar os interesses mundanos e as futuras condutas mesquinhas da organização que estavam criando, uma vez que os escritos de Jesus eram totalmente contra isso.
Por exemplo, a Primeira Carta de João aos Condiscípulos (ou "A Primeira Epístola Evangélica de João") em verdade é constituída apenas de discursos e ensinos de Jesus que os escribas cristãos antigos expurgaram do Quarto Evangelho. Este Evangelho tardio (II sec. D.C.) sempre foi atribuído a João, o Evangelista, mas em verdade não foi escrito por ele. Foi enjambrado depois, com dizeres autênticos de Jesus, com palavras do Mestre, distorcidas, e com outras mais simplesmente inventadas.
Primordialmente, os escritos originais de Jesus, as palavras que o Mestre da Galiléia proferiu, mais seus maravilhosos ensinos acabaram formando alguns Evangelhos antigos (tipo Evangelho aos Hebreus, aos Ebionitas, aos Doze Apóstolos) e outros proto-evangelhos mais, anônimos. A seguir, ou depois do ano 70 d.C., parte disso, totalmente adaptada e manipulada por terceiros já mal intencionados, acabou constituindo o Coração dos Quatro Evangelhos canônicos, atribuídos a Mateus, Marcos, Lucas e João, os quais também não escreveram nada, porquanto se duvida muito de sua real existência histórica, principalmente a de Mateus, Marcos e Lucas, pelo menos como escritores. E ainda, com o passar do tempo, a esse coração ou centro evangélico original de Jesus, muitos acréscimos esdrúxulos de terceiros ou de editores desonestos e escribas safados foram acrescentados. E como se não bastasse, trechos autênticos destes evangelhos antigos (ou dizeres e escritos de Jesus) acabaram sendo transferidos para as cartas de Paulo, Tiago e João pelos desonestos editores e redatores antigos. E isso foi acontecendo durante quase 500 anos.
As pretensas cartas Evangélicas de Pedro, Judas e a Carta aos Hebreus são obras totalmente apócrifas, e foram escritas por editores e escribas cristãos bem depois do ano 100 d.C.
Os Herdeiros do Filho do Homem mostra também a gigantesca luta que houve entre o cristianismo helenista ou universalista de Paulo, contra o judeu-cristianismo de Tiago, Pedro e João, irmãos de Jesus. Lamentavelmente e por causa da diáspora ou dispersão dos judeus após o ano 70 d.C., e também por causa de Constantino e Eusébio de Cesaréia, o judaismo-cristianismo acabou prevalecendo; e depois aconteceu o que aconteceu no mundo ocidental, como todos já sabem bem.

domingo, 18 de setembro de 2011

ATENÇÃO, AVISO

Entre 24.08.2010 e 15.09.2011, ou praticamente num ano, coloquei à disposição dos amigos leitores, no CLUBE DE AUTORES de São Paulo, Internet, 13 livros inéditos, possíveis de serem adquiridos ou como livros impressos, iguais aos das Editoras-Livrarias, com os preços estipulados pelo CLUBE DE AUTORES, ou podem também ser adquiridos como EBOOKS. Ou seja, como textos digitados, a ser impressos em PDF. No caso, um livro e respectivo título custa somente 6,03 reais, o que é bem barato e é uma grande economia. Vejam, não se chega gastar 100 reais por todos os treze volumes. Nesta última alternativa, faz-se o pedido de compra diretamente ao CLUBE DE AUTORES. Eles mandam um arquivo digitado, e este pode ser arquivado em seu computador, e depois a obra pode ser lida na própria tela do aparelho. Ou ainda, se o amigo tiver uma impressora conectada ao computador, pode imprimir o livro digitado em papel ofício e depois mandar encardená-lo a seu gosto. Terá um tomo inédito na mão. Mais tarde, se gostar da obra, pode adquirí-la impressa pelo próprio Clube. O trabalho de impressão e publicação pelo Clube de Autores é perfeito. Vale o preço.

sábado, 20 de agosto de 2011

A PROPÓSITO DOS TRÊS ÚLTIMOS LANÇAMENTOS

Aos caros amigos que tiverem interesse em adquirir os TREZE livros inéditos, (TRÊS ATUAIS e dez anteriores, todos eles publicados em onze meses; (um prodígio assim não acontece em todos os países, ou será que somente no Brasil? Sim porque aqui certos escritores são ignorados à força). Amigos se tiverem interesse de adquirir somente um, recomendo que efetuem um contato direto com o Clube de Autores, fazendo a busca para tal no Google, ou também chamando o:

http://clubedeautores.com.br/search?what=ernesto+bono&commit=BUSCA -- Aberto o site Clube de Autores, se for necessário coloquem meu nome ERNESTO BONO

Para vender, pessoalmente, eu disponho ainda quatro livros. São livros grandes e novos, mas de edição antiga. Estes outros livros aparecem à direita. Os três primeiros tomos à direita contém mais de 400 páginas. -
Para que eu possa enviar um de cada, ou mais, adicionar o preço do correio registrado R$ 6,00. Eles custam:

a) A Grande Conspiração Universal - R$ 30,00
b) Cristo, Esse Desconhecido - R$ 30,00
c) Apocalipse Desmascarado - R$ 30,00
d) AIDS, Quem Ganha Quem Perde (ou uma História mal Contada) - R$ 25,00

E MAIS: PEQUENA CHAMADA A BRASILEIROS QUE AINDA LÊEM:

Amigo que acontece contigo? O quê ou quem te leva a ignorar os melhores livros que se tem escrito ultimamente. Por exemplo, os meus? Não te parece que conseguir editar treze livros de alto gabarito em onze meses no Clube de Autores é um portento inigualável. Estou tentando esvaziar uma pilha de inéditos. Sucede que venho escrevendo desde 1960 e só fui publicado em 1971 pela saudosa Editora Civilização Brasileira do Sr. Enio Silveira. Depois, graças a ajuda do querido amigo e notável professor Hermôgenes também fui editado pela portentosa Editora Record do RIO. Ela me publicou quatro livros, entre 1979 a 1983. Depois, quem sabe, por minha própria culpa, fui bloqueado, barrado. E desde 1985 não venho mais publicando livros em editoras gabaritadas como a RECORD ou como a CIVILIZAÇÃO. Antes de ser impedido, já possuia outras obras prontas que permaneceram inéditas. Daí em diante não esmoreci e continuei escrevendo e acumulando inéditos, que ultrapassaram o número de 25. Busquei um editor de todas as maneiras, mas as respeitáveis editoras brasileiras nunca mais me abriram as portas. Por que será? Surgiu então o milagre ou o milagroso CLUBE DE AUTORES DA INTERNET e por meio dele estou tentando lançar o que há de mais importante da minha coleção de inéditos. Amigo leitor, só há um detalhe: estou deparando que lançar livros ou coisas escritas pela Internet é como se os não lançasse e não os escrevesse. Parece que na Internet ninguém toma interesse por nada, salvo as "famosas imagens". Tinha um "site" que acabou e agora tenho um blog onde eu tento me comunicar, mas não consigo. E isso dá a entender que a boa comunicação ainda se faz pelos jornais, revistas e pela TV. Aqui também tudo está fechado. Tenho falado muito pelo rádio, mas está difícil. Amigo, se for possível toma conhecimento deste autor, principalmente daquilo que ele diz e escreve. Todos os meus livros editados e inéditos seriam uma grande honra para qualquer país. No Brasil e no Rio Grande do Sul não parece ser assim. Que pena!

O DESAPARECIMENTO DE NOSSOS FILHOS


Este livro é praticamente uma Autobiografia minha. Aqui eu conto como a minha aventura espiritual e literária começou. Como ao longo do tempo fui-me flagrando de todas as mentiras clamorosas que o mundo organizado insiste em impingir a seus filhos ou aos homens.
Fala a respeito da milagrosa cura de minha própria mãe, condenada a uma morte dolorosa e imediata por causa de um pretenso câncer gástrico gravíssimo, diagnosticado cinco vezes. Depois de tal portentosa cura, minha genitora pôde viver ainda ao longo de mais 24 anos. Foi por causa desse fato que eu me tornei um crítico extremado das pretensas verdades religiosas, científicas e, posteriormente, das verdades médicas.
Neste livro volto a falar do intrigante falecimento da filha que Deus me deu, e de tudo o que aconteceu antes, durante e depois do tal lamentável evento.
E esse antes-durante-e-depois, mesmo que se constitua na própria prisão temporal, indica que além de um simples falecimento ou transferência de seja lá quem for, algo mais acontece a esse ou continua acontecendo. Aqui e outra vez é enfatizada a possibilidade de que a morte é uma infâmia, é uma trapaça,
Aqui escrevo também sobre a enorme quantidade de crianças e jovens que desaparecem ou tomam chá de sumiço. Ou senão da grande quantidade de jovens que são atropelados, são mortos, assassinados, ou são intoxicados com drogas fortes e letais, são envenenados por certas bebidas e por programas de TV.

Também enfatizo que possivelmente nunca houve uma criação do mundo, no espaço e no tempo. No lugar disso, há, quando muito, uma Manifestação Primordial que resulta numa Autonatureza. Mas apesar de Aqui e Agora o Homem já existir, desde o começo temporal, ele é confuso e enganado pela sua memória-raciocínio-imaginação (ou pensamento). O homem comum se refaz a si mesmo, como uma pessoa à parte, como um falso ente ego-pensante, refaz-se como corpo denso, como corpo humano, como meio que o cerca e como mundo pensado. Como se não bastasse, nessa recriação toda quase humana, nesse terrível faz-de-conta intrometem-se também sombras terríveis que matam e raptam nossos filhos e filhas.
Entrementes, sem o ego mal pensante, não haveria coisas e meio pensado, supostamente separado do sujeito, e também nenhum mal depois aconteceria. Como em verdade eu disse, existe somente uma Autonatureza que pensamento algum consegue abocanhar e deturpar.
Amigo, apercebe-te, sem este nosso mundo pensado ou objeto não há ego e sem ego não há meio pensado ou mundo reconstruído.
E se o doloroso faz-de-conta prevalece é porque este ego é sempre quem mal pensa, quem inventa histórias e inclusive é quem as explica, quem discorre a respeito delas, provando absurdos e mentiras.


A PRISÃO DO TEMPO


Por acaso alguém sabia que o tempo físico é fruto de nosso próprio pensar, e que esse tempo ou mal-pensar se transforma no nosso cárcere, na nossa prisão?
E é bom que se saiba que o tempo e o espaço ditos físicos simplesmente não existem em si, malgrado apareçam ou se nos façam presentes de uma maneira refinada e superposta.
Tempo é só mal pensar. É só um exagero dessa enganadora atividade mental. No lugar do tempo físico, ou do ontem, do hoje de 24 horas e do amanhã, há, isto sim, um AGORA, em renovação, AGORA esse que não dura. Ou até mesmo pode-se sugerir que tal AGORA persiste como bem entende, simplesmente dilatando ou encolhendo, mas nunca de modo contínuo, cronométrico, como parece impor o funcionar dos relógios.
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Também não existe o espaço físico. Em seu lugar há, isto sim, um AQUI que não se estende nem feito espaço físico nem feito objeto (ou espaço densificado). Em realidade, o verdadeiro AQUI nem se estende nem não se estende. O durar e o estender-se são coisas do ego-pensamento que precisa manter preso o Ser com forma-nome densificada (ou pretenso corpo). .
O pensamento intrometido em todos nós se superpõe e se caracteriza como memória, raciocínio e imaginação...

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A memória é o ontem ou é o passado ou ainda é "o antes".

A imaginação é o amanhã ou é o futuro ou ainda é "o após"... Cuidado, a imaginação-futuro ou o tempo futuro também se nos apresenta como o espaço-físico ou um faz-de-conta, que parece estender-se na frente do ego-pessoa ou à nossa frente, apontando para um falso infinito físico espacial.

O raciocínio ou o discurso mental – sempre reforçado pela memória e pela imaginação – constitui exatamente o nosso hoje de 24 horas, supostamente contínuo, e que é o pretenso “durante".

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Nesse pretenso hoje,o pensamento não para de estruturar e extrojetar e não para de discursar, feito um macaco louco saltitante. O teatrinho cotidiano tem que ser mantido custe o que custar.
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Assim que "o antes" é o pretenso passado. "O durante" é o falso hoje de 24 horas – quando em verdade nesse hoje nada dura, nada persiste de fato para fundamentar as pretensas 24 horas – e "o após" é o suposto futuro. E o amanhã também corresponde ao espaço dito físico.

Por conseguinte, a imaginação tanto constitui o futuro, como também constitui o espaço dito físico.
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De sua parte, o suposto espaço físico parece encerrar três possibilidades:
Ou é um espaço que já se percorreu, (isto é, um fato passado, uma pretensa ocorrência que não existe mais, portanto ineficácia).
Ou é um espaço que se estaria percorrendo no hoje de 24 horas, (mas em verdade, isso é impossível, já se verá o porquê).
Ou é um espaço que ainda não se percorreu, (isto será um fato futuro ou então uma pretensa ocorrência que ainda ineficaz ou que ainda há de vir.
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Naquele espaço que já se percorreu não há mais qualquer movimento... Sim ou não? Claro que não.
No espaço ainda não percorrido ou pretenso futuro tampouco há ou já existe algum movimento.
No espaço que hoje paradoxalmente se percorre tampouco há movimento ou deslocamento. Só há memória, raciocínio e imaginação que se levantam e interferem. Ou há uma impressão-convicção que resulta num faz-de-conta perfeitamente reconhecível, tipo estrada-estensão, movimento ou deslocamento, pretenso móvel e pretenso tempo que se gastará.

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Só que o movimento impossível não casa ou não se funde com objeto que pretensamente vira móvel ou automóvel. Nem que se faça milagres, nem se a tal objeto-movel se empresta energia ou vitalidade para que se desloque. Não há móvel e movimento separados, nem há móvel e movimentos juntos.

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Cuidado, nem por isso se deve concluir que tudo está parado ou inerte. Num pulsar nem se está parado (inércia) nem nos movemos (cinemática). Todos esses paradoxos são profundamente analisados e aclarados em meus livros “Transmutar Este Falso Mundo” – “Ladrão e Salteador da Mente Humana”. Por favor, leiam-nos e verão porque me exprimo assim.
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E não se apele para o cálculo infinitesimal e o cálculo integral (ardilosas e astutas artimanhas do intelecto ou memória-raciocínio-imaginação) para tentar fundamentar o morto ou passado e com ele o não-nascido ou futuro, dupla essa que parece dar fundamento ao movimento físico que hoje não se dá. No falso hoje de 24 horas, em vez de deslocamento só temos barulho mental e impressões-convicções, que se nos apresentam como movimento ou deslocamento. No AGORA tudo é diferente.
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Alguns, raciocinando, lucubrando e concluindo precipitadamente, diriam que o movimento ou deslocamento forçosamente tem que acontecer no hoje de 24 horas e a ela se restringe.
Só que este hoje de 24 horas, repito, é somente raciocínio, memória e imaginação. E estes três constituem exatamente o PENSAMENTO COMUM ou o ladrão e salteador da mente humana, que poucos conhecem ou surpreenderam em si mesmo, graças a um Autoconhecimento. “Homem, homem, conhece-te a ti mesmo!”
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Volto a repetir, por favor, e cuidado: nada de apelar para cálculos integral, infinitesimal gráficos cartesianos, já que eles nada têm a ver com a VIDA em Si. Eles são só abstrações da memória-raciocínio-imaginação.
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Por conseguinte, nada do passado ou “do já percorrido” fundamenta o que no hoje de 24 horas estaria se percorrendo – mas se percorre de fato, ou Agora tudo apenas FULGURA? – porque “o já percorrido” não existe mais. O "já percorrido" não é mais eficaz, não modifica mais nada, não acrescenta mais qualquer novidade.
No AGORA em RENOVAÇÃO nada pode ser percorrido, porque aí não há caminho (espaço) que dure nem há estrada que persista e se estenda. Tudo fulgura, tudo se renova ou tudo é novidade, tudo é um “staccato” (palpitante, fulgurante pulsante, desligado) sem qualquer explicação racional. E se esta explicação for acrescentada, ela só vai distorcer porque não faz parte do SABER-SENTIR-INTUIR ou do Autoconhecimento ou Conhecimento Direto. A explicação faz parte daquele famoso trio enganador, a memória, o raciocínio e a imaginação. A explicação também é conhecimento indireto e indiretíssimo.
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Nada “do ainda não percorrido” (ou futuro) fundamenta o que estaria se percorrendo no hoje de 24 horas, porque “o ainda não percorrido” ainda não existe, não se fez presente, portanto, não é eficaz nem modifica nada.
Nada do futuro ou do “ainda não percorrido” pode fundamentar o AGORA em RENOVAÇÃO. Neste Aqui e Agora nada pode ser percorrido porque aí nada se estende, aí nada pode durar, a inércia e a inexistência também não se fundamentam. A ausência ou a transferência de algo ou alguém é uma patifaria cósmica.
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O “res cogitans e o res extensa” (a realidade que pensa e a realidade que se estende ou a dualidade científica) de Descartes são uma única e mesma aparência sobreposta. São dualidades ardilosas. Convém levar em conta que no Agora em Renovação, a memória, o raciocínio e a imaginação (pensamento) não podem se intrometer, porque, fora de suas funções desvirtuadoras e de suas limitações impostas, eles são uma trapaça mental.
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É de se crer que então que é nessa aparência sobreposta de Descartes que os manipuladores da falsa fatalidade (Demiurgo ou o falso deus, urgos ou egos) introduziram e incluíram os choques materiais impossíveis. Ou seja, os desastres, os estraçalhamentos velhacos dos veículos (móveis) que não podem andar, e as mortes absurdas dos condutores e passageiros. Minha gente, a pasta material que parece durar ou persiste sempre igual, que parece ser impenetrável e que resiste, que parece se chocar violentamente simplesmente não existe em si. Tampouco a estrada pode existir em si, porque nada dura, e o movimento tampouco se cumpre por falta de espaço e tempo reais. O deslocamento, o espaço, o tempo, a pasta material, a energia cinética são pensamento. O móvel e o movimento juntos ou separados são um absurdo.

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E os desastres são frutos da interferência e manipulação de alguns velhacos que penetram no nosso cotidiano ou nesse mesmo fluxo pensante-pensado para conveniência deles e para roubar vidas ou a Vida em Si. .
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Na autêntica Atividade Mental – mas nunca enganadoramente cerebral e fisiológica – só prevalecem cinco possibilidades verdadeiras e livres do tempo (ou livres da memória-raciocínio-imaginação) e que são o Saber, o Sentir, o Intuir, o Atuar e o Amar. Estes cinco aspectos mentais verdadeiros ocorrem e são válidos somente Aqui e Agora. E estão livres do tempo. Neles se é, mas não se nasce (começar), não se dura, não se morre. Tudo se renova.
O pensamento é apenas um atraso, uma ressonância, uma reverberaração, um reflexo caduco desse extraordinário quinteto. O pensamento é um atraso mental que resulta na impressão-convicção de tempo e espaço físicos reconhecíveis e em pretenso movimento ou deslocamento, onde os desastres parecem acontecer.
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Amigos, o espaço, o tempo, o movimento ou o deslocamento, a matéria, a energia, o plasma, deuses do materialismo niilista e da ciência moderna são apena PENSAMENTO! E isso a física quântico-ondulatória e a Física da Ressonância Eletromagnética também descobriram.
Nesse caso, ENTÃO e lamentavelmente, a memória-raciocínio-imaginação trabalha contra o Homem Primordial, trabalha contra nós (“EU SOU”) e labuta a favor de nossa prisão existencial. Daí eu ter escrito esta "A Prisão do Tempo".
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A memória, o raciocínio e a imaginação, além de em ocasiões serem ótimos e úteis para o viver cotidiano da mente-ego-personificada e suas reconstruções, também são os enganadores antes, durante, depois, dos quais teríamos que estar mais avisados e precavidos.
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Somente o Saber-Sentir-Intuir (ou o Conhecimento Direto ou ainda o "prajña", "jñana" dos orientais) pode libertar o homem desse laço espaço-temporal. Prevalecendo o pensamento ou o ego (mal) pensante, e com ele o espaço, o tempo, o móvel, o movimento, a matéria etc. pensados, os desastres também ocorrem ou se apresentam, com todo o seu horror, violência e mortes.

MANIPULADORES DA FALSA FATALIDADE - Segunda Edição


Antigamente a juventude era sacrificada a céu aberto, em campos de batalhas. Hoje, amigos meus, lamento dizê-lo, nossos filhos e filhas, quando "morrem jovens", em acidentes, desastres, homicídios, brigas ou guerras, em verdade nem sempre morrem. Alguns, infelizmente, são abduzidos, raptados e são levados para outros planos de vida por ETs nefastos ou até mesmo por seres de outras dimensões que chamamos elementais. No lugar do corpo morto, e que os pais acabam enterrando, é deixada uma cópia, um boneco, um clone perfeito, já morto ou estraçalhado, ou senão moribundo. Certos alienígenas trevosos fazem isso, porque precisam roubar corpos humanos sadios e jovens, para uso imediato e interesses próprios – por exemplo, apresentar belas personagens especiais e jovens, e que em outra latitude do mundo vão influenciar e enganar os poderosos deste mundo, em suas políticas, jogos e interesses. Esses "cascões" eles podem utilizar como autômatos, ou senão, eles vão preencher como Entrantes, se preciso for. Tais ETs transformam seus raptados, com corpo e alma, em servos passivos e úteis, sempre que obedeçam. Ou senão, se o raptado for rebelde, agitado, indomável, esvaziam tal corpo abduzido no acidente, mandam o Espírito ou o "Ka" do dito cujo para "sétimo céu ou astral", para que sonhe à vontade, em consonância com o plantio ou carma. Depois, tais nefastos utilizam o corpo-cascão esvaziado como eles querem. A partir desse mesmo corpo esvaziado, tais ETs trevosos ainda são capazes de arrancar células, pedaços e forjar outros clones humanos, de curta duração, que eles como Entrantes preenchem e utilizam para mais outros fins. Amigos, a morte em última instância, é uma infâmia que "altas cabeças" (ou torpes fraternidades) e alienígenas nefastos acrescentaram aos seres vivos de nosso mundo. Alguns dentre esses ETs negros podem até manipular o destino ou o carma dos homens como bem entendem, já que atuam ou interferem no domínio do tempo, recriado pela ignorância humana. O Deus Vivo ou o Pai Celestial de Jesus, lamentavelmente, está muito acima de todo esse horror. Ou também está intimamente escondido no Coração do Homem. Nesse caso, o ego-pensamento humano, o falso deus personificado ou demiurgo não deixam que o Senhor da Vida ou “EU SOU” proteja o corpo exteriorizado de todo e qualquer ser vivo. Daí porque os seres humanos às vezes padecem de tantos dissabores. A ciência e certas falsas religiões endeusaram em demasia o corpo externo e a morte. E a propósito, não existe carma que venha a atingir ou a afetar o homem. Há, isto sim, um homem-ego-carma que, por mal pensar, por intencionar e se decidir erroneamente, e por atuar ainda pior, se escraviza a esse mesmo carma, que depois se desenrola como se fosse uma fatalidade ou um destino cruel. Relacionado a tal carma está o ato intencional que quando executado só aprisiona o homem. Deus Vivo está livre das intenções nem sempre construtivas que o homem elabora e está livre também das decisões diabólicas relacionadas à execução de atos malfadados. Como uma amarga surpresa, descobri que fale¬cer atropelado equivalia a morrer apedrejado ou a ser lapidado. "A lapidação do primogênito" – é claro que nem sempre era um primogênito – correspondia, pois, a um castigo e até mesmo a um terrível ritual que alguns homens antigamente praticavam.
É bom que se saiba também que a partir do mal pensar e do mal agir saltam fora as duas leis básicas que regem a humanidade extraviada, leis que são: a Lei da Geração Condicionada, ou Dependente, e a Lei do Carma. No domínio espaço-temporal que também é intenção e decisão, os Manipuladores da Falsa Fatalidade interferem como e quando querem. AQUI E AGORA, Deus só ajuda quando o homem volta a centralizar-se no próprio Pai-Mãe Superior. O homem mal pensante lamentavelmente quase sempre se auto-expulsa dessa Terra Pura, desse Éden, desse Paraíso ou Reino de Deus.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A PROPÓSITO DOS QUATRO ÚLTIMOS LANÇAMENTOS

Aos caros amigos que tiverem interesse em adquirir os DEZ livros inéditos, (quatro atuais e seis anteriores, todos eles publicados em seis meses; pergunta-se: isso acontece em todos os países ou somente no Brasil? ). Ou tiverem interesse de adquirir apenas um, recomendo que façam um contato direto com o Clube de Autores, fazendo a busca para tal no Google, ou também chamando o:

http://clubedeautores.com.br/search?what=ernesto+bono&commit=BUSCA -- Aberto o site Clube de Autores, se for necessário coloquem meu nome ERNESTO BONO

Pessoalmente, eu ainda disponho para vender diretamente livros novos, mas mais antigos. Esses outros livros aparecem à direita. Os três primeiros tomos contém mais de 400 páginas. -
Para o envia de cada um , adicionar correio registrado R$ 6,00. Eles custam:

a) A Grande Conspiração Universal - R$ 30,00
b) Cristo, Esse Desconhecido - R$ 30,00
c) Apocalipse Desmascarado - R$ 30,00
d) AIDS, Quem Ganha Quem Perde (ou uma História mal Contada) - R$ 25,00

LADRÃO E SALTEADOR DA MENTE HUMANA - Primeiro Tomo - Quadrilogia

Para escândalo de muitos, o ladrão e salteador da mente humana aqui é, nada mais nada menos, que o próprio pensamento humano, centralizado num falso ente que todos chamam "eu", "ego". O autor deste trabalho denuncia que o "ego-pensamento" em todos nós é o pai de todas as calamidades humanas, doenças e loucuras.
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Sempre fomos habituados a crer que o pensamento em sua atividade culta ou inculta era e é a maior e melhor manifestação do aperfeiçoamento e da evolução das espécies biológicas, mormente se centralizadas numa mente humana, mente esta lamentavelmente confundida com massa cinzenta e fisiologismo cerebral, esses fantásticos engodos da ciência moderna.
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Antes de tudo, o autor salienta que Mente ou Espírito nada tem a ver com um aparente cérebro material funcionando.
Em segundo lugar, salienta que as atividades autênticas e verdadeiras da Mente são somente aquelas que estiverem livres dos laços temporais. Isto é, são aquelas atividades mentais que independem do ontem, do hoje de 24 horas, e do amanhã, ou melhor, independem da memória (passado), do raciocínio (presente) e da imaginação (futuro).
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Estas atividades autênticas e intemporais da mente são o Saber-Sentir-Intuir-Atuar-Amar. No caso, o famoso pensamento mágico, do analfabeto, ou lógico, do erudito, sacramentados por Aristóteles, Tomas de Aquino, Descartes, Kant, Hegel e fisiologia científica etc. é apenas um eco, uma ressonância ou uma reverberação defasada, atrasada, desse Pulsar Primevo, constituído pelo Saber-Sentir-Intuir-Atuar-Amar.
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Neste trabalho fica-se sabendo o que é finalmente Conhecimento Direto, próprio de Sábios de Verdade e da Verdade, e o que é o conhecimento indireto, usado pelo povo em geral, e principalmente, passamos a saber o que é o conhecimento indiretíssimo, usado pela ciência moderna, exaltado e endeusado por ela.
Desse conhecimento indiretíssimo só participam os olhos condicionados e o enxergar comum , e com os dois o pensamento defasado e enganador, com suas artimanhas dedutivas e indutoras.
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Neste trabalho salienta-se que tudo se Manifesta Aqui e Agora, e que, portanto, nunca houve uma criação no começo dos tempos, nem da parte de um deus pessoa, escondido nos confins do universo, nem da parte do deus acaso da ciência, com seus ridículos e iniciais big-bang, universo de cordas, buracos negros etc.
Em termos de Verdade Absoluta,, nada começou, nada continua num hoje de 24 horas e nada terminará no futuro. Fica também demonstrado que o tão exaltado ATO não depende de um ego-agente prévio, porque este pretenso agente ou ator, em verdade, é somente um desvario mental e não um ente em si ou uma verdade em si.
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O Homem é Atuar sem que ao mesmo tempo e necessariamente seja alguém especial que atue. O homem é Sentir sem que ao mesmo tempo seja alguém especial que sente. O homem verdadeiro é Saber-Intuir-Compreender, livre desse ego mal pensante, que só rouba e desvirtua o Saber-Sentir-Intuir-Atuar-Amar, para proveito próprio.
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O pensamento em todos nós foi quem, a partir do Aqui e Agora, recriou o falso espaço, o falso tempo, a falsa matéria, a falsa energia, o falso plasma científico, o falso mundo e assim por diante. Além disso, recriou também as impressões e convicções de dualidade e separatismo, e com isso as impressões e convicções de começo, meio e fim, de causa e efeito etc. E é só por causa delas que todos os homens acabam sendo totalmente condicionados.
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Sem uma prévia e lúcida atenção e mais um profundo autoconhecimento, toda e qualquer ciência que se elaborar e se cultivar depois resultará sempre em falsidade e aparências!” E por que?
Porque certos cientistas, antes de efetuarem suas pretensas observações despreconcebidas da natureza – observações essas que nunca são despreconcebidas, como eles dizem – precisariam se conhecer a si mesmos ou se conhecer melhor...
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Antes de deduzirem pretensas hipóteses a respeito do fato ou do pretenso fenômeno natural observado, precisam surpreender neles mesmos (autoconhecimento) quem é esse ego mal pensante que tanto quer descobrir e provar... E mais, se certos cientistas, antes de forjarem causas e condições, se antes de extrojetarem aparências externas que resultam num campo científico de observação e de experimentação, conveniente a eles mesmos, tivessem parado um pouco para meditar, refletir, a coisa teria sido outra.
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Se antes de forjarem suas equações e leis físico-químico-matemáticas, às vezes preconceituosas, com as quais dizem ter aprisionado e decifrado um pretenso Universo externo, tivessem surpreendido quem é esse ego, ladrão e salteador, que aprisiona e decifram supostos universos, depois teriam tido mais cuidado em dizer o que dizem e em provar o que provam.
E mais, se esses mesmos cientistas buscassem compreender as artimanhas do pensamento em si, seus mecanismos não cerebrais e a mente de cada um – nunca cérebro – depois jamais teriam perpetuados tantos faz-de-conta, neurológicos e tantas confusões fisiológicas complexas....
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E a propósito, o Doutor e Prof. Stephen Hawking, uma das grandes personalidades da Ciência Moderna, alega que as teorias científicas sim são válidas porque válido é o Método de Experimentação da Ciência, e válida é a interpretação do testemunho dos sentidos e da possibilidade de atuar que o Método Científico propicia. Mas, digo eu, é nisso tudo que reside exatamente o motivo do desastre!...
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O pretenso testemunho que os sentidos aparentemente propiciam e que o intelecto-pensamento interpreta é sempre falso, conforme "eu"alerto, neste mesmo livro e em outros. Isso porque, é sempre o pensamento (ou o intelecto capcioso) o que engendra previamente causas e condições ou situações externas, que depois chamaremos de mundo externo e suas coisas e seres. A Física Quântica Ondulatória já sabe que o sujeito e o objeto estão interligados e são uma coisa só. Entrementes o sujeito-ego é quem pensa, e o objeto é sempre pensado, o cérebro inclusive. Este não pensa, é pensado. E com isso o pensamento sempre impõe o que quer, mas sempre se esconde ou escapa quanto à tentativa de surpreendê-lo de fato e decifrá-lo.

TRANSMUTAR ESTE FALSO MUNDO - Segundo Tomo - Quadrilogia


Por meio deste trabalho fica-se sabendo da existência de dois tipos de Vida ou de duas manifestações. Ou melhor, dito, no lugar da criação do mundo no espaço e no tempo, Aqui e Agora há uma Manifestação Divina e Incondicionada que sai do "Coração" do Deus Vivo.
Vamos dizer, esta verdadeira Vida ou Manifestação Incondicionada não depende de nada nem de coisa alguma. Ela é o Verdadeiro Deus em Atividade. Não depende do tempo e do espaço pretensamente físicos ou científicos, transformados em receptáculos universais, nem depende da matéria, plasma e energia, que são o hipotético conteúdo desse recipiente enganador ou receptáculo universal.
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Além da Manifestação Autêntica e Incondicionada, o inimigo da Vida ou o Demiurgo, e o seu aliado, o ego-pensamento do próprio homem desavisado sobrepõem suas próprias reconstruções ou sua Geração Condicionada, que é uma falsa natureza ou é Maya (aparência, ilusão).
Estas forjações pensadas e acrescentadas sempre dependerão das pessoas bem ou mal pensantes. Porém, tomados isoladamente a pessoa pensante e o objeto pensado (mundo ou universo reconstruído) não são absolutamente nada.
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Sem contrapor novas teses, o autor deste livro, pesquisador científico a seu modo, por incrível que pareça, quase invalida as teorias e leis de Newton, Einstein e Stephen Hawking e outros, já que neste trabalho fica evidente que a persistência das coisas e o movimento físico ou o deslocamento são impossíveis, malgrado apareçam. Irreais também seriam a matéria, a energia e o plasma científicos.
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Pois é, amigos, de fato, no mundo nada nasce, nada dura ou persiste e nada morre. Nada foi criado, mas tudo aparece, tudo se superpõe feito fantasmagorias, tudo se desdobra graças aos mecanismos da Lei da Geração Condicionada.
As descobertas científicas – vistas como a tradução daquilo que é natural – são uma falácia. Todavia, os engendramentos científicos aparecem, e mesmo assim, são fruto de um conhecer indireto e indiretíssimo, e são principalmente magia. Os frutos do conhecimento só serão válidos se forem obtidos por meio de uma comunhão direta. Isto é, por meio do Saber-Sentir-Intuir de uma Mente Pura que comunga com Isto-(Natureza). Não é por nada que determinado poeta espanhol costumava dizer e alertar:
"En este mundo traicionero, nada és verdad, nada és mentira, y todo tiene el color del cristal con que se mira…"
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E mais, Wilhelm Wundt, a respeito do que se move e está parado, disse um dia: “O movimento é o único processo concebível no qual um objeto em si (…) tanto muda (de local), como permanece o mesmo (em termos de células e átomos). Muda porque, em relação a outros objetos, assume uma posição diferente no espaço; todavia, permanece o mesmo porque preserva sua identidade completa (pasta material).”...
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Pois é, digo “eu” (E.B.), lástima que esse pensador cientista, nunca penetrou mais a fundo em sua própria mente e em sua própria possibilidade de conhecer ou perceber!... Se tal tivesse feito e se se autoconhecesse um pouquinho mais, teria se dado conta de que “mudar” é exatamente a Natureza Primeva de tudo, e também de sua própria mente ego-personificada. Ele teria se apercebido que ao seu redor, tudo mudava ao mesmo tempo em que ele mudava também.
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Mudar é a natureza de tudo o que aparece externamente, de tudo o que se torna objetivo e reconhecível. A pessoa e o objeto separados, persistentes ou duráveis, e extensíveis, em última instância, são somente sobreposições ilusórias. São manobras acomodatícias da mente ego-personificada, e que resultam em dualidades newton-cartesianas ou em pessoa pensante, de um lado, e em objeto pensado, do outro, evidentemente tudo superposto....
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O suposto movimento que faz com que hipotéticos corpos materiais assumam posições diferentes no espaço, em relação a outros pretensos objetos, ou faz com que o corpo não mude e permaneça sempre o mesmo, preservando assim sua identidade completa, são frutos de um conhecimento distorcido e indireto, são frutos de elucubrações mentais e, por conseguinte, ilusões totais. Nenhuma identidade é preservada de modo sempre igual. Tampouco nada real se desloca em relação a outros objetos fixos e em estradas reais, e permanentes.
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Em termos relativos tudo é um faz-de-conta. Em termos absolutos, trajetórias (estradas), tempos, vácuos, massas, deslocamentos são impossíveis, desculpem. E mais, se todos eles são somente aparências superpostas, se são simples interdependências entre pessoa pensante e coisa pensada ou vista, como ficam então as fórmulas físico-matemáticas da mecânica, cinemática e dinâmica? Como tudo fica em ciência moderna? Leiam, e passem a saber.

KUNDALINI, O FOGO ESPIRITUAL - Terceiro Tomo, Quadrilogia


Esta obra, entre outras coisas, trata do fogo físico, sim, mas trata principalmente do Fogo Espiritual que os orientais chamam Kundalini, e que é um fogo interior (ou é Fogo Espiritual; em suma e sem escândalo, é o tão conhecido e nunca compreendido Espírito Santo. A pretensa terceira pessoa sagrada não está fora, está dentro). Esta obra trata inclusive das emoções e das paixões humanas. Apresenta outra faceta para o calor, os fótons, a luz e a escuridão, ditas físicas.
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Trata inclusive do espaço e do tempo, da pretensa fisicalidade das coisas, e aclara ainda mais o movimento...
O criticismo aqui aplicado inverte tudo o que é consagrado, daí porque o fogo físico -- que de físico não tem nada -- nem sempre queima. E a luz, que nada tem a ver com hipotéticos fótons que viajariam a 300.000 quilômetros por segundo, é totalmente outra, porque não há necessariamente um espaço e tempo físicos (em verdade sempre pensados) onde ela se deslocaria. .
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Este, portanto, seria outro ensaio que lida com o que há de mais importante na ciência, na filosofia e na cultura em geral: Afinal, temos ou não temos um espírito? Este trabalho aponta para uma Kundalini ou para o Espírito Santo no íntimo do próprio Homem., e não situado no sétimo céu.
De outro lado diz também que o fogo sagrado nem sempre queima, a luz física nem sempre ilumina. Entrementes, no íntimo da mente observadora pretensamente ego-personificada há algo que queima vorazmente, como as paixões, e há algo que também ilumina maravilhosamente bem, como a Verdadeira Sabedoria.
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E por que o fogo nem sempre queima e por que a luz pretensamente física nem sempre ilumina? Ora, porque sem a mente ego-pensante-personificada não há fogo físico, nem há clarão, nem há calor, nem a lenha vira cinzas. Sem mente ego-personificada não há luz física nem sombras. E prevalecendo a mente ego-personificada só há aparências e faz-de-conta. Estes últimos dois são só Maya (aparência ou ilusão), que a ignorância-ego primordial do homem - no Oriente também chamada Avidya - tenta decifrar, enganando-se sempre, e pricipalmente enganando os demais e mentindo.
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E se assim é, a Mente personificada precisa urgentemente liberar-se de todos os entulhos subjetivos e objetivos que o pensamento inventa e inventou, e também acumulou. Sim, o buscador sincero precisa fazer logo uma legítima higiene mental. Por outro lado e de fato, se precisa urgentemente de novos paradigmas para o Entendimento, a fim de que a velha teoria do conhecimento vigente pare de nos obsequiar mentiras e faz-de-conta.
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Como disse, a obra trata do fogo comum ou físico, sim, mas trata também do fogo sagrado, (Espírito Santo, Kundalini). Dá a entender que sem o esse "Fogo Sagrado" não pode haver Vida. E que o tal metabolismo celular-corporal não resulta em Vida, calor, sensibilidade, emoções, sentimentos, atuações voluntariosas ou espontâneas, mas sim tudo isso depende da presença da Kundalini (Espírito Santo) e da atividades dos respectivos chakras ou vórtices. É graças à Kundalini e aos chakras reativados que os poderes paranormais voltam a se manifestar. Lamentavelmente no homem comum esse fogo sagrado se restringe a ativar o fisiologismo corporal e a sexualidade, porque o resto fica apagado ou escondido.
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A Kundalini ou o Espírito Santo (que não vem do alto) é o fogo mais notável e poderoso que o ser humano possui. Graças à sua atividade interior, o homem manifesta Vida, tanto material como espiritual. Volto a perguntar, por que o fogo nem sempre queima e por que a luz pretensamente física nem sempre ilumina? Ora, porque sem a mente ego-personificada do homem extraviado, fora jamais pode haver fogo físico, clarão, calor, cinzas etc, tudo reconstruído. Sem mente ego-personificada, “extrojetando aparências ou reconstruções”, não há luz nem sombras físicas. E com a mente ego-personificada só prevalecem aparências e faz-de-conta. Bom, portanto, é que volte a vingar a Mente Pura, livre de ego, e com ela o verdadeiro Fogo e a verdadeira Luz.

A FARSA DOS MEIOS DO CONHECIMENTO - Quarto Tomo, Quadrilogia



Acredito que o título deste trabalho é extremamente audacioso, pois ninguém se permitiria duvidar da validez dos meios do conhecimento, consagrados pela tradição, pela filosofia clássica, pelas religiões do Ocidente e principalmente pela Ciência Moderna. E não se trata somente de duvidar de tais meios, como principalmente ousar em chamá-los de A Farsa dos Meios do Conhecimento.
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Pois é, amigos, se se aceitasse a absoluta validez dos meios do conhecimento, ou seja, se se aceitasse a absoluta validez dos órgãos sensoriais, dos corpúsculos sensitivos, dos terminais nervosos, dos nervos sensitivos ou aferentes, do cérebro, da mente personificada, da alma teológica, do ego-consciência, do inconsciente inventado por Freud, do Id, do Superego, da lógica-razão, da memória-raciocínio-imaginação etc., isso obrigaria a que um criticismo inteligente, sadio e mordaz, e uma Lógica Extremada e Autofágica se silenciassem e se anulassem para que ficassem prevalecendo os pareceres dogmaticamente limitadores da lógica-razão habitual.
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Frente a certos ardis dialéticos, como os que apresento no livro, todo o mundo costuma baixar a cabeça, emudecer e não saber o que dizer, quando contrariamente, num caso assim, é que se deveria protestar e criticar contra aquilo que nos é impingido à força.
Estes são os ardis em questão:
a) Os meios do conhecimento são absolutamente indispensáveis e válidos para qualquer investigação crítica e inteligente, e inclusive serviriam para a auto-reflexão e para a meditação. (Em verdade, tais meios do conhecimento só parecem ser indispensáveis numa investigação discursiva, pretensamente filosófica, religiosa e científica, investigação essa cheia de truques, restrições, dependências, limitações, aparências etc. já veremos por que).).
b) Os meios do conhecimento são indubitavelmente infalíveis, axiomáticos e duvidar de sua função significa estultícia. (Isso é o que a ciência, a filosofia, a teologia e a tradição vigente dizem, porque lhes convém).
c) Os (pretensos) meios do conhecimento são universalmente aceitos por todos, principalmente pelos filósofos comuns, pelos cientistas, pelos teólogos, pelos psicólogos, psiquiatras e outros mais. (Infelizmente, digo eu. No texto do meu livro, provo exatamente o contrário dos tópicos a), b), c).
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É bom que os amigos leitores saibam que o cérebro biológico, em sua condição de ser um simples objeto sempre reconhecível, nunca pôde pensar, nunca pôde conhecer, ele não sabe de nada. Todos devem saber que o cérebro-objeto não pensa; é sempre pensado.
Os tais de neuropeptídeos responsáveis pelos sentimentos e sensibilidade são uma brutal mentira!
O cérebro não encerra qualquer ego-individualidade, fruto de reações físico-químicas ou protéicas.
O cérebro sempre foi pensado por mim (ego) e pelo outros egos; sempre foi engendrado, daí ele aparecer somente como OBJETO.
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Por outro lado, a atividade pensante e atrasada do ego-mente condicionado - terrivelmente traiçoeira e mentirosa - é exatamente a que forja a poderosíssima impressão-convicção de cérebro separado e que elaboraria o pensamento. Todavia, o pensamento não é fruto da pasta cerebral. Dizem os entendidos: sem cérebro é impossível pensar. Digo eu, com o cérebro também.
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O pensamento é tão somente um reflexo, um eco, uma reverberação do atualíssimo SABER-SENTIR-INTUIR-ATUAR-AMAR, que é a Mente em si e que nada tem a ver com o segundo momento em diante, de onde parece saltar fora o corpo denso e respectivo cérebro. Ou seja, algo meramente engendrado por esse atraso existencial que chamam pensamento.
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Contrariamente, porém, a Mente Pura do Aqui e Agora é eficácia completa. O pensamento é o segundo momento ineficaz da Vida ou é tempo. O ego-pensamento é um ladrão e salteador da Mente Pura ou da Consciência Verdadeira. E antes do pensamento se intrometer, Aqui e Agora, já há um EXISTIR, que é Consciência ou é só Saber-Sentir-Intuir-Atuar-Amar, mas nunca é pensar. Isto é, o Verbo-SER, é a Individualidade Verdadeira, é a Mente Verdadeira, livre do mal pensar e do raciocínio enganador. O pensamento primordial, mas mesmo assim defasado engendra a impressão-convicção de cérebro pensante, quando em verdade este é sempre pensado.