domingo, 28 de dezembro de 2008

Ufologia – 5) Entrevista efetuada por Daniel Rebisso, publicada no REALISMO FANTÁSTICO – Curitiba


Ernesto Bono, autor de A Grande Conspiração Universal, faz incríveis revelações em entrevista concedida à Revista Realismo Fantástico.
Pesquisador italo-brasileiro, naturalizado, radicado no Rio Grande do Sul, o ufólogo Ernesto Bono é um dos pioneiros na abordagem filosófica do fenômeno OVNI. Nesta entrevista concedida ao também famoso ufólogo Daniel Rebisso, Bono fala de suas últimas descobertas sobre a grande conspiração de certos extraterrestres que estariam dominando planeta.
Realismo Fantástico — Primeira curiosidade: como a Ufologia entrou em sua vida?
Ernesto Bono — Muitos anos antes de me tornar médico e psiquiatra. Foi por volta dos meus 14 anos que comecei a interessar-me profundamente pelo tema e, desde então, nunca mais abandonei essa temática fantástica ou essa manifestação do insólito.
RF – Como conferencista e escritor, observamos que a sua principal preocupação em relação aos OVNIs tem-se voltado para as questões filosóficas ou, como poderíamos dizer, para o aspecto epistemológico e que envolve o conhecimento das coisas. A seu entender, o que a realidade ufológica freqüentemente impõe aos homens?
EB – Eu suspeito que a presença de certos UFOs, entre outras coisas, visa modificar nosso modo de sentir, perceber e entender a Vida e o mundo. Eles estariam aí para que, de algum modo, o homem abandone seus velhos esquemas de mal pensar e conhecer, esquemas instituídos no Ocidente pela filosofia e epistemologia de Aristóteles e fortalecida por Tomás de Aquino.
Tanto esses velhos filósofos como René Descartes, também filósofo e precursor da Ciência Moderna estabeleceram a primazia do sujeito e objeto separados ou da dualidade perceptual. Para eles, sem qualquer dúvida – e para nós também, condicionados pelas idéias deles – existe uma realidade material que se estende e que dura, a qual pode ser encarada por outra realidade que pensa, o corpo-ego-homem, no caso.
Esse dualismo ou multiplicidade perceptual acredita, por exemplo, que o homem é um ser à parte, separado, criado por alguém – o Deus bíblico ou o Acaso científico –, homem dotado de sentidos e capaz de sentir, pensar e perceber.
O homem confrontar-se-ia então com um mundo que estaria à sua frente, mundo que precisa ser bem enfocado, bem percebido, decifrado. Ou melhor, teríamos que raciocinar em cima do que se enxerga e se percebe.
Malgrado a impecabilidade dessa postura, ela infelizmente é um modo de conscientizar ou perceber totalmente errôneo e que vem prevalecendo há milhares de anos.
Sem qualquer dúvida, ela é prática e cômoda ao Status Quo, mas não passa de uma safadeza e desonestidade da lógica-razão em nós. Tal gnoseologia ou epistemologia é ótima para que os donos do poder alcancem seus fins, e é ótima principalmente para subjugar e dominar os indivíduos inocentes e desavisados.
Os orientais há milênios deram-se conta das mentiras do pensamento comum e da lógica-razão. Esse é o motivo profundo de os sábios orientais nunca se terem permitido criar uma ciência moderna, por exemplo, com seu modo de mal conhecer, atuando de modo ainda pior. (INTENCIONALIDADE)
Embora os UFOs nada tenham a ver com a Sabedoria Oriental, talvez estejam tentando romper com nosso esquema enganador de mal conhecer, perceber, senão todos os UFOs, pelo menos boa parte. A presença anômala e escorregadia dos UFOs quiçá esteja sugerindo que conhecer corretamente não é exatamente aquilo que Aristóteles, Ciência, Neurofisiologia e todos os demais filósofos do Ocidente estabeleceram, porque lhes convinha.
RF – Seria então necessário ver ou interpretar o fenômeno OVNI por um outro ângulo que não o científico?
EB – Aprofundando-me no tema, descobri que as humanas possibilidades de conhecer são somente duas: ou prevalece o Conhecer Direto ou Sentir (do Sábio Autêntico), ou prevalece a o Conhecimento Indireto ou pensar (do homem comum, do ignorante, do cientista confuso e conformado).
Explico-me melhor: Conhecimento Direto é quando a Mente em SI – ou a Mente num Homem livre do mal pensar – não se separa do dado, ou daquilo que está à sua frente, isto é, a objetividade, que não precisa ser só e sempre material.
Tal Mente Pura (ou SENTIR Primevo) comunga com a Objetividade Primordial – ou com o "ISTO" ou também com o Cosmo Verdadeiro. Em tal Saber-e-Sentir há uma interfusão, interpenetração, intercâmbio constante entre o Ser e a Coisa e que em verdade não são dois, mas sim são uma não-dualidade perfeita…
No Conhecimento Direto se Sente, se Sabe e se Intui, se Comunga, mas não se rumina a respeito (raciocínio) ou não se discorre propositadamente sobre o percebido, sobre o que se conscientiza. Aí não se levanta um ego, ladrão, salteador e mentiroso, e que se meta a distorcer tudo, a ocultar ou a acrescentar lorotas e enganos perceptuais.
No conhecimento indireto se pretende que haja um ego-pensante aqui, que se confronta com determinada coisa, lá e que independeria dele, mas que em verdade é coisa só e totalmente pensada.
O ego-pensamento em todos nós sempre acha que sente, que sabe, que intuí, que compreende, que atua etc, quando em verdade só pensar em sentir, pensa em agir, pensa em compreender. Mais mal conhece do que sabe de fato, mais mal lucubra do que intui; tudo raciocina e nada compreende; só pensa em agir, sem conseguir atuar com felicidade, ou livremente e alcançar fins verdadeiros.
O que o ego-pensamento alcança é exatamente o fruto pensado ou aquilo que se propôs fazer. Longe porém está de usufruir daquele Saber-Sentir Puro, ou de alcançar aquele Isto Primordial, os quais não são tão transcendentes assim nem tão metafísicos.
Os discos voadores autênticos são um ISTO Primordial que só o Saber-e-Sentir no Homem vivencia, percebe ou senão surpreende e com eles comunga.
Há momentos, porém, que certos OVNIs, como uma concessão deles mesmos, transformam-se em objetos vulgares, fugazes, em aparelhos pretensamente materiais, e que qualquer reconhecimento humano ou mal conhecer discursivo pode captar.
Só que as experiências que a testemunha-ego tiver sempre serão precárias, confusas, enganadoras, traumatizantes ou até mesmo sofridas. E toda conclusão que de tal experiência o ego quiser retirar sempre será aparências, enganos ou mentiras.
RF – Mas esse tipo de apreensão ufológica nos parece quase um estado de Iluminação Interior. Será preciso tanto?
EB – E por que não poderia ser assim? Aristóteles, Descartes, Kant, Hegel e a ciência moderna inventaram estórias a respeito da objetividade, a respeito do viver cotidiano, do Cosmo, onde os UFOs parecem caber.
E quem pode nos garantir que o mundo ou a objetividade tem que ser exatamente como eles disseram? E além de ser assim, quem pode nos garantir que uma objetividade tipo UFO tem que se acomodar às leis e dogmas que a ciência inventou, estabeleceu para resultar em PODER. Ou quem disse que um UFO tem que se comportar conforme a previsibilidade dos preconceitos humanos?
RF – Mas e o conhecimento indireto de que o amigo fala seria só um fornecedor de aparências e ilusões?
EB – Ele é o pai da própria ilusão e tem como base a própria lógica-razão, mãe de todas as aparências e contradições bipolares e polivalentes!
A lógica-razão sempre separa ou polariza o que nós acreditamos conhecer por meio dela.
Ou seja sempre resulta num certo e errado, num longe e perto, num alto e baixo, num longo e curto, num duro e mole etc. –, ou senão a lógica-razão oculta a Verdade-Isto, ou ainda distorce o Sentir Primevo e Puro, esconde o Real e em seu lugar engendra substitutos enganadores tipo falso mundo, falso universo, falso objeto.
O REAL em si, por sua vez, não é nem material nem anímico, não é nada acrescentado pelo homem mal pensante, nem é dependente, nem é algo que o pensamento comum possa decifrar. Na verdadeira VIDA, em cujo seio os OVNIs também pode caber, e com eles outros Cosmos – e não só o modelo de universo científico – não existe "um homem aqui" e "um mundo lá".
O que nessa Vida talvez prevaleça é exatamente uma não-dualidade vivenciável, indescritível para a lógica pura, mas descritível para os sentidos e as emoções.
Digamos, é um todo em que homem-e-meio são algo completo. Sol-e-Raios, Raios-e-Sol. Aí, portanto, não haveria nenhuma necessidade de o homem na condição calhorda de ego-pensante separar-se desse meio e depois tentar conhecê-lo para dele tirar ou não proveito e implantar o PODER institucionalizado.
Bastaria a esse homem comungar com seu meio, reconquistando aquela unidade ou aquela não-dualidade sensorial, e que sempre é uma união afetiva e inteligente.
RF – A idéia é interessante, mas como se aplicaria esse Conhecimento Direto à pesquisa ufológica, ou senão ao seu correto entendimento?
EB – Para se aplicar o Conhecimento Direto não existe nem como nem porquê.
O fato é que, sempre que se levantam os "como" e os "por quê?" em seguida passa a prevalecer o conhecimento indireto, o grande enganador e distorcedor de verdades simples e imediatas, como certos UFOs, às vezes podem ser.
A presença UFO não oferece um "o quê" ou um "como" pensar. De algum modo, apenas sugere que o teu modo de conhecer é precário ou está errado e que tens que te modificar. A realidade dos OVNIs, quando se faz presente, em termos aparentemente objetivos e materiais, é sempre um desafio para um ufólogo honesto e livre de escolas.
Parece que eles vivem a nos dizer: Ó cara, pára de pensar tanto e tão mal e começa a sentir-e-saber de outro modo!
Esse teu outro modo de sentir-e-saber pode perfeitamente transformar-se num caminho que te conduzirá até nós". E aí voltaremos a ser aquela não-dualidade, Isto-Sentir e Sentir-Isto, em que tanto os homens de boa vontade como os homens cósmicos, seus irmãos mais velhos, acabarão se confundindo e se abraçando no seio de um mesmo PAI-MÃE, de onde tudo surge, e nada se cria.
RF – Acreditas que todos os UFOs ou melhor, os ufonautas seriam capazes de tal gesto?
EB – É claro que todos não, mas boa parte sim. E é exatamente contra esta boa parte que o Governo Invisível humano e os ETs nefastos do além e do aquém estão lutando.
Boa parte dos ETs devem ser positivamente neutros ou benevolentes; e quem sabe estejam inseridos nesse modo de conhecer direto ou não-dualista. Alguns dentre eles talvez estejam tentando atrair alguns homens inteligentes para levá-los de volta às suas origens, o centro de tudo, onde tudo converge e também desde onde tudo diverge, sem que nada nem ninguém perca aquela condição primordial de Consciência-EU.
RF – E dos demais extraterrestres, dos ETs nefastos, o que poderias no dizer?
EB – Que são velhos aliados de humanos também nefastos daqui mesmo.
Tanto a esses ETs velhacos (reptilianos) como os seus compadres terrestres do Governo Invisível interessa e convém que prevaleça o famoso conhecimento indireto e indiretíssimo, ou seja, o conhecimento tipo comum ou tipo científico, a moral gananciosa e mesquinha do materialismo niilista, a falsa religiosidade.
Esses ETs bandidos ou até mesmo neutros negativos visam o PODER, no além e na própria Terra, como também o Governo Invisível visa esse PODER ou a hegemonia mundial.
Os dois não têm qualquer emoção, amor e sentimentos. São máquinas trituradoras e destruidoras sem o aspecto emocional-cardíaco, e que é exatamente a alma humana.
Eles são os famosos emissários da morte!
RF – Em seu livro A Grande Conspiração há um capítulo inteiro dedicado às revelações de John Lehar e Milton William Cooper a respeito do Majestic-12 e do governo secreto do mundo. O que te levou a crer na validade dessas denúncias?
EB – Exatamente os pormenores das denúncias que ambos fizeram. Como diz William Moore, que os contra-ataca, ambos podem ser apenas simples paranóides, fascistas, farsantes ou quem sabe agentes da CIA disfarçados.
Suspeito que William Moore é muito mais do que eles.
Pois é, mas para não ter amor à verdade e ao próximo sofrido, Milton William Cooper está se expondo demais, pode até correr risco de vida. (Aliás, já foi assassinado)
Nem ele mesmo se dá conta da incrível e espantosa gravidade de suas denúncias. Põe a nu as manobras de um Governo Invisível que efetivamente existe, encabeçado por uma CIA, NSA, MJ-12, CFR, TC, Bilderburger, Sociedade Jason, Alternativas l, 2 e 3 etc. como nunca ninguém o fez.
John Lear é muito mais prudente e comedido. Mostra o crime, sim, mas acha que ninguém é criminoso. Só os ETs safados é que seriam. (John Lear também morreu ou foi morto. Seu avião caiu estranhamente).
M.W.Cooper prova que a maior culpa cabe não aos ETs, mas ao Governo Invisível, que tem atormentado o mundo inteiro, visando o Poder Máximo…
O que mais me deixou pasmo foi saber que desde 1947, na traseira de presidente um Truman ou presidente Eisenhower, já existiam assessores presidenciais humanos, manipulando o governo norte-americano e soviético, constituindo inclusive e com toda felicidade organizações ocultas e prejudiciais aos homens e aos ETs, (digamos bem intencionados), como o MJ-12 (ou melhor, projeto Grudge, Sign, Projeto Grudge, Projeto Bluebook, Projeto Yellowbook, Sociedade Jason etc. etc).
O que me deixou abismado foi ver como esses humanos em absoluto nada honestos – alguns dos quais representam exatamente a anti-humana raça – se levantaram em bloco, tentando de todas as maneiras possíveis ocultar e bloquear toda e qualquer difusão de verdades ufológicas que não conviessem aos interesses deles.
Eles não podiam deixar transparecer que sociedades secretas ou eles próprios, Illuminati ou o Governo Invisível, já lidavam com ETs nefastos há milhares de anos.
Também não podiam deixar transparecer que sempre houve uma Grande Conspiração Universal, e que, após a Segunda Guerra Mundial, ou após a Segunda Grande Derrota Mundial – pois não foi o homem quem ganhou tal guerra – outros tipos de UFOs e ETs haviam irrompido no mundo, numa tentativa desesperada de alertar os homens ou de ajeitar o que ainda podia ser ajeitado.
RF – Mas então o que tens a dizer da falsa alegação de que os governos mundiais manteriam o fenômeno UFO em sigilo a fim de manter a ordem social e perpetuar o bem estar de todos?
EB — Essa tese de manter a ordem social, malgrado as histerias que o programa radiofônico de Orson Welles em 1938 causou, é completamente falsa.
Os poderosos que Milton William Cooper denuncia, e que eu julgo extremamente prejudiciais para o gênero humano, foram os que se levantaram após o segundo conflito mundial (ou derrota mundial), tentando esconder e sufocar uma coisa que havia resolvido intervir desde fora, desde o Insólito, e com o qual eles não contavam.
Ou seja, as aparições em massa de OVNIs neutros e quem sabe benevolentes, não aliados de certos humanos safados e não ligados à Conspiração Universal. Esta última talvez atinja seu ápice a partir do século XXI.
RF – Acreditas realmente que seres extraterrestres tenham firmado algum pacto ultra-secreto com as grandes Potências da Terra?
EB – Não que assinaram, mas foram induzidos a firmar pelo Governo Invisível, e que manda em todas essas grandes potências aparentes. Por conseguinte, foram enganados tanto pelos ETs nefastos como por certos humanos safados daqui mesmo. Ao assim me exprimir, estou me baseando em dados históricos, filosóficos, religiosos, espirituais e ocultistas.
A Grande Conspiração não abrange somente a área política e econômica, mas abrange tudo, principalmente o pretenso lado religioso, espiritual, ocultista e paranormal da humanidade.
RF – Independentemente de Cooper e Lear, de onde tiraste a tua convicção do pacto entre ETs e humanos safados?
EB – Conhecendo bastante bem um plano geral que está em andamento há milhares de anos. Tenho me apercebido dos interesses em jogo e que são da ordem econômica, militar, política, religiosa, filosófica, científica, mágica, ocultista, sociológica etc.
A partir da manipulação disso tudo, pode-se conhecer o que o Governo Invisível pretende e sempre pretendeu a hegemonia mundial absoluta. E para tal, nada melhor do que os alienígenas aliados deles!
Os mal informados sempre confundiram esse Governo Invisível ou clandestino com uma Fraternidade Branca com uma Shamballa, com Agartha, mas essas não tem nada a ver com isso. Forças ocultas nefastas do além e do aquém movem o mundo há centenas, senão há milhares de anos. E essas forças tanto pertencem aos falsos deuses, a Golem, Moloch, Jeová-Molokron, a ETs tenebrosos, como pertencem a humanos, em momentos senhores e em outros servos daqueles.
É a velha luta entre Deuses e Titãs ou na velha luta entre Deuses inseridos na Lei e Demiurgos fora da Lei, ambicionando o Poder.
O homem comum, infelizmente, fica no meio, como nas duas últimas guerras mundiais, e sempre leva a pior. Não poucos humanos gananciosos são aliados dos demiurgos há já muito tempo.
RF – Mas esse acordo secreto justificaria toda uma série de fatos aterradores, supostamente causados por determinados extraterrestres, como as desaparições misteriosas de seres humanos, mutilações inexplicáveis de animais, abduções de mulheres e homens por OVNIs e que depois são devolvidos totalmente perturbados.
EB – Que o acordo propriamente dito tenha a culpa do que vem acontecendo na Ufologia, duvido; mas que ele entreabriu a porta, entreabriu. Só que os poderosos dos governos não suspeitavam – e quem sabe sequer os líderes do governo invisível suspeitavam – que com essa abertura de leve, as portas iriam se escancarar, favorecendo as patifarias de certos notórios ETs vampiros, de certas larvas, de certas "máquinas" ávidas de sangue. São milhões e milhões de seres humanos que essas larvas asquerosas fazem desaparecer.
Muitos estudiosos do assunto sabem que esses acordos entre ETs e governos não somente permitiram que alguns ETs, e que depois se revelaram insidiosos, se instalassem no nosso meio, como inclusive lhes foi concedida certa liberdade para fazer as experiências que lhes conviessem. Em troca eles tinham que obsequiar favores e entregar avanços técnicos.
Esses mesmos ETs, aliás, velhos aliados do Governo Invisível ou clandestino, sempre estiveram aí. O que faz pensar então que tais coisas já vinham acontecendo há muito tempo, só que de modo mais brando e bem disfarçado. Nesses tempos, as velhas bruxarias e os diabos teológicos levavam a culpa.
Tais ETs nos tempos que correm, infelizmente, estão exagerando na medida. Ninguém mais os segura. Entrementes, o que o Governo Invisível está fazendo com suas Alternativas l, 2 e 3, com sua franca difusão das drogas, com o contrabando de armas sofisticadas, com corrupções generalizadas, com a prostituição chegando às estrelas. Com desgovernos provocados no terceiro mundo, com inflações totalmente camufladas, com recessões, com misérias agudas, com fome generalizada como as da África, com futuras leis marciais etc. etc. isso meu amigo é muito pior.
RF – Duas raças supostamente extraterrestres, os reticulianos e os rigelianos (além dos reptilianos) estariam atrás dessas operações e acordos secretos. Quem te garante que sejam elas mesmas as que estão fazendo tudo isso?
EB – As palavras reticulianos, rigelianos, reptilianos, e até mesmo procionianos (ou tipo humano, nórdicos) foram inventadas pelos homens, por certos estudiosos de Ufologia.
Não sei quantas raças de ETs nefastos existem, mas um tipo cinzento, e que o homem chamou de reticuliano, é o que geralmente prevalece quando se trata de descrever horrores e circunstâncias desagradáveis na Ufologia. Suspeito que dentre as centenas de tipos de ETs já vistos – (vistos pelo conhecimento indireto e enganador do homem e, portanto, ETs mal descritos; ou quem sabe, alienígenas que nos enganam por causa de nossa precariedade perceptual) – seria possível formar três grupos, sem cair no maniqueísmo do bem e do mal, ou seja: os benevolentes, tolerantes e que talvez tentem nos ajudar (os procionianos, quem sabe!). Os neutros e que às vezes se confundem com máquinas, robôs, andróides, clones, e os nefastos que precisam nos vampirizar e sugar tudo o que fortaleça e garanta a sobrevivência deles…
Temo que estes nefastos sejam a maioria… O relatório Matrix aponta os reticulianos, os rigelianos e os procionianos como sendo os extraterrestres que mais nos visitam e atuam no nosso meio. Suspeita-se também que as potências mundiais do primeiro mundo foram levadas a fazer acordos com reticulianos, rigelianos e reptilianos. Os procionianos ou os tipo venusino de George Adamski sempre foram rechaçados pelos governos em geral, não se sabe porque e sempre foram vistos como seres criados pela imaginação humana.
(É que esses tais se confundem com os alemães, e por conseguinte com os nazistas que fugiram após a WW2). Adamski, no caso, era o pai dessa imaginação, com propensões místicas.
É claro que atrás desse rechaço forçado e imposto estava o próprio Governo Invisível…
Por outro lado, levando em consideração os diversos relatos e raptos acontecidos, as vítimas geralmente ou descrevem extraterrestres tipo reticuliano, ou senão tipo rigeliano. Mas estes bem menos, reforçando sobremaneira a tese das experiências terríveis que tais alienígenas estariam levando a cabo com homens e animais.
Por outro lado, não se tem notícias de encontros com procianianos (ou tipo venusino) e que para o contatado tenha resultado em violências e traumas… Posso estar enganado, pois não é possível memorizar todos os contatos de terceiro, quarto e quinto grau que já aconteceram com ETs, no mundo inteiro.
RF – Esses reticulianos e rigelianos teriam eles entrado no cenário terrestres somente após a Segunda Guerra Mundial? Ou melhor dito, somente depois de 1947?
EB – Ai amigo, indiretamente estás me obrigando a tocar num assento delicado. Bem, lá vai, paciência! De fato, certas coisas precisam ser ditas! Como antes sugeri, muito antes de 1947, digamos milhares de anos atrás, certos membros ativos do que hoje mal se suspeita existir como governo invisível já eram aliados de certos extraterrestres. Quero crer que eram aliados de ETs nefastos. Só que estes dificilmente se faziam presentes na superfície do globo.
A modo de dizer, viviam invisíveis ou semi-invisíveis em planos imediatos ao plano-Terra. Eles, tranqüilamente sempre efetuaram o comércio do troca-troca… Ou seja, certos bruxos, certos religiosos de mau caráter, sempre estiveram fazendo sacrifícios, geralmente envolvendo sangue, eles sempre praticavam rituais a favor de tais ETs e que eram vistos como pretensos santos, deuses, guias, líderes de falanges, de egrégoras etc.
E estes, em troca, obsequiavam favores e poderes para os seus eleitos, ritualistas escolhidos. Talvez alguns do Governo Invisível atuassem assim e tirassem proveito disso. Assim que os pactos ou acordos entre ETs nefastos, necessitando de sangue, hormônios, órgãos, humores, sentimentos, emoções dos seres vivos já são bem antigos. Eles sugam tudo.
RF – Por que razão esse acordo entre ETs cinzentos e grandes Potências, direcionadas por um pretenso governo invisível só foi posto em prática mais intensamente nos últimos anos, digamos, após a Segunda Guerra Mundial.
EB – Vou contar uma piada que parece verdade ou uma verdade que parece uma piada. Conforme ensina a tradição milenar e o próprio Apocalipse, milhares de anos atrás houve um terrível confronto de ETs no céu, confronto que se refletiu na superfície terrestre, de modo catastrófico.
Um grupo de ETs benevolentes ou da Luz, capitaneados por alguém, e obedecendo ordens do Centro da Vida, vieram dispostos a eliminar (ou a expulsar) dos céus e da superfície da Terra o Demiurgo usurpador, e seu 1/3 de estrelas (ou ETs nefastos, asseclas, seguidores ou até mesmo outros demiurgos mais).
Este Demiurgo usurpador, tomando o lugar do Absoluto, do Ser Primevo, do Deus Pai-Mãe, muito antes fez-se passar pelo deus único, criador do céu e da terra, e que todos deviam obedecer e temer. Em verdade sempre foi e é um farsante, um Titã inimigo dos homens.
E tal como conta o Gênesis, em que Abel é atraído para fora por Caim e depois é traído e morto, esse mesmo líder e seus ETs de boa vontade, de algum modo, foram enganados pelo Demiurgo. Tiveram que parar de guerrear contra as hordas do Demiurgo, porque quem estava sendo prejudicado, como de hábito, era o homem da superfície terrestre. E eles bloqueados, não puderam voltar às suas origens.
Para evitar o pior, "esses ETs benevolentes tombaram na superfície terrestre", em pontos especiais e se esconderam por um tempo ou Era.
Esses mesmos que se esconderam em algum lugar da terra, visto os tempos terem chegado, por amor ao homem, resolveram reaparecer na superfície.
Determinados extraterrestres não derrotados, mas que por força das circunstâncias se ocultaram em mundos subterrâneos e plataformas submarinas, simplesmente resolveram voltar. Juntamente com o retorno à superfície desses, também voltaram a aparecer outros ETs cósmicos, Filhos da Luz, que se situavam muito além do escudo isolador que o Demiurgo havia levantado ao redor da Terra.
Com esse aparecimento repentino de ETs positivos do muito além, e também com o aparecimento dos aqui escondidos, o Governo Invisível ou clandestino se apavorou. Sim pois os ETs nefastos ou espectrais, mais o Governo Invisível eram inimigos milenares de todos esses outros ETs provavelmente positivos e inclusive inimigos da própria humanidade, que por eles todos sempre foi considerada um pasto aprazível. Amigos, todo esse horror, de alguma maneira têm que acabar!

sábado, 27 de dezembro de 2008

Ufologia 3) - Informações sobre ETs são sonegadas pelos governos – entrevista com E.Bono


O nosso entrevistado E.Bono nasceu na Itália e mora em Porto Alegre desde março de 1947. Naturalizado brasileiro, é graduado em Medicina pela UFRGS. Trabalhou por 23 anos no Hospital Psiquiátrico São Pedro, em Porto Alegre. É, também, escritor, conferencista, palestrante e comunicador. Em 1967 introduziu a visão antipsiquiátrica no Brasil, com um enfoque do tema totalmente próprio. È um estudioso das filosofias e religiões do Oriente e do Ocidente, bem como exegeta do Novo e Antigo Testamento e ufólogo há quase 50 anos.
A entrevista que segue foi concedida por e-mail à IHU On-Line da Unisinos. Nela Bono explica, com diversos argumentos, que os ETs existem e os governos sonegam essa informação do grande público. E ele avisa: “esse constante despistamento e radicalismo continuam e ninguém se iluda que a verdade um dia se tornará pública”. Confira.
IHU On-Line- Como o senhor se interessou pelo estudo da vida inteligente em outros planetas?
Ernesto Bono- Ora, porque eu sou um indivíduo que praticamente vivenciou toda a Segunda Guerra Mundial. Nasci na Itália e morei em Turim, a cidade da Fiat e de outras grandes indústrias mais. Portanto, uma cidade estratégica. Pois bem, dos meus seis anos (1940) até os onze anos (1945), eu e minha família ficamos sujeitos aos monstruosos bombardeios dos aliados (franceses, ingleses e americanos).
Além disso e mais tarde, fui obrigado a presenciar uma guerra civil na Itália e em Turim, que começou em abril de 1945, onde certos italianos, comprados pelos antigos inimigos, se comportaram, como verdadeiras feras. Tudo começou com o dependurar do cadáver de Mussolini na Piazza Loreto, Milano.
A seguir, via cinema e rádio, tomei conhecimento do que estava acontecendo na Itália e do que havia acontecido em toda a Europa por causa da Segunda Guerra Mundial. Russos, americanos e ingleses (142 países) contra alemães e estes contra todos esses, italianos contra ingleses, gregos, russos, iugoslavos etc e todos estes contra os italianos, alemão contra francês e vice-versa, japonês contra americano, inglês etc. e vice-versa. Acrescenta-se a tudo isso, as ruínas das cidades inglesas, alemãs, italianas, e japonesas. A fome, a miséria, o medo, o horror e o desespero dos campos de concentração.
Os exageros, as mentiras e as infâmias inventadas a respeito dos perdedores. Os "gloriosos" cogumelos atômicos de Hiroshima e Nagasaki, com seus quase 300.000 mortos. (Nota: Isto que Hitler usou a sua bomba A duas vezes na Rússia. Ou seja, em fim de junho de 1943, ao sudoeste de Kursk, quase sem cidadãos civis por perto. Lá havia somente militares, e nessa primeira tentativa morreu todo um regimento soviético, o que deve ter sido um horror. E depois em março de 1945, em Tungunska, região desabitada da Sibéria, foi lançada uma segunda bomba, com um desastre ecológico e incrível da floresta.
Nunca se formou cratera de asteróide tombado. Até 1946, o mundo nunca havia tomado conhecimento do desastre de Tunguska, que teria acontecido em 1908 ou 1927, segundo os soviéticos. Todavia, o astuto do Stalin soube manobrar muito bem essa história da década de 1940, falsificando as datas.
Graças a Stalin, o chefe russo e seus imediatos, o povo soviético não tomou conhecimento das bombas alemãs e nem se atemorizou. Com isso a tentativa de Hitler paralizar a União Soviética falhou. Afinal, o monstro soviético em 1945 já havia invadido o território alemão.
Por causa dessas duas terríveis experiências, Hitler se horrorizou com a bomba e em princípio se recusou usá-las. Em verdade, parece que lhe faltou um meio de transporte adequado para atingir os Estados Unidos, Nova Iorque, principalmente, e temeu a reação dos americanos, já que eles também estavam construindo a bomba A. .
Em agosto de 1945, os americanos sem qualquer escrúpulo - sabendo inclusive que os japoneses antes do desastre final estavam implorando o cessar fogo e a submissão - mesmo assim jogaram duas bombas alemãs que haviam se apropriado sobre os japoneses, porque as deles ainda não estavam prontas. (amigos, todas estas denúncias estão na Internet).
Mas fora todas essas barbaridades que me deixaram horrorizado com o mundo e com os assim ditos vencedores, em 1947 vim para o Brasil, a terra bendita, e mais tarde me naturalizei. Tomei nojo de guerras, da derrota mundial que só hoje começamos a conhecer, conheci a política imunda, da enganadora paz eterna que ia se instalar. E com 13 a 14 anos comecei a olhar para o céu, em busca de outro tipo de vida. E já em 1947-1948 começaram a aparecer as primeiras informações sobre discos voadores em jornais e revistas. Com 13-15 anos eu já estava atento e a par desses intrigantes aparelhos voadores.
Em meu íntimo se levantou então a esperança de que em outros mundos do nosso Sistema Solar havia mais inteligência, havia outros tipos de vida melhores do que o nosso. Aliás, os discos voadores, começaram a aparecer logo após a Segunda Guerra Mundial, porém há já muito tempo estavam aqui presentes na Terra, e só apareciam discretamente e para alguns. Depois da Segunda Guerra Mundial, as coisas no céu e na terra se modificaram por completo, e eles então começaram a se fazer mais presentes para escândalo dos grandes Governos. .
IHU On-Line- O que abrengeria o conceito "ultraterrestres"?
Ernesto Bono- Sinceramente eu não conhecia o conceito "ultraterrestres", mas cabe muito bem, porque atualmente já não se pode mais falar só de extraterrestres, e sim de muitos outros aliens mais, malévolos, neutros e benevolentes. Discos Voadores e extraterrestres eram palavras válidas para a década 50-60, com seus famosos contactados tipo Adamski, Daniel Frey ou com Marte, Vênus, Ganímede (satélite de Saturno), Lua etc. supostamente habitados.
Hoje os ETs proviriam das Plêiades, de Orion, de Alfa-Centauro (não o planeta) da constelação Ursa Maior etc., todos esses muito além do Sistema Solar.
Em verdade os aliens e seus aparelhos podem ser extraterrestres, intra-terrestres. Podem provir de bolsões ou mundos subterrâneos e que estão espalhados pelo mundo inteiro, próximos à superfície, e isso principalmente no Brasil.
Podem ser submarinos, do Triângulo das Bermudas ou equivalente. Os aliens e seus veículos inclusive podem ser extra-situacionais - Nota: Por incrível que pareça, a impressão e convicção de universo científico está pouco a pouco sendo suplantada, cedendo lugar para outro Cosmo constituído de Situações Existenciais que se estendem e que lembram ilhas cósmicas. Nem Ptolomeu nem Copérnico-Galileu tinham então razão.
Há também os aliens inter-dimensionais, da quarta, quinta, sexta etc. dimensão, amigos e benevolentes. Só que aqui o conceito dimensão nada tem a ver com primeiro, segunda, terceira, quarta dimensões das geometrias atuais.
IHU On-Line- Qual é seu principal argumento no livro A grande conspiração universal? Quais as principais críticas recebidas por parte de cientistas?
Ernesto Bono - Denunciar que foram feitos acordos secretos entre os Governos oficiais estabelecidos, tipo americano, soviético-russo, inglês, francês etc. e os extraterrestres malévolos ou os bandidos da Federação. Estes pactos bem plausíveis, jamais vão permitir que as pessoas comum tomem conhecimento da temática OVNI, em profundidade. E mais, no mundo sempre existiu um poderosíssimo Governo invisível. Este há muito tempo manda em todos os países do mundo, principalmente nas grandes potências.
E assim como Hitler e alguns germânicos possivelmente fizeram alianças e contatos com aliens de Aldebaran , e estes levaram os alemães a construir os seus primeiros discos voadores ou Haenebus, da mesma maneira o Governo invisível obrigou a alguns cabeças dos governos americano e russos -altos figurões - a construir bases subterrâneas em seus territórios, para abrigar determinados ETs (reptilianos alfa cinzento, reticuliano, rigeliano etc.).
Todos esses e mais, milenarmente falando, são aliados do Governo invisível. E aqui começaram então a se estabelecer os extra-situacionais. Inicialmente se revelaram amigos, colaboradores e aliados dos povos que os acolheram. Depois, contudo, começaram a ser vistos, por certos americanos, como vampiros, vistos como uma calamidade e como os piores inimigos da espécie humana.
A transmissão radio-teatral da Guerra dos Mundos de H.G.Wells e da parte Orson Welles, o futuro gênio do cinema, em 1938, sem que este diretor o soubesse, visou por o povo americano em prova, por encomenda de alguns tipinhos do Governo. A transmissão foi excelente, mas o seu resultando não podia ter sido pior, Foi uma catástrofe. Depois disso, os governos inventarem os termos “não pode, não deve, é proibido por questão de segurança nacional".
Com quase toda a certeza, na região de Rooswel, EUA, houve um enfrentamento entre um disco dos mundos subterrâneos da Terra, contra outro aparelho dos alfa-cinzentos, alojado, quem sabe, na base americana de Dulce ou equivalente. Os dois se arrebentaram.
Um caiu no dia 10 de junho de 1947 em Socorro, com 4 tripulantes quase humanos com seis dedos, e o outro caiu no dia 12 de julho em Roswell, com ETs tipo Alfa-Cinzento.
A autópsia de uma ET que alguns anos atrás as TVs do mundo apresentaram e depois batizaram como falsa era feita numa alienígena feminina com seis dedos, própria dos mundos subterrâneos daqui mesmo. A autopsia feita em Rooswel, um mês depois, tinha um alien tipo alfa-cinzento, com aquele rosto, olhos e boca notórios.
A partir daqui o Governo americano desencadeou uma arguta e poderosíssima vigilância a respeito da temática UFO, tentando proibir e impedir que a verdade sobre os OVNIS viesse à tona. E esse constante despistamento e radicalismo continuam e ninguém se iluda que a verdade um dia se tornará pública.
Estudiosos americanos que estudaram a temática da conspiração e tentaram denunciá-la morreram ou foram mortos, entre eles John Lear e M.W.Cooper, Paul Benewitz, Schneider etc . Lamentável é dizê-lo, mas os cientistas em geral, pagos e dirigidos pelos governos, acabam detestando a ufologia e os ufólogos. Convém, não é?
IHU On-Line- Como será sua participação no Curso Vida Extraterrestre II?
Ernesto Bono- Não tenho a mínima idéia do que vou dizer, nem sei se depois do que está sendo exposto aqui ainda vão me convidar. Ainda mais que eu defendo a inegável realidade dos UFOs e de seus tripulantes.
Existem milhões e milhões de provas todas elas escondidas pelos poderosos dos governos comuns e invisível. Visitem a base de Dulce, a Área 51 etc. Tome principalmente cuidado com a eventual reação dos que não gostam dessas coisas.
Não bastasse isso, em especial, ainda ouso denunciar os tabus de muitas verdades sagradas da ciência e da astronomia.
IHU On-Line- Afinal, a ufologia é uma ciência ou pseudociência?
Ernesto Bono - Eu diria que a Boa Ufologia é mais do que simples ciência acadêmica. Ela vai muito além das cinco etapas do método que a ciência estabeleceu e que são: 1)a observação despreconcebida do fenômeno ou da ocorrência, 2) a hipótese, 3) a experimentação laboratorial, 4) a descrição matemática do fenômeno, se possível e 5) a prova final irretorquível.
-- A boa ufologia, e não essa ufologia folclórica que anda por aí, própria de congressos, é ciência sim, porque em princípio os relatos que ela faz buscam ser honestos e verdadeiros, com ou seu provas. Estas provas ufológicas, infelizmente não persistem, porque imediatamente os governos oficiais as destroem, as confiscam ou dão nelas um chã de sumiço, obedecendo principalmente os interesses dos EUA.
Eles se desculpam, alegando que o homem ainda não deve nem pode conhecer esse quebra-cabeça chamado UFO. E mesmo que na área ufológica existam pessoas que inventam mentiras, estórias e teatrinhos, o bom ufólogo, como bom cientista que também é, logo se apercebe disso.
A Ufologia em si é filosofia do mais alto gabarito, é religião cósmica, pois já sabe da existência de ETs perversos e outros benevolentes.
É epistemologia (ou nos está devolvendo a arte de bem conhecer).
É a Ciência do Real, como a antiga Alquimia dizia (hoje desprezada).
É Autêntica paranormalidade, é Magia branca, quando presentes estãos o aliens de luz, ou é magia negra, pestilenta quando os malévolos e perversos se apresentam e se intrometem, e como isto, minha gente, tem acontecido ultimamente!
É até bom Cristianismo, pois o grande Mestre nos alertou dizendo: “Na casa de meu Pai há muitas moradas ou situações divinamente verdadeiras. Nesse aforisma, o Galileu não estava falando de planetas científicos).
IHU On-Line- Algum outro aspecto que deseje acrescentar e não foi perguntado...
Ernesto Bono - Devido o teor denúncia de meus livros, 1) A Grande Conspiração Universal, 2) O Apocalipse Desmascarado e 3) Os Manipuladores da Falsa Fatalidade, sou considerado conspiracionista. Ou seja, eu seria um daqueles inventam conspirações estapafúrdias e as denunciam como se verdadeiras fossem.
O grande Salvador Freixedo era o que mais denunciava isso e, no entanto, viu-se obrigado a silenciar e a sumir.
Amigos, eu não inventei absolutamente nada. Apenas conheço bem os fatos. Não estou dormindo nem me iludindo com novelas, futebol e carnaval brasileiro. Recomendo que se informem sobre os famosos Illuminati, saibam quem eles são, como agem, e o que querem fazer com o mundo, por meio de seu globalismo velhaco.
Conheçam certas manobras de alguns indivíduos do Governo e que impediram que os ETs de Varginha, Minas Gerais, e os chupa-cabras do sul do Brasil acabassem sendo vistos e conhecidos pelos brasileiros em geral.
Saibam da velhaca censura que prevalece na grande Imprensa. Conheçam o que são ou o que foram certos programas ufológicos tipo Majestic-12, P-40 ou outro nome que a eles foi dado. Saibam da fantástica espionagem que o Echelon do Governo Invisível vem praticando em cima dos bons cidadãos do mundo inteiro. E por fim, sem se assustar nem se desesperar, convém que fiquem precavidos, porque infelizmente, devido a essa falsa Nova Era, falsa religiosidade, Globalismo enganador, Obama e o escambau, já fomos invadidos e quase subjugados. Todavia, nem tudo está perdido. Ainda há esperanças porque os homens em si, os grandes homens e os bons em especial, são uma eterna surpresa e até mesmo um paiol aceso. E poderão botar a perder todas as infâmias que certos canalhas querem praticar.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Ufologia – 1) Três Perguntas Básicas da Ufologia Moderna


1. Há acordos entre ETs e autoridades terrestres?

2. Até que ponto os governos da terra escondem os segredos da ufologia?

3. A problemática ufológica estaria inserida numa grande conspiração universal?

SEGUNDA VERSÃO DAS TRÊS PERGUNTAS BÁSICAS DA UFOLOGIA --
(A primeira versão é praticamente igual à segunda.
Terceira Versão é a que saiu ou foi publicada na Revista UFO número 74, para minha surpresa e desagrado, saiu completamente distorcida e deformada. Depois disso fiquei irritado com a Ufologia dita oficial e de certo modo me desliguei. Alguns que em tal ufologia oficial mandam estão com a alma vendida ao diabo (ou à anti-humana raça que tudo proíbe, ou senão tudo distorce, tudo deforma). Aqui então vai a segunda versão que é igual à primeira.

"Atualmente, muitos são os questionamentos e dúvidas que tem se levantado e que envolvem a problemática ufológica. Respondê-los com clareza não é tão simples quanto parece, e tampouco a resposta pode ser tão rápida, pois são necessários argumentos plausíveis e uma reflexão sistemática sobre o assunto.
Um dos mais polêmicos destes questionamentos é o possível acordo entre os ETs e as autoridades terrestres do primeiro mundo. (Aí entra principalmente o governo invisível). Nisso, minha resposta é totalmente intuitiva ou até mesmo instintiva, e digo sim, que há e que houve.
E se tais acordos foram realmente realizados, eles são totalmente irregulares e inconstitucionais para qualquer país dito civilizado e democrático. Ou seja, tais acordos foram arquitetados em segredo por autoridades de determinados governos, digamos, russo, inglês ou o norte-americano, juntamente com certos tipos de ETs, somente, os greys ou alfa-cinzentos, também conhecidos como reticulianos, rigelianos ou até mesmo e principalmente REPTILIANOS.
É por isso que esses acordos precisam ser mantidos em segredo pelos governos humanos envolvidos, é claro que em avanços tecnológicos, ou senão graças às trocas esperando alcançar algo mais. O que rege a orquestra de todas essas infâmias é o governo invisível, com seus illuminati.

Outro ponto que fundamentaria o fato de os UFOs terem se tornado segredo teria ocorrido em 1933, quando Adolf Hitler assumiu democraticamente o poder na Alemanha, com maioria absoluta dos votos. Na época e naquele país, também começaram a aparecer indivíduos estranhos, peculiares, e também começaram a aparecer aparelhos esquisitos, estranhos objetos, além de enigmáticas presenças individuais físicas ou psíquicas. Estas últimas eram complementadas por revelações que tipos incomuns e provindos não se sabe bem de onde forneciam. Já em 1935, na Alemanha, esses aparelhos bizarros começaram a assumir o aspecto de objetos voadores circulares (Vrill).
Tudo leva a crer que os discos voadores dessa época foram aparentemente construídos pelo gênio alemão ou senão inspirados por seres de outras latitudes, situações, dimensões e até mesmo, como diria a Astronomia, eles provinham de outras estrelas e galáxias, como Aldebaran.
Atualmente, as evidências e provas a respeito desses fatos que aconteceram no domínio do Terceiro Reich não são poucas. Podemos nos informar através da Internet - há diversos livros e reportagens a respeito -, ou através de uma literatura chamada revisionista que cresce a cada ano, e que pelos senhores do mundo é vista como criminosa, só porque duvida e questiona.
Em virtude da aproximação de certos hitleristas com hipotéticos extraterrestres de Aldebaran, digamos, ou até mesmo com seres interdimensionais da Hiperbórea, certos governos do mundo ocidental viram-se obrigados, vamos dizer, a aceitar a presença de outros alienígenas estranhos, outros tipos de ETs e realizar acordos secretos com eles já na década de 1930-40.
Os fortes Governos atuais escondem e esconderão as verdades ufológicas até o limite máximo que puderem, pois estão comprometidos com os acordos secretos que tiveram que fazer.
Além disso, heresia das heresias, os aparentes vencedores da Segunda Guerra Mundial jamais quiseram admitir que uma Alemanha da época ou em plena Segunda Guerra Mundial teria alcançado um grande avanço na construção de discos voadores tipo Vrill, Haenebu I, Haenebu II, Haenebu III, VII, porta-discos tipo Andrômeda etc, por iniciativa própria, ou quem sabe graças à ajuda alienígena.
Os aliados tampouco se conformaram com o fato de que todos esses discos, logo após o pretenso fim do segundo conflito mundial ("ww2"), simplesmente sumiram, desapareceram ou foram se esconder no Pólo Norte.
E isso é o que sugere e indiretamente relata o coronel e ufólogo Wendelle Stevens, em seus avistamentos da época. Só que Wendelle jamais falou em UFOs alemães. Apenas estranhou que o governo norte-americano vitorioso empenhasse tantos aviões de guerra na vigilância da área do Alasca, Pólo Norte, logo após o término do conflito.
Tais discos voadores talvez tenham também se escondido num local secreto do território argentino (Serra de Mendonza, de Córdoba), ou até mesmo no planalto brasileiro (nos restos da antiga Civilização de Akakor).
Alguém sabe que algumas pequenas tribos brasileiras da Amazônia foram dizimadas só porque os índios que as constituíam falavam alemão ou senão possuíam algum revólver ou metralhadora alemãs? --- Que alguém tente me explicar os verdadeiros motivos do assassinato de Karl Brugher, autor do livro Crônicas de Akakor, proibido no Brasil, motivos que sempre não sejam as desculpas forjadas pela polícia. --- Que me expliquem também a morte do bispo do Acre que sem querer entrou nessa história de Akakor.
E ainda, tais pressupostos ufos nazistas ou germânicos podem também ter ido parar nos Andes (en la Ciudad de los Césares), ou senão no Pólo Sul, refugiando-se uns em mundos interiores do Pólo, apontados pelo ministro da Kriegsmarine Carl Doenitz, ou outros, numa eventual Terra Oca, onde se uniram com os sobreviventes ou remanescentes de outras antigas e secretas civilizações terrestres, atualmente escondidas, a partir das quais surgem muitos Ovnis.
Hoje todo bom historiador sabe que mais de 120 extraordinários submarinos alemães, os mais avançados e modernos possíveis da época, um pouco antes de aparentemente terminar a Segunda Guerra Mundial simplesmente sumiram ou desapareceram do mapa. Tais submarinos podiam carregar muita gente – muito mais que cem pessoas –, além de poder transportar outros aparelhos, por exemplo, submarinos e discos voadores desmontados.
Esses submarinos do tipo U-23, incluisive foram utilizados como cargueiros, transportando material bélico e de primeira importância da Alemanha para o Japão e vice-versa, entre 1943 e 1945.
Tal debandada de submarinos com eventuais discos desmontados fundamenta o fato de que os vencedores, em suas conquistas das bases secretas alemãs, situadas no próprio território alemão, ou senão na Tchecoslováquia ou senão também na Noruega conquistada pelos alemães, etc. jamais se depararam com um disco inteiro, ou senão com restos de discos voadores nazistas,. Mas não obstante isso, eles se depararam com gigantescas estruturas que construíam discos ou senão encontraram milhares de maquetas, plantas, desenhos, modelos, estudos, gráficos de discos.
Por outro lado, o serviço de inteligência alemão, e que ainda vingava antes do término do conflito, só permitiu que americanos, ingleses e russos, pretensamente vencedores, conhecessem como se construíam as convencionais bombas voadoras, V1 e V2.
Nem o tão louvado Werner Von Braun, construtor das bombas voadoras alemãs e dos primeiros foguetes espaciais americanos, conhecia nada a respeito dos discos voadores ou dos Haenebus germânicos. Parece incrível, mas é um fato.
Outra heresia, os alemães, pretensamente derrotados em 1945, dez anos antes ou 1935, ou um pouco mais tarde, já construíam discos voadores inspirados por seres estranhos, e que atualmente ainda seriam os habitantes da Terra Oca, cujas entradas bem disfarçadas se encontram nos pólos, como a própria Agência Espacial Norte-Americana (NASA) e demais autoridades mundiais sabem. Os do governo invisível, mais seus aliados terrestres (grandes potências), mais uma tal de Federação Cósmica, mais os poucos que constituem a anti-humana raça querem porque querem destruir esses eventuais habitantes da Terra Oca, o que seria um crime atroz.
Os alemães foram derrotados sim, em seu próprio território, mas é de se crer que continuaram e continuam lutando de um modo completamente diferente, nos céus e mares da Terra, derrubando, quem sabe, discos voadores de ETs nefastos, aliados a um Governo Invisível, ou senão até mesmo derrubando caças ou aviões de guerra norte-americanos, ingleses, soviéticos etc, como tem acontecido.
(Heresia, heresia, que horror!) E como a Segunda Guerra Mundial pode não ter terminado, e certos alemães ainda estejam lutando nos ares e nos mares com seus discos voadores, então esta última é a mais terrível verdade que os governos dos Estados Unidos, União Soviética hoje Rússia, Inglaterra, Canadá, França, Israel tinham e tem que resguardar ou esconder a todo custo! Afinal, material e literalmente falando, eles eram vencedores do segundo conflito mundial.
Em 1947, o almirantes Richard Evelyn Bird e o contra-almirante George Dufek, com uma frota constituída por treze navios de guerra, aviões especiais, veículos armados e quatro mil e setecentos homens especiais, selecionados e preparados para tal missão, todos foram para o Pólo Sul. A frota era constituída pelo navio capitânea Mount Olympus, por um navio guarda-costas e rompe-gelo North Wind, pelo destróier Browson, por uma nave-mãe ou porta hidroaviões Pine Island, por um petroleiro Canisteeo, por um submarino Sennet, por um cargueiro, Yanksey, por outro porta hidro-aviões Curituk,, pelo petroleiro Cacapon, pelo destroier Henderson, pelo rompe-gelo Burton Island, pelo porta-aviões Mar de Filipinas e pelo cargueiro Merrick.
Todos eles invadiram a Antártida, bem na zona alvo e tentaram ir até o ponto onde os alemães presumivelmente haviam se escondido, num território que os germânicos em 1938 chamaram Nova Suábia. No entanto, americanos, (parece que havia também ingleses, australianos, e outros mais).
Após uma semana de tentativas e lutas, essa frota americana e internacional foram derrotados e tiveram que sair de lá, correndo, depois de perderem quase todos os aviões, muitos homens e veículos.
O almirante Bird, desconsolado, declarou ao jornal El Mercuryo, de Santiago do Chile, que a terceira guerra mundial poderia começar e se concretizar a partir dos pólos, devido aos estranhos veículos voadores, aviões ou discos que por lá apareciam e circulavam nos céus da Antártida e do Pólo Norte.
Por causa de sua sinceridade e por causa de declarações como essa e outras mais, o almirante Bird acabou seu dias num respeitável manicômio norte-americano.
O honrado e respeitável general MacArthur, norte-americano, e governador do Japão rendido e derrotado, na mesma época 1947-1951, depois de ser destituído do cargo pelo presidente Truman também declarou publicamente que a Terceira Guerra Mundial poderia começar não por causa dos russos, mas por causas dos discos voadores, e que na época ainda eram bastante desconhecidos.
E a propósito, poucos sabem que o Ano Geofísico Internacional de 1951 e1952, com a exploração da Antártida, foi um embuste total. Este em 1957-1958 foi coroado pela explosão de três bombas atômicas americanas, lançadas sobre a hipotética entrada da Terra Oca. Por incrível que pareça as bombas, antes de explodir, foram previamente redirecionadas pelos estranhos inimigos e foram explodir no céu, e resultaram no buraco da camada de ozônio.
A culpa, conforme as hipócritas explicações científicas, coube aos componentes químicos e gazosos dos sprays, que se espalharam num ponto do globo totalmente desabitado, abrindo um buraco na camada de ozônio. Pois sim
Atualmente, por exemplo, pôde-se suspeitar com fortes evidências de que o famoso disco alienígena caído (por vingança) em Rooswell, em 2/7/1947, em verdade foi derrubado. E antes desse, caiu também outro disco voador em 6 ou 7 de junho de 1947 em Socorro, no Novo México, (ver Revista UFO número 40 de Outubro de 1995). Portanto um mês antes, do qual sobreviveram quatro alienígenas com forma humana, que foram mortos ou morreeram, e do qual saltou fora (o pretenso) cadáver alienígena de Santilli, com seis dedos, e que todo o mundo considerou um ET falso, um mero boneco, uma falsa revelação, quando nada disso é verdade. e talvez a história fosse outra.
Por exemplo, Santilli não apresentou o alienígena encontrado em Rooswell , e que era um tipo alfa cinzento, e alegou que era de Rooswell, mas sim apresentou um quase ser humano de Socorro, com seis dedos nas mãos e nos pés, iguais aos habitantes de mundos subterrâneos da zona do antigo Império de Akakor, e também dos pólos.
O Governo norte-americano abafou com todo rigor a queda do UFO em Socorro, coisa que voltaria a fazer, logo após, em Rooswell.
Depois todos os demais governos do mundo inteiro, e o americano em primeiro lugar, desmentiram as possibilidades de autenticidade do filme.
Repetindo-me, curiosamente, o primeiro e pretenso ET de Santilli, projetado em todas as TVs do mundo, apresentava seis dedos nas mãos e nos pés, dedos iguais aos que os ETs, antigos fundadores e atuais habitantes de Akakor (Amazônia Brasil), apresentavam, cujos cadáveres ainda estão muito bem conservados e guardados, conforme relataram Tatunca Nara e Karl Brugher, em seu livro As Crônicas de Akakor.
Há um caso na casuística ufológica mundial, conhecido como O Caso Torper e relatado por Fábio Zerpa, em seu revista Cuarta Dimension, de Buenos Aires. Em tal revista é contado que determinada contatada fala de ETs modernos, escondidos no Brasil Central, completamente humanos e que apresentam seis dedos nos pés e nas mãos. Não eram inimigos dos homens nem maltrataram a contatada.
A queda do disco voador de Rooswell, ao contrário do de Socorro, veio a público sim, mas por descuido e por acaso, e foi imediatamente abafada, porque as autoridades militares da base aérea de Rooswell não sabia nada do que havia acontecido a mais de 100 quilômetros de distância de Rooswell ou nas proximidades de Socorro.
O quase histórico mas sempre desmentido disco de Rooswell teria sido abatido por um ou mais discos voadores terrestres. Isso porque, é de se crer que segundo o ponto de vista dos habitantes da Terra Oca ou hiperbóreos, ou também dos ETs de Aldebaran, e por que não dos ETs de Akakor?, e dos próprios alemães tal UFO era tripulado por ETs greys ou cinzentos, ou reptilianos, inimigos da Humanidade, como de fato estes últimos parecem ser. Antes de cair tal UFO houve uma tempestade de relâmpagos ou raios secos no local, conforme conta um fazendeiro do local que uma noite antes da queda testemunhou isso nessa localidade dos EUA.
No que se refere ao término da Segunda Guerra Mundial, algumas perguntas continuam sem resposta, como por exemplo saber a razão os aliados vencedoras não terem concedido um tratado de paz à Alemanha atual e, grosso modo, ainda continuarem tratando esse país como se estivesse em guerra, mesmo que só algo ou alguns raros desse país ainda estejam e de modo secreto? (A meu entender, isto é pura especulação). Por que a República Federal Alemã, hoje unificada e totalmente submissa aos seus vencedores, tem horror à palavra Deutschland ou Grande Alemanha. (E esta em 1938 incluía a Nova Suábia da Antártida em sua cartografia, e isso foi eliminado. Hoje se persegue quem sabe disso).
É claro que não é a Alemanha do Mercado Comum Europeu ou da Europa atual a que continua em guerra, mas sim, abusando das palavras e exagerando, uma pequena extensão desse país, algo estranho e secreto, e que talvez tenha conseguido sobreviver ao término do segundo conflito mundial. E por incrível que pareça, esse algo secreto tinha um território próprio no Pólo Sul, chamado Neu Schwabenland, conquistado por uma expedição científica alemã em 1938.
Depois da derrota do almirante americano Birds em 1947, a Nova Suábia foi profundamente investigada no Ano Geofísico Internacional (1950 em diante), e muito depois também. Mas isso não obteve resultados expressivos algum, salvo o buraco na camada de ozônio, atribuído ao gás liberado pelos sprays, no hemisfério Norte e que foi atingir o hemisfério Sul, ou Antártida, Terra do Fogo, Patagônia etc., quase que totalmente desabitadas. Façam-me rir que vou chorar...
Quando certos seres de outras latitudes, dimensões e situações resolveram se aproximar dos alemães e, quem sabe, com eles se aliaram para a fabricação de discos voadores, muito provavelmente elementos do Governo Invisível convocaram seus aliados, seus iguais, ou seja certos ETs de outras latitudes, de outras dimensões, ETs cinzentos e não terrestres esses que, agora já não podiam mais se disfarçar de anjos, santos e demônios, como vinham fazendo ao longo dos séculos. E já nas décadas de 1930 e 1940, tal Governo Invisível exigiu que alguns figurões do Governo norte-americanos hospedassem tais seres não humanos e agora materializados em seus próprios territórios.
O objetivo era que, quando fosse o caso ou em algum momento, os greys fizessem frente aos avanços tecnológicos e ufológicos dos nórdicos e também à misteriosa ciência daqueles seres que estavam apoiando o gênio alemão.
Tais ETs de outras dimensões tipo alfa-cinzentos e reptilianos, ao que tudo indica, quando vieram para o nosso meio acabaram sendo escondidos e hospedados em bases subterrâneas secretas dos desertos dos Estados Unidos, principalmente junto a tribos indígenas norte-americanas, e isso tudo à revelia do senado e congresso norte-americano. E quem sabe até mesmo à revelia do presidente Franklin Delano Roosevelt, embora alguns entendidos acreditem que este presidente (1932-1945) sabia das coisas, malgrado suas pretensões de ingenuidade e inocência.
É neste ponto que eu encontro uma razão mais forte, e não somente artística, para um gênio tipo Orson Wells apresentar de um modo magnífico e até excessivamente realista a Guerra dos Mundos de H.G.Wells, numa transmissão rádio-teatral em 1938. Acredito que por meio da transmissão dessa novela rádio-teatral, certos figurões dos Estados Unidos e do Governo Invisível testaram o povo norte-americano, para ver até que ponto as pessoas estavam prontas para receber a visita de ETs e com eles conviver, e isso já em 1938.
O resultado foi negativo, catastrófico, pois não poucas pessoas se mataram ou simplesmente morreram de susto. O pânico provocado daí em diante transformou-se num motivo capital para não permitir que o povo em geral conhecesse os segredos dos UFOs, supostamente provindos de outros mundos, com seus respectivos tripulantes horrorosos, pois assim os descreve H. G. Wells. Estes acabaram sendo vistos como uma alucinação, como alegava hipocritamente o presidente Dwight D. Eisenhower, já que ele pessoalmente havia se confrontado com os cinzentos, numa base aérea de seu próprio país.
O Governo Invisível, e que sempre mandou no mundo inteiro, além de na década de 30 obrigar os Estados Unidos a esconder e hospedar determinados seres, também induziu seus fiéis vassalos da Inglaterra, do Canadá, União Soviética, França etc. a que fizessem o mesmo, ou seja, um tratado ou acordo secreto com tais ETs, futuros hóspedes.
E logo após o segundo conflito mundial, esses acordos secretos quase vieram à tona, como aconteceu por causa dos acidentes de OVNIs em Spitzberger, 1945, em Socorro, em Roswell, em Madalena, Aztec e outros mais em 1947-1948.
Na época, o presidente Harry Salomon Truman ordenou a criação imediata do grupo de estudo e supervisão Majestic-12 ou MJ-12, e a criação do Projeto Sign, Grudge e Blue Book. Foi criada também a Agência Central de Informações (CIA), que inicialmente surgiu com o objetivo exclusivo de investigar os UFOs e seus tripulantes, e depois se transformou numa agência de espionagem internacional. Além dela, surgiu também a National Security Agency (NSA) que, além de espionar todas as comunicações e interceptar falas e comunicações estranhas (ou todos os meios de comunicação), é o mais rico e poderoso serviço de espionagem do mundo, ironicamente chamado serviço de inteligência.
Tudo isso foi criado para impedir que a verdade ufológica se tornasse evidente, transparente e claramente conhecida. Atrás de tais verdades havia muitas lebres.
Além dos Estados Unidos, alguns dos países supra citados viram-se também obrigados a construir bases, quem sabe depois de 1945, além de obsequiar vantagens e permitir a ETs nem tão bonzinhos que caçassem, raptassem ou abduzissem seres humanos e animais, para fins escusos (pretensas experiências científicas, alimento).
Lamentavelmente só muito mais tarde as atividades anômalas de tais hóspedes ou ETs vieram à tona, e iriam se revelar horrendas.
Por outro lado, admitindo como verdadeira ou até mesmo válida a aliança dos alemães com ETs - não tenho certeza nenhuma disso - não se têm notícias de que algo tão inconveniente e pavoroso como as abduções, os raptos, as terríveis experiências laboratoriais tenha acontecido com os habitantes da Alemanha, por causa de seus eventuais aliados, os extra-dimensionais (hiperbóreos) e extraterrestres (Aldebaran).
É claro que a hospedagem desses ETs, sejam quais forem, neutros, bonzinhos ou maus, se deu em virtude de uma troca de favores, como por exemplo, avanços tecnológicos para certos homens.
Mas tal troca também resultou em liberdade de ação e de alimentação para alguns outros ETs nefastos. Assim que, enquanto os alemães e os misteriosos seres de Aldebaran ou da Hiperbórea trabalhavam em seus discos voadores tipo Vrill, Haenebu, Andrômeda etc., certos americanos, só alguns, juntamente com o Governo Invisível e os ETs alfa-cinzentos trabalhavam de outro modo, quem sabe para pior. Por favor, isso é pura cogitação, pura cogitação…
Em setembro de 1939 foi deflagrada a Segunda Guerra Mundial. Essa guerra terrível e vergonhosamente sanguinária não foi somente uma guerra entre homens, mas sim também entre homens e ETs, ou outros ETs contra ETs. E quem sabe seja por isso que certos Governos da Terra se vêem obrigados a esconder as verdades ufológicas.
Esta então seria a segunda e terrível possibilidade: ter que esconder custe o que custar, o afloramento de um terrível e antigo conflito cósmico, entre ETs e homens…
Por sua vez, o tal Governo Invisível, que existe de fato, nunca foi aliado nem dos eventuais habitantes da Terra Oca ou Hiperbórea, nem dos hipotéticos seres de Aldebaran.
Ao contrário, possivelmente tal Governo Invisível sempre foi e é um inimigo feroz de todos aqueles seres que tentassem vir de outras latitudes, ou também daqueles que não se enquadrassem dentro do establishment, dirigido por privilegiados do Primeiro Mundo, ou senão por uma ex-Sociedade das Nações, por uma Organização das Nações Unidas (ONU), nem sempre louvada, por sociedades secretas e fraternidades pretensamente brancas, mas que em verdade são mais negras que o breu da noite escura.
E assim como tal Governo Invisível nunca foi aliado de ETs benevolentes, de entes estranhos e bons respeitadores das Leis e da condição humana, tampouco era amigo do mandatário da Alemanha e de seu povo, e muito menos de um Hitler hoje visto como monstro. De qualquer modo, e isso é história que ninguém apaga, convém salientar que, já em 1933, quando esse político e estadista ganhou as eleições por maioria absoluta e foi nomeado chanceler e depois presidente daquele país, cabeças do Governo Invisível, sediados em Nova York declararam guerra econômico-mundial à Alemanha.. Pelo jeito, o tal monstro, com seu fantástico modelo econômico que abalou o mundo da época, não compactuava com tal Governo Invisível.
Quanto à problemática ufológica, podemos dizer que está inserida sim numa Grande Conspiração Universal. Esta Conspiração traduz-se como uma subjugação e manipulação muito antiga da Humanidade em geral, e que envolve extraterrestres, extra-situacionais, seres de outras dimensões, seres humanos comuns, seres humanos especiais ou heróis, semideuses, deuses, além de um Demiurgo ou falso deus - deus usurpador que a maioria adora como o Altíssimo, sendo apenas um monstro -, e finalmente envolve o próprio Inefável, o Altíssimo, o Deus Vivo, o Absoluto, e sua Manifestação perfeita.
A Manifestação Perfeita do Deus Vivo, e não criação, aos nossos olhos parece defeituosa. Mas a falha em verdade está em nós e não nela. O defeito ou a precariedade perceptual dos homens foi introduzido pelo deus abjeto (Demiurgo) sob a forma de psicologismo distorcedor ou ego-pensamento.
Ademais, devido à orquestração que seres nefastos ligados à Grande Conspiração impuseram aos homens há muito tempo, todos nós acreditamos que a vida, o mundo e o Universo foram criados milhões ou bilhões de anos atrás por um pressuposto deus-persona barbudo, que se parece com o Demiurgo, mas que nada tem a ver com o Deus Vivo e Autêntico.
E senão isso, tudo teria sido criado pelo deus acaso da Ciência, dando-se a seguir o tal de Big Bang, bom para nada. Este falso começo de Universo, mundo e Vida em verdade nunca aconteceu. Nem o pretensamente divino (Demiurgo) nem o fato torpemente casual e materialista da Ciência.
Por conseguinte, não há um Universo científico criado por um falso deus ou criado pelo acaso científico. Em seu lugar, há sim, um Cosmos Verdadeiro que, ao invés de buracos negros, nebulosas, galáxias, sistemas solares, planetas e satélites, apresenta situações existenciais, centros de vida, fluxos vitais planos vitais, que até nós chegam sob o aspecto de pontos luminosos mal interpretados, dos quais centros de vida podem perfeitamente provir os discos voadores, daí eu falar em extra-situacionais.
No modelo de Universo científico a existência de UFOs não cabe, principalmente se feitos de matéria bruta ou máquinas pesadas e retrógradas do tipo Apolos, Star Trek e forjadas pelos homens. A Ciência forjou um universo no qual os UFOs simplesmente não podem existir.
De sua parte, os discos voadores em si não são sempre e necessariamente máquinas. Às vezes são entidades vivas, como parece já foi constatado na área 51, só que aí os norte-americanos não quiseram entender.
Estes Seres Vivos podem perfeitamente se transmutar em máquina de todo tipo, com tripulantes aparentes e outras coisas mais. E assim, como elas parecem ser gigantescas naves voadoras, no momento seguinte se transformam num ser vivo arredondado ou num ponto luminoso, lá longe.
Conforme tenho exposto e denunciado em todos os meus livros, hoje já é possível desconfiar que nunca houve o começo de coisa nenhuma. Na verdadeira vida nada dura ou nada é sempre o mesmo ego-ser, permanecendo sempre igual. Tudo pulsa e muda a todo momento. Os discos voadores têm exatamente essa natureza, têm essas peculiaridades.
De sua parte, lamento dizê-lo, mas a pretensa matéria, energia, plasma, espaço e tempo do Universo e mundo científicos são um perfeito faz-de-conta, são um embuste, são uma aparência conveniente, são uma ilusão. O que existe ou aparece é uma falsa objetividade envolta por infinitos véus de Maya (aparências).
E aqui, outra vez, a maneira de ser e de atuar dos discos voadores, para quem os conhece bem e em profundidade, dá-me a razão, com a qual jamais me vanglorio.
Não há pasta material ou matéria bruta e organizada, por meio das quais se faria ou se montaria discos ou aparelhos voadores e seus respectivos tripulantes, com corpo biológico e tudo mais.
O que há, a caro custo, é um vácuo aparente, um vazio-pleno surpreendido pela Física Quântica Ondulatória, e pela Física Eletro Magnética Escalar, vazio esse que vira um corpo denso, ou volta a ser exatamente o que era antes. Ele está além das aparências: ou seja, é um vazio-pleno ou uma essência espiritual.
Os discos voadores são exatamente como acima disse. Esta não é nenhuma imposição, tampouco é um delírio. É apenas uma sugestão.
Eles violam todas as Leis e pretensões e da Ciência.
Em verdade, a Ufologia é um escândalo para a Ciência.
E para um Governo Invisível, a Ufologia é como um espinho encravado que, mesmo que doa até os limites máximos do suportável, tem que ser arrancado e negado custe o que custar, pois os ETs nefastos e aliados desse Governo também se valem dos discos ou de naves similares.
Talvez os únicos UFOs que não se apresentam tão etéreos ou abstratos assim sejam exatamente os eventuais Haenebus, Andrômedas, Vrills etc., construídos pelos alemães.
Aqui vai outro escândalo: já em 1943 os Haenebus e Andrômedas teriam conseguido chegar na Lua, em Marte e em Vênus, ou pelo menos teriam chegado naquilo que, mal pensando, acreditamos ser tais planetas e satélite. Daí também, conforme denuncia e aponta a Alternativa 3, (por causa do qual segredo ou alternativa muita gente já morreu), os três antigos compadres, ou seja, norte-americanos, soviéticos e ETs nefastos malignos já teriam mandado naves para a Lua em 1958, com tripulantes humanos e tudo o mais, e que foram caçar aqueles hipotéticos precursores terrestres. E isso bem antes dos americanos, a modo de dizer, chegarem oficialmente na Lua em 1969. Daí também e inclusive o empenho da NASA em querer destruir e silenciar os hipotéticos inimigos situados até fora da Terra ou situados na Lua e em Marte.
De mais a mais, nunca houve um começo para a raça humana a partir do macaco ou algo parecido, nunca houve uma torpe evolução das espécies com a sobrevivência do mais forte. Em lugar disso, há apenas um Surgir da Vida em estado quase perfeito. Esses hipotéticos começos de tudo foram idealizados pelo homem primitivo, com suas manias teológicas, primeiramente, e depois científicas.
Amigos, todas essas sugestões, colocações fazem parte do esconde-esconde da Grande Conspiração. Portanto, é bom que se saiba que não há tempo, e sim apenas um Agora ou Momentos em constante renovação.
Não há espaço e sim apenas um Aqui ou um espaço peculiar que se estende e não se estende e que, concomitante ao tempo, também se renova a todo momento.
Não há matéria nem energia, mas há um vazio-pleno, que se torna denso e parece materializar-se. Disso o próprio Einstein e Stephen Hawking suspeitavam e suspeitam.
Tudo é Consciência ou Espírito. Nada persiste, tudo se renova, por isso nada pode ser descoberto. Até a própria Ciência nada descobre; apenas engendra, forja, recria, extrojeta, materializa e faz magia.
Nada é sempre a mesma coisa, tudo é sempre outra coisa, outro ser.
Nada é só material ou é só espiritual. Tudo é o que é.
Nunca houve criação no espaço e no tempo, graças a uma energia, matéria ou plasma.
Mas há somente uma Manifestação Primeva que se dá sempre Aqui e Agora, graças ao Deus vivo, ao EU SOU e tal Manifestação é uma eterna novidade.
Amigos, me suportem no que digo, mas os UFOs autênticos vêm exatamente desse outro Cosmos-Novidade; e não de planetas ou orbes do Universo científico.
Os discos voadores são exatamente não materiais, não energéticos, não espaciais, não temporais, não plasmáticos. São o que são, como tudo, aliás. Por isso são tão surpreendentes, imprevisíveis, praticamente não capturáveis, indecifráveis para nosso intelecto e impossíveis de se aprisionar com garras, mãos do corpo ou armas especiais, que são extensões desse mesmo corpo ou faz-de-conta.
Amigos, todas essas informações plausíveis nos foram escondidas por desonestos tutores e mentores humanos e pelos cabeças do Governo Invisível.
Esse Governo manda inclusive na atual maior potência do mundo, os Estados Unidos, e é constituído por aqueles que chamo de uns poucos – bem poucos – e que constituem a anti-humana raça, os quais são também senhores de praticamente o mundo inteiro.
Os humanos da superfície terrestre atualmente chegam a oito bilhões e meio (fim de 2008). Vivem e morrem pior que formigas prejudiciais. E no entanto uma minoria de anti-humana raça são donos de todos os bancos, ouro, dinheiro, diamantes, matéria-prima, energia, meios de comunicação, grãos, remédios, grandes indústrias e comércios. E agora querem mercantilizar inclusive, a água e o ar que a Vida nos obsequia gratuitamente.
E mesmo assim, esses tais são uma minoria, que há muito tempo, não quer que o homem comum descubra suas outras origens e seu destino verdadeiro. Não quer que o homem conheça o que é a vida, a morte, o que é a objetividade não científica, não religiosa, não filosófica das coisas e que chamamos mundo.
Há milhares de anos, ou quem sabe centena de milhares de anos, por aqui estiveram certos Filhos da Luz ou ETs positivos e benevolentes que quiseram libertar os primordiais filhos e filhas da Terra de sua triste sorte, já que a raça humana só servia de pasto ou alimento para um Demiurgo infame e seus diabólicos servos e aliados.
E para tal, esses ETs ou Filhos da Luz, violando sua própria natureza superior, criaram para si mesmos um arremedo de sexo e copularam com as filhas da Terra, numa tentativa de que elas, ao receberem a semente divina, gerassem uma descendência diferente, com espírito. Uma geração que não mais continuasse sendo pasto para uma besta selvagem.
De fato, tal descendência surgiu os Nefelim. De meros primatas, muitos homens se transformaram em homens íntegros, homens com caráter, com espírito e tudo mais. Estes, por sua vez, lutando contra os demônios externos e internos, transformaram-se em heróis.
Os asseclas de Demiurgo só queriam e ainda hoje querem alimentar-se com a raça humana, ou querem sugar-lhe toda vitalidade, propiciadora de transformação. E esse lamentável destino da humanidade infelizmente ainda persiste. Com tal permutação para melhor, esses heróis antigos transformaram-se em semideuses, depois tornaram-se deuses e estes, por sua vez mergulharam no Absoluto ou no Deus vivo. Esse tipo de evolução e ascensão, aos homens primitivos os ETs positivos quiseram transmitir e transferir.
Tudo o que foi sugerido e denunciado, os ETs de boa índole tentaram e tentam transmitir aos homens de boa vontade. Todavia, humanos pestilentos e de mau caráter (anti-humana raça), alienígenas inescrupulosos com suas máquinas da destruição, certos governos com seus serviços secretos, nunca deixaram que tudo isso viesse à luz. Ao contrário, manipulando alguns bobos e iludidos, e transformando-os em pretensos canalizados, em médiuns, inspirados, ficam transmitindo suas mensagens, nem sempre verazes, que só servem para subjugar e confundir ainda mais o próximo, e principalmente para desvirtuar essa coisa enigmática e escorregadia chamada Ufologia que, sem qualquer dúvida é o conhecimento mais revolucionário e inconforme que surgiu nos tempos atuais.
A Ufologia, contudo, deve ser entendida adequadamente, livre de um cientificismo balofo, metido a falso realista, e livre de um misticismo burróide, com canalização e tudo o mais. Só uma alta Sabedoria, científica-histórico-espiritual, é que se aproxima com mais felicidade do enigma que chamamos disco voador. Precisamos ser sábios, científicos (ou cientistas bons) e espirituais.
É por isso que a problemática ufológica está infelizmente inserida na Grande Conspiração Universal. E esta não quer que o aspecto positivo da Ufologia venha à luz, com medo de que o mundo, mal organizado, por ela expluda. Ou pior que isso, os tutores, os mentores da grande conspiração têm medo de perder o Poder Absoluto, que sempre tiveram nas mãos. Se tal acontecer, não mais poderão dirigir ou comandar essa desafinadíssima orquestra constituída por uma Humanidade sofrida e injustiçada.

domingo, 21 de dezembro de 2008

CIÊNCIA – 9) TRECHO DA “PRISÃO DO TEMPO”, INÉDITO - O PLANO DO SER E O PLANO DA AÇÃO

Amigo, sabias que o ser e o não ser são as alternativas dualistas e básicas que o enganador ego-lógico-racional inventou para seu próprio reforço.
Tais alternativas do “to be or not to be” (ser ou não ser), e que tanta importância parecem ter para os filósofos e religiosos pensantes, perdem todo significado quando o Homem Sensível e Inteligente abandona o plano pensado, em que acredita ser (ou seja, a partir do segundo momento em diante) e Ressurge para o Momento Existencial Incondicionado, o REAL, Plano Absolutamente Autêntico, o Homem Inteligente, sem fazer força e sem intencionar nada, transcende o segundo momento que, como vimos, é o plano onde as recriações pensadas se bifurcam, e Eke-EU ressurge como o inexplicável "Eu Sou o que Sou" (Deus Vivo), onde também se Existe ou se É, sem tanto mal pensar.
Por outro lado, amigo, se a objetividade cotidiana falaciosa, mais pensada do que Real, se organiza e parece consubstanciar-se graças à execução do ato propositado, tudo isso também pode ser desorganizado e desfeito, desde que para tal no Homem voltem a prevalecer o Ato Puro e impessoal, retornem a vingar o Reto Entendimento e a Reta Percepção.
Mas antes de tudo, o tirano que aparentemente nos subjuga por dentro (urgo-ego-pensamento ou discurso interior) tem que ser deixado para trás, e com ele todos os opinadores tirânicos externos que somente nos enganam. E esses são exatamente certos eruditos balofos, certos físico-matemáticos, os intelectuais puros, os falsos sábios, e que são uns verdadeiros ladrões, ambicionando o poder e nada mais…
Entre todos esses, não se pode esquecer o maior dos inimigos externos, ou seja o Demiurgo.
O que primeiramente deveria importar ao homem é o plano do SER ou do Saber-Sentir-Intuir-Atuar-Amar – Existência Absoluta – plano que o próprio Sábio de Verdade Vivência, de Momento a Momento, como Único e Verdadeiro.
O Verdadeiro Sábio jamais impõe isso teoricamente a ninguém, aliás, nem pode.
Ele-EU não se preocupa com o plano das aparências pensadas, plano do ser e do não ser, onde os usurpadores do poder e dos discursos fúteis, tanto íntimos como externos, sempre se sobressaem com o engano e a violência.
Mas diante das fantásticas possibilidades purificadoras e libertadoras do Saber-Sentir-Intuir-Atuar Impessoal, certos superficiais, contudo, se perguntam:
“Como e possível conciliar a ausência de substância ou matéria, (a qual justificaria os membros ou as pretensas alavancas do movimento), ou senão conciliar a ausência da persona (ego-alma)com a eficácia do ATO?”…
Ora, amigo, a Ação e a Sensação simplesmente fulguram como Vida, sem muito pensar. O Sentir é uma Manifestação imediata e inegável da Vida.
Todo ser vivo é vivo porque Sente e se Move e, geralmente atua de modo imediato, sem tanto especular.
O Ato é tanto mais eficaz quanto menos se pensa. E Como insisto tanto em sugerir, a condição de Saber-Sentir-Intuir-Atuar-Amar talvez seja o próprio SER feito Homem. Agora, que deva existir um ente-ego que conheça e que, pensando, decifre o que ocorre externamente ou no meio (e que também é sua prórpria mente), isso pouco importa.
Essa é uma necessidade que o urgo-ego-pensamento, pai da mentira e das necessidades, inventou.
O ente ou ser (ego) que a especulação religiosa e filosófica aponta é apenas um conceito. Esse epifenômeno científico que a partir da matéria organizada resulta em ser ou em homem é burrice total e abuso de opinião.
A Vida Agindo (ATO) é uma realidade eficaz, imediata e momentânea.
Age-se ou não se Age. Sente-se ou não se Sente; o mais além e o mais aquém disso e só pensar.
O Saber-Sentir-Intuir-Atuar-Amar transmuta-se em SER e Este volta a ser o Primeiro ou o Verbo. E isso é a sua própria eficácia, liberdade, espontaneidade, paz e harmonia.
Ademais, tal condição absoluta não permite devaneios pensados, nem leva o Homem Atento, já sendo, a especular se está dotado ou não de um Ser.
A pessoa, inferior ou superior (ego, deus, alma), a respeito da qual tanto se especula, primeiramente tem que ser recriada pelo próprio pensamento, para depois, graças ao raciocínio enganador em nós, atribuir-lhe possibilidades e proezas que só cabem em nossa maneira de lucubrar ou cogitar.
Mas afora essa falsa bipolaridade superposta (pessoa pensante, mundo pensado), o Absoluto ou EU SOU Manifesta-se, resultando em Autonatureza Não-Dual.
Sim, de fato, "Eu Sou o que Sou", e nada mais pode ser dito.
Costuma-se dizer que a primeira idéia que surge no homem, quando resolve pensar, é a de ser um ente isolado, um ente à parte, um eu(ego)-ser.
Depois, “ele” reconhece algo externo ou a existência de outros seres mais.
E, finalmente, forja a idéia, a noção de meio ambiente, de mundo material, além de ficar pensando num ser supremo, num deus criador (ou deus pensado), separado do homem. Acontece, porém, que se a impressão de alma em todos nós se levanta como um pensamento, como um conceito, como uma conclusão pensada.
Tal noção, por ser uma noção, já nada terá a ver com a Mente Pura, com a Alma Primeva, com o SER que nos fundamenta, ou com Absoluto indecifrável, impensável, eficaz e momentâneo.
Tal alma secundária será fruto do pensamento e corresponderá aos ardis e sagacidade de um falso ser (ego).
Juntamente com tal alma pensada, também aparece o deus pensado, que legítimo será um engodo, porque Deus se O Sabe, se O Sente e se O Ama. E Ele-Eu nos responde na medida que o Sentirmos e o Amarmos.
Amigo, este urgo-ego sim que é o verdadeiro nada, o “não-ser”. É o “outro” ou é o adversário que, para melhor estruturar-se e fortalecer-se, juntamente com o Demiurgo aparentemente externo, sempre terá que recriar uma objetividade faz-de-conta, e que corresponderá aos seres e as coisas pensadas reconhecíveis, ou a um segundo “não-eu” pensado, já que o ego é o primeiro não-eu pensante...
Ninguém pode inferir, deduzir e afirmar (feito um ego-pensador, feito um Descartes) que: “Eu sou [alma], logo penso!” porque tal inferência ou pensar pretensamente humano dependerá de um ente-ser prévio, de um deus-persona temporal ou de uma existência prévia.
O Deus Vivo, o Grande EU, ou a Autonatureza, de sua parte, não origina o mal pensar nem origina o “eu sou cartesiano” artificial.
Como já disse, o pensamento talvez se auto-origine a partir de “restos e caducidades”, a partir de ressonâncias do Sentir-Saber-Intuir-Atuar-Amar, a partir de sinais inferenciais, e ele-urgo-ego é uma mentira completa, uma fábrica de ilusões, daí o seu grande poder mimético, feito adversário.
Face a uma Autonatureza em Manifestação Aqui e Agora, e renovando-se de momento a momento, a impressão de anterior, durante e posterior (ou tempo) não cabem.
Portanto, nada Real existe num “antes temporal”, para que no passo seguinte ou durante se comece a (mal) pensar, e depois se insista nisso.
Pensar ou não pensar sempre se constitui num acréscimo para Aquilo, Aquele que Aqui e Agora já é, e é sempre novo.
O pensamento, nesse caso, é superposição ou é prisão do tempo.
É a memória ou são os defuntos e os semi-defuntos do ontem, tentando ressuscitar feitos um falso hoje (raciocínio).
Ou ainda, são as imaginações, são os não-nascidos, são os amanhãs que pretendem redundar nos falsos hoje (raciocínio-espaço).
Sim, amigos, o pensamento é tudo isso.
No lugar do espaço e do tempo pensados, sugira-se, pois, sem nada impor, que o Viver Puro é Intemporalidade, é Ponto-Instante!
Lamento dizê-lo, mas openso, logo sou” ou o “cogito ergo sum” de Descartes, de sua parte, também é ignorância refinada e intelectualismo clamoroso, (que esse notável pensador me desculpe a agressão aparente; os méritos que tem, afinal de contas, ninguém lhos tirará.).
Ser-Estar pacificamente e em silêncio, sem qualquer especulação, sem qualquer ruminação ou conclusão pensada, eis o máximo da Sabedoria. No “É-se”, para que especular ou pretender conhecer, se já se Sente-Sabendo?
E que importa ter ou não ter uma alma, um corpo, se não há do que se apropriar? A alma pensada e o corpo pensado não têm essência própria ou não têm nada significativo e primordial. Os dois são nome-forma vazios e nada mais.
A Boa Vivência nunca é Ter e sim Existir de momento a momento, sem tanto mal pensar. O “ter” não cabe na Consciência-EU.
Ter um corpo e supostamente ter nesse corpo uma porção de órgãos, tecidos, células, genes, moléculas que adoecem e morrem é uma fantástica mentira milenar, cujas raízes se aprofundam nos abismos dos infernos.
Por sua vez, ter ou possuir coisas e dinheiro cada vez mais, é uma atitude própria do ego, é a calamidade máxima que move este nosso vale de lágrimas, ou seja, o mundo.
O “ter” isto ou aquilo, e o “meu” avassalam, poluem e corrompem esta Terra!
E esses “eu” “meu”, “teu” são cultivados ao extremo por aqueles que constituem a anti-humana raça. O mundo está um horror e o mundo, grosso modo, a essa anti-humana raça pertence.
Ter uma alma separada é igual a acrescentar uma “gota do falso perfume das flores de plástico” a um autêntico mar de rosas!
O ego-agente permanente, portanto, é um simples encadeamento de conceitos e falsas impressões, é uma ilusão superposta. Sendo o suposto “eu” humano (urgo-ego) simples pensamento, sempre que pensando o afirmamos, ele parecerá subsistir.
E se, pensando, o negarmos, também continuará subsistindo.
Os egos-fantasmas só se desfazem graças à Reta Percepção e à Inteligência e não pela análise intelectual da mente (psicanálise), e pelos juízos afirmativos e negativos, pelas teses, antíteses e sínteses, (filosofias).
E a propósito disso, Buda o grande Sábio de seu tempo, já nós alertou, dizendo:

“Irmãos, Eu só ensino uma coisa: que a retribuição ou o fruto do ato intencional [carma] ressurge ou retorna. O ato propositado ocorre, o fruto se faz presente, mas o agente [ou um ego real] que passe de uma existência a outra, e que recolheria o fruto, esse é só pensamento, [ou é só um feixe de pensamentos caducos... E por incrível que pareça, é isso que vai e vem ou reencarna feito ego].
Dai o grande poder desse feixe-ego-de-pensamento-caducos, porque trabalha num lapso que se situa entre dois pontos instantes. Ou entre “Pa” 1... e ...”Pb” 2.
Pa (1) e Pb (2) reverberam, ressoam. A ignorância-ego-desejo se alimenta desse ressonâncias, desses resíduos, e que resultam num fantástico logro, e que é o enganador espaço-tempo a albegar fantasmagorias persistentes que os pensamentos estruturantes (ou "Sanskaras") engendram, e depois os pensamentos discursivos fundamentam, e se autointitulam "lógica-razão".
O fantástico e verdadeiro nada que prevalece entre Pa (1) e Pb (2) é o cadinho ou é o recipiente de onde todas as aparências objetivas e mentiras subjetivas saltam fora. Daí porque a necessidade de "Homem, homem, conhece-te a ti mesmo, antes de tudo..."

CIÊNCIA – 8) O INÉDITO “UMA REVOLUÇÃO NA FÍSICA QUÂNTICA”, O CIENTISTA NÃO DESCOBRE, APENAS ENGENDRA

Em nome do meu livro Inédito (Uma Revolução na Física Quântica - Consciência ou Matéria), convém que eu deixe bem claro que, diante da Verdade mais perfeita, Última e Primeira, não cabem as suposições e as conclusões alcançadas por meio da inferência ou mal pensar, (suposições, deduções, induções). Sim porque, nunca houve uma criação do mundo material, da natureza e do universo em que algo ficou escondido, e que a inferência descobre sinais de algo escondido e depois descobre "o coelho na toca".

A caro custo e no lugar de tudo isso, pode-se apenas sugerir que no lugar de criação divina ou mesmo casual, há uma Manifestação Primeva, Aqui e Agora, nunca causal, livre e espontânea e em constante renovação.
Nessa Manifestação, pecando com as palavras, pode-se sugerir que há um mundo, natureza e universo, e não somente um mundo, mas vários como diz a física quântica, ou nenhum, como a prudência sugere. Só que esses, mundos, natureza e universos serão tudo que se quiser, mas nunca e somente mundo científico-material, natureza científico-material e universo científico-material.
O Deus Verdadeiro a respeito do qual não se deve especular, nunca criou nada nem escondeu o que ele criou para que um cientista pretensamente arguto qualquer, mais tarde o descubra.
Tampouco houve um começo ou uma criação gralas ao deus acaso da ciência.
O big-bang e similares são forjações do pensamento. As provas a isso ligadas são apenas uma concatenação de causas e condições sutis, sempre e irremediavelmente pensadas.
Se nunca nada pôde ser criado em termos causais, também nada ficou escondido no espaço e no tempo para que alguém, em termos de ciência, mais tarde o descubra.
O cientista não descobre, apenas engendra, porque pensa e pensa ininterruptamente, e quando pode atua intencionalmente, com felicidade, engendrando o que quer, já que o campo dele de experimentação é virgem e inusitado. No caso dele, a magia dá resultados.
Nunca houve qualquer evolução no espaço e no tempo, porque espaço e tempo são pensamento. E este se desdobra em memória-ontem, em imaginação-amanhã ou inclusive espaço, e em raciocínio ou falso hoje de 24 horas.
O tempo e espaço físico só parecem se fundamentar por meio da inferência e do discurso fútil. Ou também só parecem se concretizar e fundamentar depois muito pensar e executar o ato intencional que tudo engendra e que sempre consegue provar o que se pensou.
Não há necessariamente pasta material ou matéria. Os pretensos cristais, as macromoléculas, as moléculas, as micro moléculas os átomos, prótons, elétrons, mesons e o escambau dessa mesma matéria são somente frutos de um modo de pensar e de um modo de agir intencional ou propositado.
Eles aparecem sim, mas não existem. Qualquer teatrinho pensado, desejado materialmente depois se transmuta em presença concreta, aparece, mas mesmo assim não existe.
Quando a tudo isso se aplica o método cartesiano de análise, a seguir uma série ininterrupta de engendramentos se farão presentes. E todos esses não serão realidades, mas apenas aparências superpostas ou fantasmas.
Não há matéria inorgânica nem matéria orgânica ou organizada.
Portanto, tudo o que diz respeito aos corpos vivos restringe-se apenas à condição de forma-nome, ectoplasma, Manifestas pela Vida Pura, ou também manifestas por demônios tipo ego-pensamento e Demiurgo.
As pretensas células, tecidos, órgãos definitivos são recriações temporais, são recriações a posteriori da mente do homem condicionado, porque Aqui e Agora há Vida, sim, e não recriações a fundamentarem o tempo.
No caso, se poderia dizer que a presença de ectoplasma ou ecotoplasmia (nunca material) quando dos fenômenos paranormais de materialização e desmaterialização sugerem que o corpo vivo ou a forma-nome é uma presença sim, sensível e inteligente, mas não é uma coisa permanentemente organizada. A forma-nome aparece e desaparece, é dinâmica.
O desencarne ou a morte depois se vê obrigada a desmanchar essa organização pretensamente material,com uma falsa continuidade, permanência (durar) e dureza.
Portanto células, camadas celulares, receptores, organelas, núcleos celulares, cromossomas, DNAs, RNAs, genes, proteínas, peptídeos etc. tudo isso são reconstruções e enjambrações do pensamento humano, pensamento do cientista, em sua maldita mania de tudo querer conhecer, explicar à moda dele e aprisionar.
Foi o pensamento humano quem, mal pensando, forjou ou inventou o cérebro e o descobriu.
Foi ele também quem forjou a célula cerebral ou o neurônio e depois, mentindo vergonhosamente, e enganando o homem, disse, por meio de alguns mentecaptos, que era o neurônio quem pensava. Atualmente os delírios bioquímicos e neurofisiologistas dizem que são as redes neurais as que pensam, memorizam, imaginam, naturalmente sempre depois que a meleca intracelular ou intraneural fervilhar e resultar em discurso-pensamento, em sensações, emoções e sentimentos. Isso, minha gente, é o supra-sumo da farsa e do absurdo.
Por conseguinte, a contragosto vou aplicar agora uma Lógica Extremada e Autofágica contra a exposição de certos textos e contra todos aqueles que insistem em bancar os materialistas, quando se sabe que já não cabe lugar para esse delírio materialista, e que já vem durando há mais de quatrocentos anos. Mas também não cabem os delírios da ciência e teologia medieval, da ciência aristotélica e assim por diante.
Todo o respeito e toda a admiração para o Sr. Eduardo Martinez que inteligentemente e de forma notável escreveu os seus artigos sobre física quântica. Talvez o único inconveniente tenha sido o de restringir-se de modo um pouco inadequado à visão restrita de alguns partidários da física quântica, e que eu acredita superado. Mas isso não é demérito nem crime algum.
E por favor, não se esqueçam de que a lógica do pau na brasa ou uma lógica extremada e autofágica é um modo de saber e de entender que denuncia ou destrói o inconveniente, o falso, o acrescentado, mas nunca pretende ter razão em si mesma (pau na brasa que ao mexê-las se destroi), nem pretende se assentar a si mesma no lugar do rival, supostamente derrotado, porque dos dois conflitantes nunca sobra nada. Num debate extremado, um se silencia e o outro também.
Para começo de conversa, a física quântica não é uma maneira de conhecer o mundo. A física quântica foi apenas uma louvável tentativa de, em ainda utilizando o pensamento discursivo e a percepção condicionada , chegar ao máximo extremo da verdade atômica e subatômica, e que seria a própria natureza em seu nível quase último ou infinitesimal. Só que esta não existe em si, é uma reconstrução do pensamento. Essa pretensa natureza quântica também é fruto da geração condicionada.
Os resultados espetaculares quânticos alcançados na supra condução, nos transistores, semicondutores e na liberação da pretensa energia atômica foram alcançados não por mérito próprio da física quântica, e que jamais se revelou ser a varinha dos milagres. Mas sim porque os físicos quânticos pensaram tão intensamente que transferiram esse modo de pensar e de atuar INTENCIONALMENTE para outros campos do conhecimento científico.
Em segundo lugar, o pensamento dos buscadores incidiu num campo quase livre e virgem de enjambrações, e que era o campo da física quântica. Aqui tudo o que se supõe, se pensa e depois se atua de modo intencional, acontece mais fácilmente do que se fosse num campo de ciência comum ou do que se fosse no nosso nível cotidiano, onde todo o mundo pensa a mesma coisa, e todos querem alcançar algo em especial, digamos riquezas, e aí os interesses se chocam.
Não é verdade que o campo de ação da física quântica seja o das partículas elementais da matéria, porque os próprios físicos quânticos hoje sabem que tal pasta ou matéria não existe e, por conseguinte, suas sub, sub, sub estruturas ou partículas tampouco existem, e que no caso seriam os átomos, os neutrons, os elétrons, os mesons . Estes quando muito aparecem numa brincadeira de laboratório. A explosão da bomba atômica e de hidrogênio é outra estória muito extensa.
O campo de ação do físico quântico é exatamente aquilo que ele conhece e pensa, e é principalmente aquilo que ele faz de modo intencional para que apareça.
Malgrado as pretensões de seus descobridores, as leis da física nunca foram absolutistas nem são totalmente definitiva, São modos de pensar e de agir que prevalecem por certo tempo.
Em termos absolutos, as leis da física nem se aplicam no nosso mundo cotidiano, porque qualquer milagrezinho ou qualquer magiazinha violenta tal lei.
Tampouco as leis físicas se aplicam a nível quântico. Este mesmo enfoque que os físicos quânticos dizem ter descoberto disse basta para o determinismo e para as leis científicas.
O físico quântico não se deparou com um microcosmo totalmente livre; ele somente se confrontou com sua própria Liberdade original, caracterizada por Ser, Consciência, Felicidade.
No mundo quântico enjambrado e projetado pelo físico quântico nunca existiu nada concreto, nem núcleons, nem elétrons, nem energia virando elétrons, nem estes se permutando naquela. Aí, um modo de conhecer e de atuar, se transformou em pretensos elétrons que ora são corpúsculo e ora são ondas, não por causa de uma virtude deles mesmo mas graças ao poder do pensamento do observador. É observador pensante o que faz tudo, principalmente num nível em que os macro fantasmas da objetividade cotidiana desaparecem.
Num nível quântico o impossível não cabe mais. Aliás, o possível cabe mais do que aquele, porque em física quântica tudo é possibilidades.
Não são pretensas micro partículas (molécula, átomo, nêutrons, elétrons) os que se comunicam entre si, mas sim são os filhos da Vida, não importa quais e qual tamanho. Estes não só se comunicam como inclusive comungam, porque tudo é UM, isso aliás a física quântica também redescobriu.
Mesmo que o espaço seja uma ilusão, ele suporta ilusão maior de ir e voltar, porque em verdade nele nada se move, primeiro porque ele mesmo não existe e segundo porque o movimento físico é outra utopia, que o cálculo infinitesimal e integral santificou.
Agora o ir e voltar no tempo é que, em pretensos termos físicos, é um pouco mais difícil. Se vai e se volta só em pensamento. E como o pensamento não consegue decifrar o futuro, então mais difícil ainda é ir para o futuro. Não sei qual foi a artimanha quântica que deu a entender que se pode viajar no tempo, indo para o passado e para o futuro.
O tempo físico não existe. O passado é memória e o futuro é memória disfarçada de coisa nova, imaginação, ou com outra roupagem.
O que nisso tudo talvez prevaleça é a surpresa e a originalidade do Aqui e Agora.
A ressonância do Aqui e Agora vira fumaça que sai da chaminé e sempre toma uma única direção, o pretenso passado. O pensamento pode pegar essa fumaça-passado e transformá-la em pretenso futuro.
Verdadeiramente fantástico é o presente do Aqui e Agora, e não o falso presente do hoje de 24 horas.
Sim as causas e condições da geração condicionada nos obrigam parar diante de um semáforo vermelho, senão nos arrebentamos. Mas numa Geração Incondicionada podemos ir, parar, voltar tudo ao mesmo tempo, porque Aqui, livre do mal pensar, tudo é livre, e tudo é possível. Será que física quântica conseguiu retornar para essa Autonatureza ou Geração Incondicionada? Suspeito que não.
Cuidado, em termos de Verdade Absoluta nem partículas nem ondas são verdadeiras. Podem aparecer, isto sim. Mas elas são apenas o próprio pensamento-burro-asno que largou os arreios e começou a pular livremente pela estrada e pelos campos.
Ondas energéticas se agrupam e formam “quantum” ou pacotes, os quais, em verdade seriam partículas-pontos. E por que não poderiam virar sorvetes? Porque o espaço quântico é muito pequeno, diz o cientista.
Sim de fato, é muito bonita a atividade pensante do homem quando resolve ficar cientificamente séria.
Como o super inteligente e sensível Niels Bohr se aproximou da Verdade. Nem partículas nem ondas apenas representações ou cabeça trabalhando, disse ele.
As variáveis ocultas de Einstein eram apenas frutos da lógica-razão do mestre, ou intelectualismo exacerbado.
O elétron, necessariamente não é nem onda nem partícula, mas sua descrição matemática é a que fará com que ele pareça ser uma coisa e outra.
E nesse caso, nem se precisa da experimentação laboratorial, bastam os rabiscos matemáticos riscados no papel . Eles impressionam e fazem milagres que saem do nada e voltam ao nada.
A pretensa evolução de um sistema micro físico é apenas um apetitoso fruto da Lei da geração condicionada. “Isto sendo, em pensamento, aquilo acontece etc.etc.” Mas se insistirmos em pensar nisso, desta ou daquela maneira, perturbaremos o resultado.
A redução do pacote de ondas é outra estorieta, bem ou mal contada, tanto faz.
No nosso viver cotidiano, nada se abala com aquilo que supostamente aconteceria a nível quântico. E malgrado as fantásticas mirabolâncias do nível quântico, o viver cotidiano continua sempre o mesmo, por causa do hábito e do mal pensar humano.
A meu entender, realismo quântico e idealismo quântico é delírio completo. Amigps, experimentem eliminar o princípio da Lei da Interdependência, também aplicado a nível quântico: “Sou eu que te vejo, e vendo-te, me vejo, e vendo-me te faço!”
Infalivelmente tudo é assim regido, porque o pensamento forja todas as causas e condições do teatrinho. Só não entende porque este teatrinho deveria ser visto como real ou como fruto do idealismo.
O pensamento não é nem matéria nem espírito. O pensamento não é absolutamente nada e não entanto consegue tudo, e ainda por cima recita o papel de materialista e de idealista. Nenhum louvor aos dois.
O gato de Schrödiger é uma bela piada. Sim, de fato, tudo pode acontecer tal como o Mestre da quântica ondulatória alega, e até pior ou melhor. Só que ele se esqueceu que a Consciência está atrás de tudo, e ela, de algum modo protege suas Manifestações, não importa se gato ou se homem. Claro que isso às vezes falha por causa das adversidades externas e inimigas, e por causa da retribuição cármico-negativa.
Uma Realidade mais profunda não é constituída de matéria e partículas e muito menos de ondas e espíritos egos-personificados.
A Realidade mais profunda é como o vento “Ninguém sabe de onde nem para onde vai, mas se agita no nosso meio e nos traz prazer ou desagrado.”
Se nada foi criado e sim tudo se Manifesta, Aqui e Agora, então há sim uma Realidade Profunda e Primeva, que também está presente em nós como Consciência-SER ou como Mente Pura. Ela-EU é sua própria dimensão e conteúdo, não precisando originar absolutamente nada reconhecível e explicável.
Não foi a física quântica que nos ajudou a conhecer melhor o mundo. Mas foram certos conhecedores quânticos os que passaram a conhecer melhor mundo. Mas primeiro estes entraram intelectualmente em parafuso, em curto-circuito mental, e foram obrigados a silenciar um pouco o pensamento vulgar, com seus condicionamentos, suas trapaças e mentiras. Heróicos buscadores não enlouqueceram por causa da crise pensante-pensada. Ao contrário, tendo chutado o bandido pensante para um segundo plano, por curtíssimo lapso de tempo, para eles começaram a se abrir às surpresas mentais, dentre as quais saltou fora uma nova visão de ciência, uma nova visão de mundo e que é a física quântica.
Como já ficou salientado antes, temos três tipos de conhecimento. O Conhecimento Direto, que pode ter sido aquele que esses pioneiros da física quântica utilizaram no começo do desenvolvimento de sua ciência. Temos o conhecimento indireto que é do povo em geral, sujeito e objeto pretensamente separados. E temos o conhecimento indiretíssimo que somente os cientistas mal avisados utilizam. E aqui só há um pensar, enxergar, fazer intencional e reconhecer.
Seja qual for o tipo de conhecimento, ele não é nenhuma onda, nem cerebral nem atômico-molecular nem é uma onda da física quântica.
O pensamento (ou o conhecimento-reconhecimento) é o forjador de toda onda física e mental, de todo cérebro, de todo átomo e de todas as subpartículas quânticas.
Não há necessariamente um cosmo científico que imita uma natureza subatômica e pensada. Tampouco a Autonatureza precisa forçosamente evoluir darwinianamente para se aperfeiçoar. Ela já é perfeita, mas quando algo dela se transfere para as trevas exteriores, para o "Samsara" ou ronda da vida condicionada, esse algo decai e depois precisa forçosamente se aperfeiçoar, (nada com evoluir), para reconquistar seu lugar no Cosmo Verdadeiro.
Que a Consciência seja uma manifestação dos processos quânticos da matéria é uma total confusão e um delírio completo de certos cientificistas que insistem em bancar os materialistas.
A Consciência de nada precisa para se Manifestar. Ela-EU é livre e incondicionada. Seu outro nome, a Mente Pura, também é livre. E cuidado, nada disso é Subjetivismo idiota, idealismo estapafúrdio criado pelo pensamento.
O que está preso e extraviado é uma aberração chamada ego mal pensante. Este velhaco em nós inventa todas as mentiras e todas as histórias possíveis, para impedir, custe o que custar, que a Luz Interior volte a se Expandir.
Amigos, entrem em meditação serena e perguntem “Quem sou eu? Quem sou eu?
Não aceitem respostas calhordas tipo eu sou isto, eu sou aquilo, eu sou o santo, o espírito, eu sou Deus, porque tais asneiras é o ego quem as diz.
Sem travar conflitos com o bandido, permaneçam quietos e atentos, sem forçar nada nem combater nada.
E se os pensamentos se aquietam e se retiram, concentrai-vos na paz e no silêncio eloqüente de EU SOU. Amigos, essa é a Consciência Presente, não “minha”, não “tua” . Esse é o Momento. Esse é o Aqui e Agora verdadeiramente Existente e Existencial.
A informação quântica não consegue desvendar o que são pensar e mal conhecer.
Pelos frutos que a física quântica já alcançou e vai alcançar ainda mais, ela pode muito bem silenciar o mal pensar e deparar-se com as Revelações do Saber-Sentir-Intuir. Este trio é a verdadeira maneira de conhecer com perfeição. E este trio nenhum cérebro e neurônios enganadores conseguem manifestar, porque eles são tempo, eles são pensamento, eles são geração condicionada, são aparências clamorosas, acréscimos sem fim e confusões infinitas, como os da neurofisiologia, que tudo pretende explicar, isto é nada.
Portanto não creiam que enzimas, hormônios, peptídeos, proteínas, aminoácidos cerebrais – verdadeiros fantasmas a confundir aqueles que querem conhecer diretamente e de fato – possam ser capazes, em dozes alopáticas ou homeopáticas, abrir as portas da reta percepção.
A todos eles eu chamo de ópio científico. E vocês sabem que no começo o ópio até nos obsequia uma bela sensação e uma emoção fora do comum. Mas depois, minha gente, é o diabo, é o inferno que pensamentos enlouquecidos desencadeiam porque começarão se frustrar em seu “ego quero cada vez mais!”.