terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Elogiando, criticando e ofendendo Ernesto Bono

Abaixo serão apresentados um conjunto de verbetes sobre Ernesto Bono retirados da Google Internet e de jornais e revistas antigos. La vai:
Everton Spolaor
Olá Pessoal
Já tive oportunidade de ler alguns livros do Ernesto Bono e,
sinceramente, achei de péssima qualidade, muito fantasiosos e longe de
constituir alguma verdade. Não serve como instrumento para quem
pesquisa seriamente o assunto. Saudações!
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Luiz Francisco Wasilewski
Jornal da Universidade ou da UFRGS
Nesse aspecto você tem toda a razão os livros dele são pouco
confiáveis mas a capacidade dele em se comunicar na mídia e em
palestras é notável, a diversão é garantida.
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Caio Fernando Abreu
(Ver adiante repetição do texto)
Não durmo de puro ÓDIO. Fico então tentado a ligar para Hilda Hilst, outra que numa das crônicas, também incluída em Pequenas Epifânias, descreve em tom cáustico suas noites de insônia: “Mais horrível é quando não durmo de puro ÓDIO. Fico então tentado a ligar para Hilda Hilst, outra que também dorme mal. Hilda me disse que reza, e chora, e pensa com pena e dor no planeta, e que tudo se agravou desde que cometi a imprudência de enviar a ela um livro do psicanalista gaúcho Ernesto Bono – exatamente aquele em que ele levanta a inquietante tese de que a terra está tomada por extraterrestres do mal, capazes de substituir um ser humano por um clone, ou simplesmente seqüestrá-lo. Desde que leu Bono, Hilda – delirante impressionável, e um pouco por isso mesmo a mais brilhante escritora brasileira viva – acrescentou às suas velhas angústias noturnas mais essas: ser trocada por um ET... Esse medo eu não tenho, tô muito bombardeado para me interessar disso.
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Márcio Abreu de POA Mario
Olá, Estou à procura de vídeos ou áudio de palestras proferidas pelo ufólogo gaúcho Ernesto Bono.Também procuro participações dele em programas de rádio principalmente de emissoras do Rio Grande do Sul,quem tiver algum material do tipo por favor entre em contato comigo. Grato
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William da Silva
Nesse caso sou eu que peço desculpas,é que o Ernesto Bono está completamente afastado da mídia do Rio Grande do Sul,e qualquer material de vídeo ou áudio dele seria muito útil. Soube que ele mesmo tem muito pouca coisa nesse sentido, infelizmente em Porto Alegre a ufologia tem pouquíssimo espaço nos meios de comunicação. Eu invejo cidades como Curitiba que promove anualmente congressos do gênero. O Movimento das Virgens da cidade do Rio de Janeiro é mais atuante que os grupos ufológicos gaúchos. Um abraço Márcio
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Pedro Silverio Dias 22.09.2005
Gostaria de chamar a atenção sobre Ernesto Bono e suas idéias, eu particularmente concordo com muitas, e ele tem livros muito bons. Gostaria de saber a opinião da galera!
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Mariana usuária 25/11/2005
Pedro, desculpe só responder hoje, não tinha visto este tópico. Não gostei do sujeito, sou bem franca. Ele faz uma salada de frutas com chantilly. É médico, entende de UFOs, de ETs e (entende?), orientalismo, ao mesmo tempo é religioso ( convencional), bom, deixe-me ser menos malvada com o homem...Talvez falte a ele um webmaster para tornar o site melhor.
Do jeito como está colocado, basicamente sem formatação não deu para gostar. Você pode estar se perguntando, afinal não gostou do site ou das idéias? Dos dois.
Li um bocado e no fim eu queria saber qual a mensagem dele. Não entendi. Posso estar passando por uma fase de burrice, mas alguma coisa não fechou legal, entende? Bom, ele é psiquiatra. Defende a anti psiquiatria, até aí não tem problemas.
Mas enveredou por tantos caminhos que não diz qual o objetivo final. É o mal de quem mexe com muita coisa. Acaba ficando prolixo ( e isso ele é) e sem profundidade. Mas o que foi que você gostou? Talvez eu não tenha dado a atenção a algum ponto básico. Abraço
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Pedro Silverio Dias 10.08.2005
Bem mariana, eu compartilho com algumas ideias dele, vamos dizer ouve uma sintonia, antes mesmo de conhecê-lo, eu ja divagava algumas ideias proximas as dele. E o q mais me chamou a atenção e a quebra de paradigmas que ele propõe. E ele tem bons livros, realmente o site dele e bem fraquinho... é como ele disse posso ser chamado de sábio ou de burro...
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Mariana 25.11.2008
Pedro, ele tem muita coisa válida em seu site! E muita coisa com a qual concordo totalmente. Não pense que fui contra tudo. Seria ser pretenciosa demais. O homem é uma potência. Talvez eu tenha sido cruel porque o site carece de organização. Podemos até discutir pontos que gostamos no site dele, estou às suas ordens. Beijos
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Ernesto Bono desafia conceitos estabelecidos ao abordar temas como ufologia,nova visão de universo, novos paradigmas do conhecimento, antipsiquiatria esexo, críticas contra a ciência e a medicina, AIDS, revisionismo bíblico,budismo, taoismo e yoga. Puxa!
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Ruibolla 2008
Gostaria de indicar a todos que conhecem ou já ouviram falar do escritor, médico psiquiatra e ufólogo Dr. Ernesto Bono, links de gravações em áudio de participações dele na Radio Pampa de Porto Alegre nos anos 90: Sobre mumificação e criptogenia --- Ufologia --- espiritismo e outros assuntos --- Ciência --- religião --- medicina --- Sobre os gatos e suas capacidades superiores:
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Euzébio S.Paulo 21.11.2005
Achei ele muito conspiracional, não há nada de sólido no que diz...
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Re: [BURN] Ernesto Bono
Concordo com voce, e alem disso sempre achei muito interessante as idéias do Dr. Ernesto Bono. Seus livros quando lidos de forma adequada, são narealidade, exercicios para a expansão da nossa forma de pensar e analisar o mundo que nos rodeia. Sergio K. de Figueiredo Cisco CCNA - Dr. em Física
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Sybelius 02.09.2003 Re: [BURN]
Ernesto Bono É incrível mas o Bono não tem espaço nas rádios de Porto Alegre ,desde dezembro do ano passado (2002), parece que ele se tornou "maldito". Mande sempre para a lista notícias sobre ele, é uma grande pessoa e um bom ufólogo (apesar de discordar de muitas de suas idéias). Abraços.
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Beth Farias
Estive em contato hoje por fone com Bono meu particular amigo...Infelizmente não o estamos conseguindo acesso ao seu site, mas estamos trabalhando para isso...Peço que aguarde, assim que estiver resolvido eu aviso aqui na lista... Uma pessoa como Dr. Ernesto Bono jamais deve ser esquecida...agradeço sua lembrança...Grande pessoa e excelente ufologo.... Abraços Beth Farias
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Sybelius Sunday, August 31, 2003 8:24 PM Subject: [BURN] Ernesto Bono Vou citar outro caso, um certo amigo meu, recentemente comprou por minha indicação dois livros de Ernesto Bono: Cristo, Esse Desconhecido e Nós, a Loucura e Antipsiquiatria e ele depois de tentar lê-los, telefonou-me e me perguntou se aqueles livros eram escritos em russo ou em alemão, porque ele não conseguia entender nada.
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Resposta de Vinicius G.Guerra a Ademir Silva 26.11.2007
Passados alguns meses eu fui visitá-lo e, de repente, fui atacado com a seguinte pergunta:
Como é que você, uma pessoa estudiosa desses assuntos por tanto tempo, diz que os livros desse tal de E. Bono são bons? Então, logo em seguida eu lhe perguntei:
Você o entendeu? A resposta, como eu já esperava, foi um simples e sonoro não.
Mas continuava afirmando aquilo não tem o mínimo sentido, o cara é um lunático.
Então, mudei de assunto e, noutra ocasião, como somos amigos, eu o convidei para estudarmos os dois livros dele, três vezes por semana. Foi difícil, mas meu amigo terminou aceitando. E no final do primeiro livro, ele já tinha mudado radicalmente de idéia sobre o autor, e, disse-me que devia muitas desculpas ao Sr. Bono e que, quando eu pudesse, podia por e-mail falar com ele o que aconteceu e lhe pedir mil desculpas.
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Vinicius G.Silva
Os livros dele na verdade não são nada fáceis de serem entendidos, mas uma vez compreendidos revelam uma verdadeira revolução e um esclarecimento total.
Por outro lado, se lermos os seus livros e só juntarmos apenas fragmentos de entendimento do que ele escreveu, certamente que formaremos dele uma péssima imagem.
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Carol
Olá, gostaria de saber se alguém tem notícias do ufólogo Ernesto Bono, não estou conseguindo me comunicar com ele. Se possívelo site dele, pois pelo intermega e o cjb.net não estou conseguindo. Agradeço desde já.
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Cris
Quando você falou sobre isso, fez-me lembrar sobre um escritor chamado Ernesto Bono... já ouviram falar dele? Beijos
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Gataloca 22.04.2005
Já ouvi falar de Ernesto Bono, sim. Como estou metida com Ugologia faz tempo, já conheço esse escritor e até tenho um livro seu chamado a Grande Conspiração.Vc pode saber mais sobre ele em http://www.ernestobono.cjb.net/ Tenho algumas restrições quanto ao que ele pensa. Enfim, é preciso ler e tirarmos nossas próprias conclusões.Nossa cabeça é nosso mestre, certo?Muitos beijussssssssssss
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Oaska 27/11/2007. Para Vinicius G Guerra
...mas é perda de tempo tentar fazer contato com ele. Quem quiser vá a esse endereço: http://paginas.terra.com.br/arte/ernestobono/P_Princi.htm e veja por si mesmo alguns textos do brilhante Ernesto Bono do nosso amigo aí. Vou colocar só o pedacinho inicial aqui, cada um conclua o que quiser:"
A Ameaça Extraterrestre
“Convém agora analisar o lado negro da Ufologia, que possui muitos adeptos entre os ufólogos, dentre os quais eu me incluo (ver meu livro: A Grande Conspiração Universal) e encontramos também o renomado pesquisador e ex-jesuíta Salvador Freixedo.
No lado negro da versão ufológica, se delineiam planos de dominação mundial, de conspiração mundial e universal. com a presença de seres nefastos tanto daqui como de outras latitudes.
Em suma, aspectos que nos levam a refletir e a meditar.
Vejamos agora o que diz Salvador Freixedo em seu livro La Amenaza Extraterrestre, no capítulo X que se intitula Taxonomia e Anatomia dos EBEs ou ETs.
Tipo número 1 ou Reticulianos
Estes ETs são assim chamados porque eles mesmos dizem ter vindo de um planeta que gira em torno da estrela Zeta Retículi.
A cor da pele desses ETs é cinza. São baixos e medem entre 1,20 a 1,40 m. Possuem uma cabeça grande, crânio pelado e olhos rasgados, tipo asiático. Esse, aliás, é o esboço que fazem todos...”
Amigo Vinicius, o que esse tipo de coisa tem a ver com Krishnamurti, pelas barbas de Netuno!
hehehehe
Cada uma bicho! Ernesto Bobo
Ernesto Bobo
Ernesto é Bobo! E ponto final.E não venha me dizer que um fragmento não serve de exemplo, e que é preciso ler tudo pra entender, arghhh!
Um abraço amigão Oaska .
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Enviado por Vinícius G A Guerra em 28/11/2007
Feriu-se com as próprias mãos
Você Oaska, mostrou ao público quem você realmente é.
Você falou, falou e não disse absolutamente nada. O que você está querendo é só bagunçar. Infelizmente não posso mais continuar dialogando com você.
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Resposta a Ademir Silva 75, do tema Psicologias e terapias:
Vinicius G.A. Guerra
Amigo Ademir Silva75, não nego que suas perguntas têm cabimento.
Todavia pergunto ao amigo como o Ernesto Bono ou outra pessoa qualquer pode nos dar provas da existência de ETs? Se forem mostradas fotografias reais; as pessoas dirão que se trata de montagens, se forem apresentados relatos gravados com sons e imagens; dirão a mesma coisa. Só se alguém conseguisse raptar um dos ETs que se encontram cativos na Área 51 e na NASA e apresentar ele ao mundo inteiro.
Mas será que mesmo assim, não irão dizer que se trata de um caso excepcional de alucinação coletiva? Digo ao amigo que quando as pessoas não querem enxergar as coisas, não tem jeito. Elas sempre encontrarão uma desculpa.
Alerto ao amigo que não fui eu que iniciei esse assunto sobre ETs aqui no fórum, mas, sim, os contestadores. Não estou querendo dizer com isso que eu não acredito na possibilidade de vida extraterrestre. Eu procuro ser, para mim mesmo e para os outros, o mais sensato e sincero possível. Apesar de não me considerar nada Santo ou puro, eu tenho conseguido isso.
Porém, dentro desta sinceridade, eu vejo que se eu não possuo argumentos para negar ou para afirmar determinada coisa, obrigatoriamente tenho que admiti-la com 50% de certeza e com 50% de incerteza. Isto é, não posso afirmá-la e nem negá-la.
Posso até falar com as pessoas sobre as múltiplas possibilidades. Porém, nesse estado de não saber, eu não vou negar a assimilação das informações, principalmente se elas encerrarem um contexto lógico bem fundamentado e, se eu vejo que a explicação é bastante coerente. Aí então, eu a passo para frente.
Com isso não ache eu me deixo convencer, mas escuto e aceito que aquilo é possível.
Como eu falava inicialmente, eu simplesmente sugeri a Karina no tema “Psicologias e terapias” que ela lesse dois livros do Ernesto Bono. Um deles era: Nós, a Loucura e a Antipsiquiatria e o outro: “Cristo, Esse Desconhecido”. Ambos descrevem uma psicologia extremamente profunda, nada convencional, e muitíssimo similar a que Krishnamurti e outros Despertos nos apresentam.
Apesar de Bono usar outros termos de expressão, no fim, dá na mesma coisa. No começo é um pouco difícil da pessoa se acostumar com os termos. Nesses dois livros, como em muitos outros livros do autor, ele não faz referencia nenhuma a ETs.
Agora, oportunamente, vou tentar responder ao amigo sobre a outra questão que você levantou que foi sobre as provas que ele deveria apresentar sobre o Cristo e sua história.
Ademir, similarmente como eu falei sobres os ETs no parágrafo anterior, a reconstituição de uma história antiquíssima como esta imprescindivelmente vai abrir muitas brechas para todos os tipos de especulações. E mesmo assim, digo ao amigo que, se não me engano, para o Bono reconstituir os ensinamentos do Cristo, ele tomou como ponto de partida, documentos originais encontrados não me lembro onde, - o Ernesto Bono é um exímio investigador-, sobre as conversas que o Cristo tinha com seus discípulos em particular.
Dos seus discípulos, dois ou três tomavam nota de tudo o que ele falava. Anotavam, até mesmo, detalhes de fisionomias, gestos, etc, Nessas conversas, ele (o Cristo) explicava detalhadamente aos seus discípulos tudo o que era falado ao povo que o acompanhava e o ouvia, e geralmente em forma de parábolas.
Baseado no entendimento das explicações do Cristo, o Ernesto Bono conseguiu as ferramentas necessárias para numa árdua dissecação dos Evangelhos. E o fantástico do trabalho dele é que conseguiu separar o “joio” do “trigo”, disso eu garanto.
Bono simplesmente foi jogando fora tudo aquilo que não era compatível com os ensinamentos do Mestre da Galiléia e, no final, ficou só com o “trigo”. Foi dessa forma que ele conseguiu reconstituir a doutrina do Grande Mestre Galileu, como nunca se havia visto.
Quanto à reconstituição da história do Cristo, ele fez uso de investigações profundas, calcadas em documentos antigos, valeu-se de muita reflexão, intuição e usou a mesma técnica que mencionei no parágrafo acima.
Num trabalho árduo, ele juntou as peças de um grande quebra-cabeça que inicialmente se encontravam totalmente dispersas.
Mas ao amigo, eu digo que a história do Cristo, pelo menos para mim, não tem lá essa importância toda. Se bem que ela pode ajudar muito para desmistificar muitas coisas que foram incutidas cegamente nas cabeças de milhares de religiosos.
Uma história burilada de Cristo serve para mostrar que as coisas podem não ser como se vem achando há milênios. E dessa forma, deixar grandes interrogações nas cabeças das pessoas que se encontram iludidas. Desse modo, então, pode despontar uma nova oportunidade para que as pessoas se libertem dos velhos condicionamentos, os quais antes eram impingidos de modo inquestionável e eram aceitos cegamente.
Agora, quanto ao aspecto da doutrina de Cristo, burilada e ressuscitada, ela é realmente algo simplesmente fantástico, e eu não posso, de forma alguma deixar de elogiar ou dar méritos ao Dr. Ernesto Bono pelo seu árduo e grandioso trabalho de reconstituição.
Para finalizar, quero afirmar que a liberdade de expressão é um direito de cada um, e que eu aqui, não tenho a mínima intenção de me contrapor a ninguém. Eu só quero dialogar, trocar informações dentro de limites respeitáveis sem uso de disputas irracionais, chacotas e escárnios.
Um abraço e espero, sinceramente, que possamos continuar dialogando.
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Martinhos Carlos Rost – 25.12.2008
Num domingo, 21 de maio de 1989, assisti a uma palestra proferida por Ernesto Bono.
Nascido em 1934 em Torino, na Itália, e radicado no Brasil desde 1947.
Bono mora em Porto Alegre onde trabalhava como médico psiquiatra.
Escritor, autor de vários livros, conhecia-o em outras três palestras que foram realizadas aqui em Novo Hamburgo, a convite da escola de Yoga que eu freqüentava.
Naqueles dias, eu estava envolvido pelo espiritismo, pela teosofia, pela Ordem Rosacruz e pela Probiótica (uma medicina naturista criada pelo coreano Jong Suk Yum), e trazer Ernesto Bono para Novo Hamburgo foi minha iniciativa.
Terminado o discurso, aplausos arrebatados da platéia. Na hora das perguntas deu-se um silêncio, parecia que ninguém ousava perguntar.
Bono desculpou-se: Ele alegou que sabia que suas palavras não haviam deixado pedra sobre pedra.
“Amigos, a clareza é dolorosa, sim... E se dói "ver", "fazer ver" dói ainda mais.
Em vários livros inéditos, Bono declara, tal qual a canção espanhola diz: “Faz-se o caminho ao andar.” Sim, amigos, pois há Ação Pura, mas não há ego-agente que anda. O ego nunca foi um ator, nunca foi um agente, e sim é um farsante, a ação não pertence a ele, malgrado ele ache poder executá-la e ache poder matar.
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MACIEL, Luiz Carlos. Pasquim 130
O dogma científico. Retirado do Pasquim, n. 130, 28/12/71 a 03/01/72, p. 16
A crítica radical do conhecimento científico feita por Ernesto Bono em “É a ciência uma nova religião?” depende de uma libertação efetiva do prisma dualista, pois se fundamenta nessa experiência. Não é um livro que apresente um sistema, uma teoria ou, sequer, uma idéia.
É um livro que visa à compreensão íntima do leitor, usando como caminho para isso a destruição do mito mais poderoso e enganador de nossa civilização: a ciência com suas pretensões a conclusões objetivas, universais etc, embora ela própria esteja continuamente desmentindo essas conclusões.
Para as pessoas familiarizadas com a visão monista (tudo é UM), essa libertação, essa experiência, pode ser indicada por vários nomes: “...é aquilo que é”, ou seja, “Eu sou” de certa passagem da bíblia, ou é o TAO de Lao-Tse, ou então é o Sahaja-Nirvikalpa-Samadhi de Krishna e dos yogues, ou ainda é o Nirvana de Buda, ou o nosso conhecido e nunca compreendido “Reino de Deus” de Cristo (...)
A compreensão se dá de dentro para fora e o monismo (ou não-dualidade), aqui, consiste fundamentalmente no reconhecimento de que tudo, o que está dentro de nós e o que está fora de nós, é uma coisa só.
O que julgamos ver na realidade externa, como separado de nós, é apenas uma projeção mental deformada pelo prisma do ego.(...)
Texto integrante dos Anais do XVIII Encontro Regional de História – O historiador e seu tempo. ANPUH/SP – UNESP/Assis, 24 a 28 de julho de 2006. Cd-rom.
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Maciel, Luiz Carlos – Pasquim número 91 de 1 a 7/04/1971
(Naquele tempo escrevia Maciel): “Vai ser lançado em breve pela Editora Civilização Brasileira, o livro do jovem pensador de Porto Alegre, Ernesto Bono, sobre É a Ciência uma Nova Religião? Ou Os Perigos do Dogma Científico. Estou lendo os originais e adianto que o aparecimento de Bono na paisagem cultural brasileira será uma verdadeira revolução, capaz de botar muitas coisas no lugar.
(Maciel só pressentiu, e estava certo, mas não profetizou. Os estrangeiros abrasileirados do Brasil, com habitualmente 3 ou 4 nacionalidades, não deixaram e os brasileiros não tomaram conhecimento). Bono é ainda autor de uma vasta obra em três volumes intitulada Eu Sou, a Luz do Mundo, ou o Cristo Desconhecido. (Deste trabalho, saiu um resumo chamado Cristo, Esse Desconhecido, publicado em 1979 na Record graças ao querido amigo Prof. José Hermôgenes). Nesta obra, Bono tenta restabelecer a verdade original dos Evangelhos, deturpados – segundo ele explica – pelos primeiros escribas cristãos, expondo a verdadeira doutrina de Jesus que confirma os mais profundos ensinamentos do pensamento oriental.O livro pinta como o estudo mais profundo do cristianismo feito em nossa época e, certamente voltarei ao assunto para uma exposição mais detalhada. As forças pelo renascimento espiritual despontam, hoje, em todos os lugares com um poder surpreendente.”
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Maciel, Luiz Carlos – Pasquim número 129 de 21 1 27/12/1971
Já está nas livrarias, editado pela Civilização Brasileira, o livro de Ernesto Bono, É a Ciência uma Nova Religião? Ou Os Perigos do Dogma Científico. Este é um importante ensaio que aplica – ao que se consta, pela primeira vez – a concepção monista do Real (tal como é expressa, principalmente pelo pensamento oriental) a uma críticas das pretensas “descobertas” da ciência ocidental. Já falei sobre Bono nesta coluna, referindo-me em especial a outro trabalho seu, uma rearticulação dos textos dos Evangelhos intitulada Eu Sou a Luz do Mundo e ainda inédito. Há alguns meses atrás, ele me emprestou o manuscrito original desse livro agora publicado, sobre a ciência, com um bilhete pessoal do qual tomo a liberdade de transcrever um trecho: “Só gostaria de alertá-lo que o livro É a Ciência etc..., malgrado o título, não é uma obra áspera, enfadonha, de cientificismo estéril, filosofia barata ou metafísica fuliginosa. Bem ao contrário. Se você é um daqueles que anda em busca da Verdadeira Luz fora de si mesmo, porque não soube identificar-se com a Luz Primordial que traz em seu Coração, então neste livro encontrará o que procura. É claro, não a verdade estática, impressa em páginas inertes, mas sim uma psicologia transcendente e uma espiritualidade viva e dinâmica que farão (se estiver atento) que você mesmo Desperte, ou se aperceba ou se identifique a essa VERDADE que VOCÊ É, e seus outros iguais também. Um consigo mesmo , embora você não desconfie disso.
Hoje, meses depois, após ter lido o livro, subscrevo inteiramente essas palavras. Bono critica e reavalia as chamadas “conquistas” da ciência para mostrar a ilusão que, no fundo, são as “provas científicas” – na verdade, engendramentos egóticos do próprio cientista. Segundo Bono, a “prova” não vale nada sem que aquele que prova se auto-conheça primeiro. Ou também sem que se conheça aquele que prova e que tão facilmente se convence com aquilo que ele provou (ou forjou). O que conta, na verdade, é o homem em seu aspecto mental integral (consciente e inconsciente) de provador, e não o objeto pretensamente externo analisado pelos métodos científicos e depois provado. O cientista provador é um mentiroso, mesmo inconsciente, pois através de engendramentos mentais coloca no objeto (na verdade, apenas um aspecto de si mesmo, projetado adiante, na pretensa realidade física) as provas que quiser, pois desconhece completamente a sua essência mental de provador. Desde que a suposta realidade objetiva não passa de uma projeção mental vazia, insubstancial e impermanente, as leis científicas simplesmente não são leis..
Na semana que vem, volto ao assunto, pois a importância de É a Ciência uma Nova Religião me parece decisiva. Vamos abrir os olhos? Vamos acordar?,

YURI Vieira – 2,11.2006
Alguns ufólogos - como o Ernesto Bono, cujo livro a Hilda Hilst me fez ler - acreditam que os EUA têm bases subterrâneas em comum acordo com ETS trevosos. (E com ironia pergunto):
Oh! Será que o Ernesto Bono não passa de um comunista com mais uma razão para sermos anti-americanos?
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Ernesto Bono
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre
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Ir para: navegação, pesquisa
Ernesto Bono (Turim, 19 de julho de 1934) é um escritor e psiquiatra italiano residente no Brasil desde 1947.
É formado em medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com experiência psiquiátrica no Hospital Psiquiátrico São Pedro de Porto Alegre, onde trabalhou durante 23 anos. Bono foi, nos anos 1970, um dos introdutores da anti-psiquiatria no Brasil, sendo inclusive o tradutor do livro Percepção Interpessoal, de Ronald Laing, publicado em português pela Editora Eldorado (1974). Tem várias obras publicadas sobre história das religiões.
A partir dos anos 1980 passou a se dedicar também a estudos de esoterismo e ufologia, tendo mantido um programa sobre esses temas na Rádio Pampa de Porto Alegre, entre 1995 e 1999. Deste período é seu livro mais conhecido, A Grande Conspiração Universal, que discute a suposta existência de um governo secreto que controlaria o mundo.
.Obras publicadas
2000: "Cristo, Esse Desconhecido" (Editora Renascença)
1999: "Aids, Quem Perde Quem Ganha (Aids, Uma História Mal Contada)" (Editora Rigel)
1997: "O Apocalipse Desmascarado (Nem Anjos nem Demônios, Apenas ETs)" (Editora Renascença)
1994: "Os Manipuladores da Falsa Fatalidade" (Fundação Educacional e Editorial Universalista FEEU)
1994: "A Grande Conspiração Universal" (Bonopel Edições, depois Zenda Editora)
1983: "Antipsiquiatria e Sexo" (Editora Record)
1982: "Ecologia e Política à Luz do Tao" (Editora Record)
1981: "Senhor do Yoga e da Mente" (Editora Record)
1979: "Cristo, esse Desconhecido" (Editora Record)
1975: "Nós, a Loucura e a Antipsiquiatria" (Editora Pallas)
1971: "É a Ciência uma Nova Religião?" (Ou "Os Perigos do Dogma Científico", Editora Civilização Brasileira.
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Livros ou Elos escondidos até para os buscadores
A Grande Conspiração Universal

Denuncia do Governo Mundial da Consciências - Ernesto Bono coloca seu pensamento sobre a conspiração que quer dominar a mente e a alma humana, e usa-la a favor de uma minoria
Ernesto Bono, psiquiatra e clínico geral, italiano de nascimento e residente em Porto Alegre-RS. Em seu livro, EB diz que a humanidade está ameaçada porque as autoridades governamentais são manipuladas por inteligências extraterrestres...
Mediante a apresentação de "provas e evidências", Bono demonstra estar em andamento uma grande conspiração universal visando dizimar a humanidade, transformando-a numa raça híbrida, afetando sobretudo as populações do Terceiro Mundo, onde se inclui o Brasil.
Na controvertida obra, o autor informa que seres extraterrestres transmitiram aos Estados Unidos incríveis segredos bélicos em troca de permissão para se estabelecer bases subterrâneas em nosso planeta.
Além disso, os ETs - repetidas vezes - realizaram experiências terríveis com seres humanos e animais terrestres, transformando-os em meras cobaias.
Para Bono - autor de mais de uma dezena de livros - os alienígenas estão entre nós sem que possamos identificá-los...
"A Grande Conspiração Universal" - 396 páginas - é fruto de longos anos de pesquisa do autor, um livro surpreendente que levará o leitor a conclusões jamais imaginadas.
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PALESTRAS MEDIADAS: Por uma Ciência mais Ampla Palestrantes: Attico Chassot, Silvia Koller e Ernesto Bono Evento: VIII Semana acadêmica da Psicologia da Unisinos - Transdisciplinaridade e Saúde: Diálogos entre as psicologias e outras áreas do saber Local: Universidade do Vale do Rio dos Sinos - São Leopoldo (RS) Promoção: Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Centro de Ciências da Saúde - Diretório Acadêmico do curso de Psicologia Data: 7 de novembro de 2002 - Duração: 3 horas
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Salomão Rovedo
Recanto das Letras 26.12.2005
As colunas contra-culturais de um guru não assumido – Luiz Carlos Maciel, os escritos sobre Anti-psiquiatria de Ernesto Bono, os conceitos éticos de tablóides como Opinião, tudo dava um tom particular, um diagnóstico para a leitura nacional sobre a Revolução Universal de 1968, passar cada dia como se fosse o último da vida, repetir a mesma vida sempre e eternamente, sem medo da unanimidade burra (Nélson Rodrigues), viver o melhor possível, não deixar que nada fique pior, não deixar nada por não viver... E só então morrer.
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Paulo Bandarra 13.3.2007
Temos o dr. Ernesto Bono, de Porto Alegre, introdutor da antipsiquiatria – que atribui determinados fenômenos psíquicos aos extraterrestres entre nós, num lado negro da versão ufológica em que se delineiam planos de dominação mundial, de conspiração mundial e universal com a presença de seres nefastos tanto daqui como de outras latitudes.
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Olivo Cesca
Livro editado, Antipsiquiatria e Sexo – Revista Rainha – Janeiro de 1984
Ernesto Bono é, sem sombra de dúvidas o precursor da antipsiquiatria no Brasil. Seu livro “Nós, a Loucura e a Antipsiquiatria, editado em 1974 no Brasil, e no ano seguinte em Portugal, reaparece agora em “versão ampliada, retocada, corrigida e modificada, com o título “Antipsiquiatria e Sexo, em edição da Record, do Rio. Nesta obra o autor investe contra a “Psiquiatria, como filha de uma medicina absurdamente química, bioquímica, nada humana e muito cientificista, que criou o louco e o rechaçou... e investe contra os rótulos estigmatizantes, contra as condutas tempestivas e as terapias inadequadas, contra o rechaço ao contato real e efetivo com os pacientes.”
E nisso, o autor gaúcho se alia ao Movimento Contracultural, surgido nas décadas de 1960/70, no qual militaram nomes como Laing, Cooper, Foucault, Basaglia, Sasz e outros, a muitos dos quais Bono chega a superar pela criatividade e originalidade...
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Portal 13 de maio Teorias da Conspiração 28.12.2008
Outras teorias conspiratórias afirmam que os almoços de negócios entre autoridades e extraterrestres acontecem a todo vapor - e os Estados Unidos não seriam os únicos envolvidos. "Um dos primeiros acordos que governantes terrestres fizeram com ETs foi a trajetória que levou Adolf Hitler ao poder", isso é o que escreve o ufólogo Ernesto Bono, em um artigo publicado no site Ufogenesis.
Segundo Bono, já nos anos 30, Hitler teria feito o mesmo acordo com os aliens, que cederam a tecnologia para os alemães construírem seus próprios discos voadores. (AMIGOS, EU, ERNESTO BONO, ALERTO: EU NÃO DISSE NADA DISSO!
"Com o fim da guerra, os discos teriam sido transportados desmontados em centenas de submarinos alemães, que também sumiram sem deixar vestígio. Estariam até hoje escondidos em instalações secretas no Pólo Norte E Pólo Sul. Os alemães foram derrotados em seu território, mas continuaram lutando de um modo completamente diferente nos céus da Terra, em discos voadores", afirma o ufólogo. Que Tom Cruise se prepare. Vem aí a verdadeira Guerra dos Mundos.
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Vinicius G.Aguirre – 13.12.2007 Confraria Mistica Brasileira
Uma mudança radical na nossa maneira de abordarmos a vida.
Nos livros de Krishnamurti, de Vimala Thakar e de Ernesto Bono, poderemos encontrar uma fonte inesgotável de informações necessárias para essa nova forma de visão, imprescindível a uma verdadeira transformação radical.
Como eu estava dizendo, modificar as coisas só de modo superficial e só nas aparências não vai resolver a questão da nossa desorganização interna; dessa forma, então o caos voltará a reinar. As mudanças externas são necessárias para que haja uma mais justa distribuição de recursos. Mas se o desequilíbrio interior persistir, ele tornará a se manifestar.
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Antipsicocracia movimento contra a aplicação dos psicotestes, e com razão.
Ernesto Bono em seu livro É a Ciência uma Nova Religião? diz: Alguns psicólogos continuam acreditando que a psicologia possa ser um anzol para pescar segredos e verdades. E isso porque eles apenas desconhecem a verdadeira mente humana.
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Carlos Alberto Machado novembro 2004
– Investigador e Autor do livro Os chupacabras.
Em 1983, em Brasília, presenciei um UFO a cerca de 50m. Era uma esfera de luz sem ruído que passou sobre minha cabeça e a de alguns outros colegas – entre eles os ufólogos José Victor Soares e Ernesto Bono – passou bem devagar e por duas vezes, tanto na ida quanto na volta de sua trajetória.
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Congresso Nacional e Internacional de Ufologia,Curitiba 12 a 15 outubro 2000
Tema: "Mentiras e Verdades na Ufologia"
Ernesto Bono (RS)
Médico Psiquiatra, Autor de mais de uma dezena de livros, entre eles os polêmicos "A Grande Conspiração Universal", "O Apocalipse Desmascarado", "Cristo Esse Desconhecido" e "AIDS Quem Ganha Quem Perde". Suas participações em congressos sempre geraram grande polêmica, por sua visão crítica e anti-acadêmica. Ele mostra um lado mais agressivo da presença alienígena em nosso Planeta.
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Pacifica Graduate Institute – The James Hillman Collection
PoBn.d. “Comentários Psicológicos” escrito por E.Bono e incluídos ao livro a Kundalini by Gopi Krishna. Traduzido por Ernesto Bono. Rio de Janeiro: Record. Engl. B70.
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Revista da Natureza – F.A. dezembro de 1982.
Ecologia e Política à Luz do Tao
O Taoísmo é a mais discreta flor da sabedoria oriental.
Agora, o Tao-Te-Ching de Laotsé e aforismas de Chuangtsé foram retraduzidos e comentados pelo autor E.Bono. O livro inclui ainda peças inéditas destes dois mestres taoístas e de um outro estranho cavalgador de nuvens, chamado Lietsé, os três grandes mestres do taoísmo.
Ernesto Bono, o autor, é uma das figuras exponenciais do pensamento contracultural brasileiro. Desta vez, ele reflete sobre as repercussões éticas do taoísmo em áreas distintas como a política e a ecologia.
A vitalidade do Tao é capaz de tirar a máscara de muitos salafrários que se auto-intitulam salvadores ou alternativos (mas só se o forem para seu próprio ego). O sabor da leitura aqui está no desvendamento dos corruptos e hipócritas destituídos de coerência e que pretendem ser os porta-vozes da natureza.
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Caio Fernando Abreu – Livro Pequenas Epifanias
Capítulo - Delírios de Puro ódio
Tenho dificuldade para dormir. Vezenquando por razões objetivas: febres, suores, tosses, aqueles vudus que só soropositivos conhecem. Mas essas nem são as piores noites.
Mais horrível é quando não durmo de Puro Ódio, com maiúsculas.
Fico então tentado a ligar para Hilda Hilst, outra que também dorme mal.
Hilda me disse que reza, e chora, e pensa com pena e dor no planeta, e que tudo se agravou desde que cometi a imprudência de enviar a ela um livro do psicanalista gaúcho Ernesto Bono — exatamente aquele em que ele levanta a inquietante tese de que a Terra está tomada por extraterrestres do Mal, capazes de substituir um ser humano por um clone, ou simplesmente seqüestrá-lo. Desde que leu Bono, Hilda — delirante, impressionável, e um pouco por isso mesmo a mais brilhante escritora brasileira viva — acrescentou a suas velhas angústias noturnas mais essa: ser “trocada” por um ET...
Digo eu, Ernesto Bono: também conhecia Hilda Hilst e era, digamos amigo dela.
Lembro-me que em determinada ocasião, creio que foi de noite, ela me telefonou aflita, achando que ia ser raptada ou senão substituída por um clone. E isso depois de ler meu livro. Mas antes disso, ela já era extremamente nervosa e impressionável. Tentei tranqüilizá-la e fiz-lhe entender que ela longe estava desse perigo. E que nada no mundo iria se armar contra ela, feitos alienígenas nefastos. Depois de me ouvir se tranqüilizou. Mas pelo jeito, o consolo não durou muito.
Eu também era ou fui amigo ou conhecido de Caio Fernando Abreu. Ele começou a interessar-se pelo meu trabalho já no tempo do lançamento de “É a Ciência uma Nova Religião?”, ou seja em 1971 e também na época em que eu tentei lançar uma revistinha contracultural chamada ORION. Não sei se gostava do que escrevia, mas me respeitava e até me admirava, pelo tipo esquisito que eu era, e isso, no que dizia respeito à literatura, é claro.
Lembro também que voltei a visitá-lo muito tempo depois, já na fase de declínio físico por causa da síndrome. Fui apenas para entregar a ele meu livro AIDS, UMA HISTÓRIA MAL CONTADA. Sem querer influenciá-lo em nada nem perturbá-lo nem querer doutriná-lo, eu, remotamente, tinha uma longínqua esperança de que lesse o livro e tentasse uma alternativa terapêutica com alguns outros mais, não tão técnicos.
Passaram-se dois ou três e voltei a visitá-lo. Recebeu-me amavelmente e entristecido. Não fiquei mais que um ou dois minutos, e o encontrei muito abatido e extremamente emagrecido. Antes de me despedir, e era a última vez que eu iria vê-lo, ainda se comunicando, ele apenas me confessou comovido: Ah Bono, por que não tomei conhecimento deste teu livro antes? Agora o tratamento deles já acabou comigo!
Três semanas depois, soube pelo jornal que Caio havia sido internado em estado grave. Fui visitá-lo no hospital Moinho de Ventos. Era de dia, mas o quarto estava às escuras, sem ninguém presente naquele momento. O caro amigo, lá estava ele irreconhecível, magérrimo, um cadáver que respira, sofrido e em estado de coma. Abri a porta, mas não entrei porque era proibido. Me despedi dele entristecido e chorando. Não podia fazer outra coisa.
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Temas atuais na promoção da saúde 7.01,2009 AIDS - Quem ganha, Quem perde, autoria ErnestoBono Conforme o autor, o que mata na AIDS não é o vírus, mas o modo errôneo de pensar o problema da AIDS e as condutas e tratamentos inadequados. O livro apresenta a denúncia de uma história mal contada Rigel, Porto Alegre RS, 1999 , 288 p
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Pedro Paulo Chevrand G. da Silva
(pchevrand@cabofrio.psi.br) de Cabo Frio-RJ, 14/01/2004
AIDS: Quem Ganha, Quem Perde
Excelente obra. Já estava da hora de alguém muito lúcido e esclarecido romper com as barreiras da visão estritamente científica das coisas, que está levando a humanidade a um beco sem saída, principalmente se considerarmos o mal uso da energia atômica, cujos resultados são bem conhecidos, e os desatinos da engenharia genética, manipulada por pessoas ávidas por fama e engrandecimento pessoal. O que há por trás de toda esta embromação que já está nos esgotando fisica, mental e espiritualmente poderá ser percebido com a leitura desta obra que recomendo a todos.
Digo eu EB. Ah, amigo Pedro Paulo, você é um portento. Em poucas palavras sintetizaste tudo!
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Senhor do Yoga e da Mente (Planeta número 101 e Folha da Tarde 2l/12/80)
Ernesto Bono, autor de É a Ciência uma Nova Religião? e do recente Cristo, Esse Desconhecido, apresenta-nos agora este importante livro baseado nos puranas, escritos sagrados hinduístas que relatam ensinamentos de Sri Krishna. Bono comenta na primeira parte do livro as mais importantes escolas de ioga, como a karma ioga, bakti ioga, mantra ioga, dhyana ioga, jnana ioga e muitas outras escolas de sabedoria hindu.
Neste livro, Ernesto Bono, em linguagem simples e acessível, nos traz um verdadeiro compêndio de filosofia e psicologia antiga, além de um poema místico que é considerado um monumento religioso. Trata-se da Eterna Mensagem de um grande Mestre e Avatar conhecido no Ocidente entre os iniciados. O texto foi descrito por Alexander Von Humboldt, como a “coisa mais bela e profunda que o mundo jamais conheceu.”
Rodolfo (Ultradark) da Orkut
Eu e o Bono, na casa dele, falamos sobre muitos assuntos, sendo que suas opiniões sempre me fascinaram, justamente por ser um autor muito além do nosso tempo, como todo despontar de um gênio!

Daqui a uns 40, 50 anos vão olhar para trás e ver o quão visionário era este cara chamado Ernesto Bono, e o quão tolos foram aqueles que não lhe deram o devido valor...
E segundo suas próprias palavras a mim ditas em seu apartamento, nesse dia:
"Estou farto de toda essa sistemática padrão aplicada à Ufologia...e também perdi o ímpeto de lutar por gente que sequer sabe olhar além do próprio umbigo..."
Depois de ouvir isso, claro que não faltaram incentivos meus, quase súplicas para que nosso herói não desistisse.
Mas minha gente, parece que ele cansou mesmo...cansou de ser taxado como louco, visionário, como "pregador"...e mais todos esses substantivos pejorativos!

Como antes eu mesmo mencionei, todo grande gênio, em seu tempo, é hostilizado e ignorado para apenas ser reconhecido vários anos depois. E com o Dr. Bono não será diferente.
Quem leu seus livros extremamente bem estruturados, dinâmicos, revolucionários, e coesos sabe o quão lúcido é o caminho que ele trilha. Ao caminhar, ele torna-se caminho.
Bono é um espelho de perseverança,
como diriam os índios americanos, ele é um espírito livre.
(Obrigado, amigo Rodolfo. EB)
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Rodolfo Ultradark – 20.06.2008
Muito massa! Até a dança espiritual, meditação, respiração adequada (uma rica fonte de energia!) teve ele! E o Dr. Bono, apesar da expressão firme é de uma simpatia fantástica!
E de um senso de humor incrível, com ironias inteligentes, palavrões delicados bem encaixados (quando a conversa é em OFF, claro!), além de jargões viciantes e tudo o mais!
uma vez perguntei à ele: "O senhor sabe a que horas vai ser a tal..."
"Ah Rodolfo! Tu sabe como são essas coisas...Lá eu falei com aquela mulherzinha, a senhora Fortuna, e ela não resolveu nada...daí então, o que fazer?..."
Palestra no Congresso Holismo Terapêutico fim de março de 2008
Rodolfo Ultradark
CIDADÃO EXCELENTE, a palestra do Dr. Ernesto Bono foi excelente.
Concordo com ele de que a UFOLOGIA, é muito mais do que contatos visuais, marcas no chão, presença de aliens etc. A "coisa" deve ser investigada muito mais profundamente.
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A PROPÓSITO DE PROVAS
Em 06/06/2008 - Eduardo RC Neto escreveu no Orkut da Internet:
Olá amigos,creio que vocês conhecem ou já ouviram falar do ufólogo Ernesto Bono. Ele escreveu entre outras obras o livro a Grande Conspiração Universal. No dia 31 de março deste ano ele proferiu uma palestra na Assembléia Legislativa do RS num encontro Holístico aonde ele falou da teoria da Terra Oca, de Akakor e outros temas, o título desta palestra é; Ufologia Enigmas de Nosso Espaço.
Senhores: Não querendo ser chato nem querendo desfazer de um ufólogo com 50 anos de pesquisas, achei que palestra dele como ficção científica daria um roteiro para filmes tipo C, isto é, bem ruim.Quando ele falou que é BESTEIRA dizer que viemos do homo-sapiens, que foi investigado por cientísta de todas as partes do mundo, eu acho que tambem posso falar que a palestra dele não passou de total BESTEIROL.Fora dizer que a Terra é oca, que há entradas para a Terra oca no pólo nortee no pólo sul, e que a NASA esconde isso....PELO AMOR DE TODOS OS DEUSES!!!!!!!!!!Será que ninguem pode ir lá nos pólos e tirar uma foto????Tal senhor sabe até sabe de onde vieram os tripulantes das supostas naves que caíram em Rooswel. Mas, o PIOR de tudo, é que acabou com a palestra, dizendo que ele ACREDITA na autópsia do Santilly... Ora já foi provado que era uma falsificação... LAMENTÁVELl!!!!! E falar que DESCARTES estava errado, foi ótimo...Ele até sabe o que aconteceu com o Sargento que sumiu na Antártica a alguns meses atrás...PELO AMOR DE TODOS OS DEUSES DE NOVO!!!!!!!!!Eduardo RC Neto
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Minha resposta a Eduardo RC Neto:
Nada do que foi dito na palestra involuntária da Convenção Holística era bobagem. Atualmente, nos tempos das revoluções da física quântica ondulatória, tempo do aparecimento dos universos de cordas, da anulação físico-espacial, da insubstancialidade e intemporalidade de tudo - (espaço e tempo científico, mais o seu contúdo, matéria, energia, plasma não são nada) - bobagem cósmica é continuar dando validade ao modelo de universo científico, besteira é acreditar na criação casual da vida, nos átomos, nas moléculas, nas células (tudo surgido por puro acaso e pelo acaso dirigido), ou dar validez à estúpida e ridícula evolução das espécies e sua luta pela sobrevivência. É claro que a criação de que a Bíblia fala é muito pior. Amigos, não é preciso destruir nada, apenas tornar tudo arte, tudo relativo de fato, e não como ensinou Einstein. É preciso higienizar a mente ou cabeça, se quiserem.
Senhor Eduardo Rc Neto, você precisa tomar ciência da Verdadeira Sabedoria de todos os tempos e não somente o conhecimento científico que começou a aparecer e prevalecer 400 anos atrás, e que lamentavelmente se tornou esmagador ou uma terrível e forte ditadura.
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De E.Bono para Carlos Cunha
Amigo Carlos Cunha, vou enviar-te outro tópico sobre as tão endeusadas PROVAS, tópico que escrevi como uma última tentativa para diminuir um pouco a empáfia daquele senhor (Eduardo c.Neto), que me criticou e me humilhou com suas colocações a respeito de uma palestra sintética e atravessada de 20 minutos sobre ufologia no congresso de Holística acontecido aqui em Porto Alegre em Março de 2008.
Naturalmente ele já respondeu dizendo que não ia ler a minha ladainha --- o dito cujo é tão grosseiro que sem ler já batiza a coisa de ladainha, quando em verdade é uma aula de alta sabedoria como poucos tem tido a oportunidade de conhecer. Bem disse o Cristo em seu tempo: "Não atires pérolas aos porcos!
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"NÃO TE PROVO NADA PORQUE BEM OU MAL EU FAÇO A PROVA
Eduardo, seria bom que soubesse que toda prova é uma safadeza do ego-pensamento em cada um de nós.
O homem não foi feito para ter diarréia mentais lógico-racionais, ou não foi feito para pensar e mais pensar. O homem veio a Existência graças a EU SOU, o SER PRIMEVO.
Este, como o próprio HOMEM é Mente ou Consciência que estão aí para SENTIR-SABER-INTUIR além de ATUAR e AMAR. Este maravilhoso quinteto pulsa ou vibra, e em suas vibrações agora defasadas (tempo),elas resultam em pensamento a reconstruir mentiras, fantasmagorias superpostas, tempo, espaço, deslocamento e falsas provas.E a propósito de provas, ou tudo é VERDADE ABSOLUTA, ou tudo é superposição do pensamento vulgar e meramente recriador , principalmente recriador do espaço e do tempo dito físico e do seu enganador conteúdo energético-material.
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AQUI E AGORA, livre de tempo, se É, se Sente, se Sabe, se Intui, se Atua, se Ama.
Todavia, as ressonâncias disso tudo viram caducidades e acréscimos do pensamento sagaz e enganador.O sujeito pensante e o objeto pensado são sempre um mesmo dado superposto.
Só que a pretensa pessoa pensante, além de pensar, também argumenta, também
arma teatrinhos e depois prova o que quer, feito um materialista, feito um Eduardo da vida.
A pessoa pensante sem o objeto pensado é absolutamente nada.
E este objeto pensado sem a pessoa-ego também é nada.
Tudo o que a pessoa-ego pensa, isso se projeta adiante feito objeto pensado,
Isso se concretiza se se atuar em conseqüência e de modo proposital.
Tudo isso, aliás, a Física Quântica redescobriu e, paradoxalmente,
louva muito a intenção, sem se dar conta que ela é criminosa...
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E a propósito de prova, é bom que se saiba que, a modo de dizer, Aqui e Agora vinga uma Geração Incondicionada, totalmente livre, própria do Absoluto em Manifestação e que não é regida por nenuma Lei, a não ser pela Espontaneidade, Amor e Liberdade. E de modo superposto há também um faz-de-conta altamente convincente e objetivo ou uma Geração Condicionada, geração das aparências superpostas, geração do Maya, e regida somente por duas leis: a Lei da Interdependência e a Lei da Geração Condicionada, filhas prediletas do pensamento.
As pretensas provas ou falsas provas e todas as demais leis científicas e dogmas dependem destas duas leis. A propósito, a Lei milenar da Interdependência alerta: "Sou eu que te vejo, ó prova safada, e vendo-te, me vejo, e vendo-me, te faço".
Ou melhor:Aqui e Agora Sou porque Sinto, e não porque penso. O “penso logo sou” de Descartes é só pensamento, é só segundo momento, é só acréscimo desvirtuador.Então: Sou eu, ego intruso -- e Não SER -- que vos vejo, ó objeto e prova enganadoras , e vendo-vos em pensamento ou em imaginação, me vejo,
por que, ó inútil prova pensada, tu e eu (ou ego mesmo) somos um só,
no papel de prova, de objeto, e vendo-te, ó prova pensada e falsa deusa, te faço,
porque imediatamente atuo intencional ou propositadamente para te concretizar,
para de ti me apossar ou para te rechaçar.
-- Sou eu ego que te vejo, ó prova,
e vendo-te, me vejo,
porque tu és eu mesmo, disfarçado de objeto ou coisa provada,
e vendo-te, te faço, te concretizo, te sacramento, te endeuso.
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ISSO A FÍSICA QUÃNTICA DESCOBRIU, SÓ QUE ANDA NUM DILEMA;
AINDA NÃO SABE SE TUDO É MATÉRIA,
OU TUDO É CONSCIÊNCIA.
OS FÍSICOS-QUÂNTICOS MAIS RETRÓGRADOS PROPENDEM PARA
O TUDO É MATÉRIA.
O Sr. Eduardo, meu opositor, meu crítico cientificista,
o "tal sabe tudo, mas não crê em nada,
se ajoelha diante das fórmulas e provas de Einstein".
Só não sabe que nada do que Einstein disse, ficou provado
em termos definitivos, nem mesmo a explosão atômica, que tem outra origem.
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Toda Manifestação Vital Primeva e Verdadeira só é Presença Vital, Vazio-pleno, sensibilidade, inteligência, sentimento, poder criativo,
mas nunca partículas subatômicas, átomos, moléculas, macromoléculas, cristais e células.
Estes últimos são todos filhos do pensamento.
Sem que o átomo exista, a maldita bomba infelizmente estourou assim mesmo,
e que estrago fez, por causa do pensamento humano e também
por causa dos criminoso atos liberados pelos cientistas e políticos daquele tempo. Além da Lei da Interdependência, existe ainda a Lei da Geração Condicionada
--- sim, porque, como disse, há UMA GERAÇÃO INCONDICIONADA OU VERDADEIRA VIDA, QUE DE NENHUMA LEI DEPENDE E QUE O SER SUPREMO MANIFESTA.
De sua parte, a Lei da Geração condicionada, filha da ignorância-ego-pensamento diz:
“Isto sendo, em pensamento, aquilo aparece, aquilo se objetiva, aquilo se concretiza, se materializa, se para tal eu, ego, atuar intencionalmente”, como a ciência costuma fazer em seus laboratórios de experimentação. A ciência nunca provou nada, só armou teatrinhos convenientes, às vezes úteis, mas geralmente destruidores e poluidores. E mais...
“Isto não sendo pensado, aquilo não aparece, não se objetiva, não se concretiza”, não fica diante de mim, separadamente, porque também no que diz respeito ao que não pensei, eu ego, nada faço, não atuo intencionalmente. Portanto, toda prova é uma safadeza do ego-pensamento em cada um de nós.
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O homem não foi feito para ter diarréia mentais tipo lógica-razão a provar balelas,
mas veio a Existir, veio para Saber-Sentir-Intuir-Atuar-Amar .
O quinteto acima só se cumpre Aqui e Agora, livre de tempo e espaço pensados,
Por conseguinte, é absolutamente válido e autêntico.
A Verdadeira Mente em atividade – não confundir com um cérebro bem posterior, pensado e recriado pelos biólogos-neurologista –
Manifesta-se como Saber-Sentir-Intuir-Atuar-Amar.
O pensar em si não faz parte da Mente Pura.
Pensar e provar são ressonâncias retrógradas, são freios ligados nas rodas do bom viver.
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Pois é, amigo, esta sabedoria milenar não é ensinadas nas escolas e nas faculdades...
O homem precisa, pois, e urgentemente, fazer uma higiene mental,
Simplificando-se e voltando a ser criança
Mas com a sabedoria e vivência do adulto.
Há muito mais magnificência e verdade em simplesmente olhar uma flor e com ela identificar-se do que arrancá-la, para esmiuçá-la, destruí-la e tentar arrancar dela os últimos segredos que nunca existiram como fez ciência moderna. Saudações, Ernesto Bono
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De Carlos Cunha para E.Bono:
Olá Caro Amigo Bono,
Suas colocações neste e-mail sã um verdadeiro show. Mas simples mortais como eu,
e que só utiliza o cérebro vulgar, torna-se muito difícil compreender e aceitar o que escreves. Mas, centralizando-me e sentindo-compreendendo "deeply" acho que consegui entender melhor o exposto. Tu não podes ter utilizado o cérebro para redigir a profundidade desse teu texto, mas sim, deves ter buscado nos teus arquivos mais profundos, de outras "vidas", ou então mergulhaste no verdadeiro SER, para colorares isso no papel.
Aproveitando, tenta buscar a resposta do por quê estás na Terra, neste momento, e com qual a finalidade. Se é que já não o fizeste.
Sei que podes muito bem obter essas respostas. Ora, se consegues tirar do "fundo do baú" e trazer a tona conhecimentos assim, também conseguirás outras respostas mais.
ALERTA: muito cuidado, deves estar atento com pessoas que te rodeiam. Algumas estão aqui travestidas de seres humanos, amigos e amigas e não são. Carlos Cunha
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De Eduardo para Carlos Cunha;

Mais uma vez obrigado pela paciência.
Pois é, mas, mais uma vez, baboseira atrás de baboseira. Este Sr. Bono escreve muito bem, mas eu só queria dele algo especial: :
PROVAS!!!!! Cadé as PROVAS??????
Escrever por escrever, rebuscadamente, qualquer louco escreve, ele que acusa os outros de ter diarreia mental (que se cura facilmente, ao contrario de loucura patológica).

PROVE os buracos nos Polos!!!! (e não aquela montagem de photoshop que ele mandou em anexo)
PROVE a existência de Akakor!!!!
PROVE que Bush destrui seres (SIC, essa foi horrível)
Meu Deus, para ele o video do Santilly e real?!?!?!? SIC SIC SIC SIC SIC SIC.
E eu que tenho diarréria mental...
Ele não prova NADA do que diz, so joga merda ao vento e quem quizer, que acredite.

Volto a falar, depois reclamam que a ufologia é ridicularizada.
CLARO que é, tendo pessoas como esse Sr., ela vai SEMPRE ser tratada como coisa de maluco

Já que vc é amigo dele, peça pela ele mandar alguma PROVA do que ele está falando, pode até ser que
a minha diarréia mental melhore, mas, como ele não tem prova de NADA, obvio que ela vai piorar para assuntos
quando se trata desse Sr Bono.
Afinal, quando se lé/escuta diarreia, tem que se ter diarreia...
Eduardo RC Neto
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Rodolfo Ultradark
Amigos, o Dr. Ernesto Bono tem um novo site ou Blog È IMPERDÍVEL!!!!
É uma verdadeira revolução no saber. Recomendável principalmente para quem já possui um certo conhecimento avançado sobre Ufologia.
O Novo Site é: http://blogdoernesto-bono.blogspot.com/
Segundo ele me disse agora há pouco via e-mail, este site ficou melhor que o antigo, (http://www.ernestobono.cjb.net/) que não existe mais.
Vale sempre a pena beber na fonte de um Gênio como este, que, assim como todos os demais gênios da história, é desprezado e hostilizado em vida (como acabaram de ver).
Com certeza chegará um dia do futuro em que todos olharão para trás e verão que tudo o que se sabia e se sabe atualmente (ou no futuro), Ernesto Bono já disso falava desde meados do século XX...
Aproveitem o que puderem, pois o Mestre está cansando e está quase dando adeus à causa que tanto lutou...
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UMA CARTA E UM POEMA
A carta e poema que vêm a seguir foram escritos por um grande amigo, que vou manter no anonimato, e porque também é colega de medicina. Esse foi o desabafo dele, ou seja, o desabafo de um médico honesto. E isso depois de ter lido a primeira versão de É a Ciência Uma Nova Religião? (ou Os Perigos do Dogma Científico), editado pela Editora Civilização Brasileira S/A, Rio de Janeiro, do, Sr. Enio Silveira, em 1970 – Se antiga versão suscitou bons e entusiásticos sentimentos da parte dele e por parte de outras pessoas mais, podem se imaginar, amigos, que elogios não merecerá a versão atual, burilada, atualizada e transformada em quatro volumes. Assim que lá vai:
Querido Irmão:
Tu sabes muito bem que as palavras são apenas veículos dos sentimentos.
E que aquela súbita e infinita alegria ou que aquela tristeza imensa não podem ser traduzidas pelas palavras, essas fantasmagóricas rainhas.
Entretanto..., abusemos uma vez mais: como desculpa, te digo que obedeço ao forte impulso interior.
Escrever-te é difícil, não por tua culpa é claro. Antes desta linha, já rabisquei e destruí umas boas dez folhas, tentando iniciar, mas invadido por terrível ambivalência: "que queres comunicar a quem sempre te pode ensinar?"
A verdade é que não consigo conter um grande sentimento de gratidão.
Não sei porque, só agora, depois de um ano de relacionamento é que te escrevo: talvez porque o intelecto não mais resista com suas clássicas e idiotérrimas perguntas ("O que será que ele vai pensar, etc.").
Desde que aquele estudante de medicina, angustiado, apalermado e burróide te procurou até os dias de hoje, muita coisa de notável para mim ocorreu.
Hoje, onde havia angústia, há paz; onde havia confusão, há clareza e serenidade.
A pedra bruta, informe, atirada montanha abaixo, girou, girou, chocou-se com outras e após seu giro louco, repousou e, surpresa, viu que estava modelada.
Amigo, foste o artista desta transformação.
Por isto te sou infinitamente grato.
Pela tua imensa capacidade de mergulhar profundamente neste mar de caos que é o mundo moderno, (com o perdão da palavra) chafurdar nas imundícies criadas pelos cientistas e, após um trabalho estafante – às vezes não entendo como conseguiste – retirar uma pérola que depositaste nas mãos de muitos, entre os quais estava este discípulo ultra-condicionado.
Muito obrigado amigo e irmão.
Quisera ter podido repartir contigo, gota a gota os suores daquela época infernal, daquela angústia notável, os calos nos dedos de tanto bater na velha maquina, os fios de cabelo que, por vezes disfarças de leve, e que deves ter perdido...
Quis, entretanto, a vida que passássemos solitários aquela etapa, que graças a ti, é agora um sonho vivo para mim...
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Mas por Deus
Onde estão as bactérias, os vírus e ultravírus,
O mundo microscópico demoníaco,
E seu igual o universo científico,
Inventados por estes egos filhos da puta?
Onde estão o fígado, o baço, os rins
O coração, o pulmão, o cérebro, Deus meu?

Artimanhas terríveis daquele
Que se encanta em dividir, dividir, dividir...
A necrose, a cirrose, a leucose, a nefrite
A Anatomia Patológica, o câncer, a genética?

E a célula, velha madrasta maligna
Mil vezes prostituta, mãe de mil demônios?
Onde estás? Onde estão?
Estão aqui é claro, ou seja em lugar nenhum...

E o cérebro dos psiquiatras?
E aquela esquizofreniazinha
Que escorregava nas costinhas daquela proteinazinha?
E aquela coisinha de ego, Superego, id?

Superego... o bom... o bom...
Ego – Sou eu! Sou eu!... Eu, quem, panaca!
E o Id... Id... Id... Id...---- Idiotas!

Onde está aquela criança que não pode apanhar sol!
Ou ir na chuva porque recolhe, ou tomar banho porque encolhe?
(Elas te agradecem também)
Onde foi o que dizia que pólen dava alergia.
Maldito seja, e que por mil encarnações
Receba ferroadas de abelhas na bunda...

Será que me faz mal batata-frita com ovos, Doutor?
Chi, não posso comer maçã porque me dá congestã!

Bravo, bravíssimo, demoliste a coisa.

Isto é um rio, este é o sol, isto é o amanhecer
Esta é uma árvore, este é um pássaro...
Resumo: recriaste a natureza.
Bicho muito doido!...
Porto Alegre, janeiro de 1973
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Caríssimo amigo, colega e escritor encolhido da carta acima
carta de 12/10/2004 -
Acabo de ir, pela décima vez à editora LPM, atualmente a mais poderosa de Porto Alegre. Depois de ao longo do tempo sofrer dez bloqueios da parte dela, ontem, mas mais uma vez, fui barrado pela menina da entrada da editora, que tentou telefonar para um imbecil qualquer do departamento editorial, que naturalmente não quis saber quem eu era, aquilo que já editei, o que eu tinha de inédito, e me mandou a pqp, como eles sempre têm feito, e todas as demais editoras também.
“Não podemos receber originais nem que você seja filho do Papa, pelo menos por três anos. Bem amigo, não quiseram dar a mínima importância aos meus onze livros publicados, aos quatro editados pela RECORD.
Infelizmente como escritor gaúcho eu simplesmente não existo. A Câmara do Livro (Paulo Ledur e outros.) dirigida por um bendito me encara como um maldito.
E assim vou levando e cantando.
Com mais de vinte e cinco obras inéditas, qualquer outro cidadão já teria se dado um tiro com merda. Cuidado, não sou um pessimista, nem negativista, sou um portentoso herói estóico, sem falar de minhas vivências mais profundas em todas as sabedorias do mundo.
Por conseguinte, disseste que não me comunico. Só que não adianta curriculum assim ou assado, não adiante cartinhas amorosas, epístolas sapienciais, não adianta KOAN zenbudistas, aforismos celebres, frases lapidares.
E mais, aqui em Porto Alegre a colônia dos benditos resolveu me bloquear, por causa daquilo que escrevi nos livros A Grande Conspiração Universal e Apocalipse Desmascarado.
Eles são os fiéis cumpridores das normas estabelecidas por determinado livro.
“Ai daquele que escrever algo que contrarie nossos interesses, cultura e religião”, diz tal obra.“
Sem ser paranóide, descobri que uma porção de notáveis figuras daqui mesmo me detestam. Mas o que eu fiz contra eles, quando falei mal de alguém, pessoalmente? Mas o que eu fiz contra toda essa gente? Nunca os ofendi nem faltei com o respeito. Apenas resolveram me condenar e bloquear, depois de alguém me ouvir por cinco anos na Rádio Pampa e me denunciar. .
O material que estou te mandando está presente no meu site. Se te irritar ou não gostar, por favor ignora-o ou bota fora, tanto faz. Meu site. http://www.ernestobono.cjb.net/ ---- Mais de 120 mil pessoas já visitaram tal site. Talvez alguns tenham gostado, mas ficaram mudos. Outros tenham tido diarréia e vômitos.
Como de hábito, contudo, não se levantou um que dissesse “pó cara, tu é bom prá cacete. Vou te editar. Vem fazer parte do meu clube cultural, da minha academia etc.
Ao contrário um nobre amigo de medicina, um psiquiatra ou um neurologista, apenas me mandou um gracioso email, comunicando-me que eu estava louco, pirado. E que alguém precisava prender-me num quarto especial de Hospício e botar fora a chave, para sempre.
Meu Deus quanta bondade! Não mereço! Vou completar 45 anos como escritor publicado, com livros correndo pelo Brasil inteiro. E não se levantou um merda para me ajudar ou para me abrir alguma outra porta.
Um Krishnamurti passou toda a vida sendo paparicado e bajulado e editaram tudo o que ele dizia, sem ele escrever nunca nada. O mesmo aconteceu com Rajneesh, com Sai Baba, com Huberto Rohden.
Clubes e círculos ao redor desses pensadores e pretensos santos se formaram.
Ao meu redor, nada. Mas também não tenho saído por aí feito um rei momo, a me auto-promover.
Costumam dizer-me: Não te preocupes, serás descoberto depois de morto.
Eta arrimo bom, eta alegria de viver e de prosseguir.
Trinta anos atrás eu escrevi um calhamaço chamado Os Herdeiros do Filho do Homem, que obviamente ninguém quis publicar. Atualmente, como não tenho nada que fazer, estou simplesmente reescrevendo-o. Aquela versão era boa. Esta outra está ficando fantástica. Quem é que o vai ler tal obra?
Pois é, amigo, para o meu lado não há comentários a fazer, senão chorar comigo, sem se desesperar ou rir. Não venço como homem, mas cresço como ser abnegado e humano paciente.
O Pai-Mãe de todas as coisas sabe disso e não me deixa esmorecer. “Fino quando?”
Um Abraço E.Bono




sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Magia e Espiritualidade – 12) Jesus no Exílio e Filón de Alexandria

A tradição cristã, malgrado a grande quantidade de livros apócrifos que falam da infância e juventude do grande Galileu, habitualmente declara que nada se conhece do que aconteceu com Jesus dos 12 aos 30 anos.
A caro custo os da tradição cristã oficial dizem que o jovem Jesus trabalhou com o pretenso pai José como marcineiro. E só parou nesse ofício quando começou a pregar com a idade de 30 anos.
Conforme minha versão, contudo, o lapso supostamente desconhecido da vida de Jesus vai dos 22 anos até os 43 ou mais anos, quando o grande Mestre retornou à Galiléia e Judéia.
Em aí chegando voltou a pregar, não mais como Messias judeu e sim como um Ser Universal, como o Filho do Homem.
Suponho de que Jesus deu-se conta de que o Messias dos judeus era extremamente mundano, já que equivalia a um líder político e religioso, bom apenas para reforçar o judaísmo. E isso encerrava muitos contratempos, além de certas desonestidades ligadas a elitismos e racismo.
É obvio que tudo o que eu disser a respeito dessa fase da vida de Jesus não passará de uma mera suposição, suposição, imaginação, faz-de-conta; mas também pode corresponder a uma grande intuição, profundamente espiritual etc.
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Mas fora as intransigências da tradição cristã, certas evidências – como a de que Jesus, no exílio, foi o autor de um Apocalipse primitivo, bastante diferente dessa versão que circula por aí – indicam que Jesus, no mínimo, deve ter estado em Alexandria do Egito, onde a colônia judaica era muito grande e aberta. Por lá naquele tempo viviam entre 20 a 40 mil judeus ou mais. Em Roma entre 20-30 d.C. só havia mais ou menos 20 mil judeus.
De sua parte, a tradição sapiencial e esotérica de todos os tempos, informa que só os judeus essênios do deserto, no início da vida de Jesus poderiam ter iniciado o jovem Jesus na missão judaico-messiânica que lhe cabia, e que deveria ter sido coroada com a sua unção em Jerusalém, quando ele ainda era jovem e com 20 anos.
Infelizmente nada disso aconteceu, por causa da guerra tempestiva do pai dele, Judas de Gamala, na Galiléia, contra o censo que os romanos queriam implantar e efetuar, e contra a prepotente ordem estabelecida. E não esqueçamos que, derrotado e morto Judas de Gamala, Herodes Antipas, conforme o Terceiro Evangelho, imediatamente ordena que matem Jesus em Jerusalém, já que ele era filho primogênito e herdeiro do rebelde Judas da Galiléia.
Judas ou esse zelota rebelde também poderia ter sido o messias, mas ele transferiu essa possibilidade para o filho, Jesus.
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Na segunda fase da vida do Mestre (com mais de 20 anos) e já no exílio, só os Terapeutas de Alexandria, uma espécie de filial dos essênios do deserto, previamente avisados, é que poderiam ter hospedado o jovem Jesus fugitivo, poderiam tê-lo resguardado e protegido. Instruíram-no, ajudaram-no para que amadurecesse ainda mais e iniciaram-no adequadamente na Sabedoria Antiga, tanto judaica como universal. E quem sabe facilitaram a que se Iluminasse, se Realizasse, transformando o Jesus homem em Filho do Homem ou também em Cristo Cósmico. Tudo isso é uma monstruosidade, uma heresia para a santa madre. E no entanto é a única saída para explicar e fundamentar a grande espiritualidade e mestria do Jesus maduro da segunda fase.
Os essênios do deserto e os terapeutas de Alexandria, dos quais Filón, de Alexandria, revelou os costumes e a doutrina secreta, eram, sobretudo, conhecidos como curadores, já que utilizavam os poderes do espírito.
Tanto os essênios do deserto como os terapeutas de Alexandria eram médicos da alma. Os Terapeutas em especial eram homens que viviam nos arredores das cidades e no deserto e que priorizavam por “cuidar do ser ou da alma” de quem os procurasse.
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Profunda era a espiritualidade deles, tanto em sabedoria judaica como em conhecimento universal. Tudo conheciam sobre plantas e medicina antiga, e inclusive aplicavam a cura pelo magnetismo, e conheciam também uma espécie de alquimia espiritual, da qual, é de se crer, que Jesus se beneficiou enormemente.
No Apocalipse e que com toda a probabilidade o próprio Jesus escreveu, ele fala em cavalo branco, preto, vermelho e amarelo, e estes são símbolos típicos da Alquimia.
Penso que foi graças a algo parecido que Jesus, o pretenso messias judeu, se Iluminou e se transmutou em Jesus Cristo (o Enviado), gerando a partir de si mesmo o Filho do Homem.
Ou seja, Jesus voltou a ser aquele Filho da Luz, Filho do Céu, filho do Altíssimo que sempre foi. Com o nascimento ou vinda para a Galiléia, esta Luz – por causa da educação do próprio pai Judas de Gamala, por causa do meio, e inclusive por causa dos ensinos ortodoxos dos essênios – encolheu-se bastante e quase se apagou. Em seu exílio, Jesus teve que higienizar-se e simplificar-se mentalmente e iluminar-se outra vez. Desta vez em definitivo.
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Como deixei claro no começo deste meu trabalho, o ser ou a alma que vitalizou o corpo humano do menino Jesus, não era uma pequena luz, uma chispa divina ou alma comum, mas sim era o Espírito de um Filho da Luz, de um Filho do Céu, Filho da Primeira Geração e não da segunda geração ou geração terrestre.
O SER que animava Jesus era o Pai de Todas as Coisas (EU SOU).
Mas Ele-EU era também um Ente especial que foi enviado ao plano Terra para que de algum modo ajudasse e espiritualizasse os homens, as ovelhas extraviadas do mundo, eternamente confusas e mal pensantes, e não só as ovelhas perdidas de Israel.
Concebido virginalmente ou mesmo não. Não havia necessidade alguma de uma concepção especial, embora pudesse caber. Acredito que isso pouco importava ao Pai Celestial.
Gerar um filho especial não era problema. O dilema era fazer com que esse Ente Especial se mantivesse puro, e amadurecesse como Santo e Mestre e vingasse em sua missão.
Infelizmente na infância e adolescência de Jesus, a alma cósmica do Filho da Luz se encolheu e quase que se apagou ou sumiu, por excesso de modismo do mundo, por excesso de erudição bíblico-judaica – aliás, o mundo demiúrgico sempre busca anular as incríveis possibilidades e Sabedoria dos Filhos da Luz que por aqui aparecem.
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E também por excesso de rituais na pretensa purificação dos essênios e principalmente por excesso de deveres, condicionamentos prévios, já que Ele, o jovem Jesus, conforme a vontade do pai, somente tinha que ser, e custe o que custar, o messias prometido, o rei de Israel, o guia político e religioso de Israel e o salvador de sua raça.
Toda essa educação completamente humana e completamente racial quase que sufoca a missão cósmica do grande enviado, o Filho do Homem, o Cristo Jesus.
Foi só em seu exílio na Alexandria do Egito, que o Cristo Cósmico, o Filho do Homem se fez presente em Jesus corpo. Ou a Vida fez ressuscitar, graças a uma educação e iniciação diferente dos Terapeutas e graças principalmente à iniciação recebida de Filón de Alexandria (que ensinou de 25 a.C. a 50 d.C.).
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E aqui vem o enigma histórico ou o silêncio do Sábio de Alexandria. O grande escritor, filósofo e sábio Filon nada escreveu sobre Jesus, porque sabia que o rapaz era filho de Judas de Gamala, um terrível rebelde morto por Herodes Antipas e pelos romanos, e Jesus era descendente da família de Davi. E sabia que Jesus, o herdeiro de Judas e com direito ao messianato, havia sido condenado à morte ou também à escravização tanto pelas autoridades judaicas como pelas autoridades romanas de todo o Império, e de Alexandria, principalmente. O grande Mestre manteve o anonimato de Jesus para resguardá-lo e para que este pudesse voltar um dia para o seu país natal, modificado.
E não esqueçamos que Filón foi um Mestre judeu de alto gabarito, do qual e por um certo tempo, Jesus, digamos, foi um freqüentador e discípulo anônimo.
Enquanto pôde Jesus se manteve como um simples discípulo, como um ouvinte. No começo foi assim porque Jesus, magoado com a morte do pai Judas e com a morte do jovem amigo e discípulo Antipas manteve-se calado. Não confundir este com Herodes Antipas.
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Este outro Antipas (ver Apocalipse) deve ter sido assassinado pelos enviados de Herodes. A seguir, porém, o Mestre de Alexandria descobre a identidade de Jesus, seu discípulo misterioso, porque os próprios terapeutas o informaram.
Filón tampouco fala de um Jesus morto e ressuscitado em Jerusalém. Assim aconteceu, ou porque não teve mais notícias dele ou porque o Mestre morreu apedrejado e foi dependurado num madeiro, e isso constituía uma dupla maldição da LEI, que talvez Filón tenha tido o cuidado de não mencionar.
De qualquer maneira, quando Jesus chegou a Alexandria e quando pôde, passou a freqüentar as palestras e exposições públicas de Filón, e graças ao grande Mestre judeu aprendeu a encarar as escrituras judaicas em seu duplo sentido. Isto é, como uma exposição literária e religiosa, ligadas a uma tradição, ou senão como um simbolismo sapiencial e transcendental. Os grandes rabinos e cabalistas é que sabem disso.
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Aliás, de toda essa sabedoria, Jesus assimilou algum coisa e, juntamente com seus próprios ensinos, ele a escreveu em livros especiais. Quando do seu retorno à Judéia, o grande galileu trouxe consigo esses escritos. Inclusive o teor de alguns foram proferidos em público ou senão ensinados em particular aos discípulos.
Quando da morte de Jesus, tais escritos passaram para as mãos do grego Estêvão que era o mais sábios de todos os seguidores de Jesus.
Mais tarde, após provocar a morte de Estêvão, Paulo se apropriou daquilo que Jesus e Estêvão haviam escrito num proto Evangelhos, bem original.
Algo de tais ensinos de Jesus foram parar nas epístolas de Paulo – principalmente para Epístola aos Romanos.
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Quando Paulo se referia ao “meu evangelho” estava falando exatamente dessa apropriação indevida. Mais tarde, por sua vez, os escribas judeu-cristãos dos século I a IV d.C. confiscaram os escritos de Paulo e os remontaram, transferindo muito mais coisas do próprio Jesus e de Estêvão para as cartas de Paulo.
Incluindo-se o proto-evangelho aos Ebionitas ou aos Hebreus, também a partir do proto evangelho de Jesus e Estêvão foram forjados os três evangelhos oficiais (Mateus, Marcos e Lucas). Mas muito depois também se montou o Quarto Evangelho e a Primeira Epístola de João, que só vieram a aparecer quase no final do II século d.C., como obras sui generis.
Mas até aí os três primeiros evangelhos sinóticos já haviam sido distorcidos, retocados e adaptados aos dizeres e ensinos do Antigo Testamento de maneira exagerada, e isso pelos rabinos ou fariseus expatriados, para que “se cumprisse o que havia sido profetizado” (sic).
Quanto ao notável Filón de Alexandria, esse mestre judeu elaborou uma síntese da filosofia judaico-alexandrina, e que já vinha sendo montada e compreendida três séculos antes dele.
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Esta era a doutrina da transcendência absoluta de Deus. Seus idealizadores diziam que, nem pela sensibilidade nem pela inteligência, a criatura ou o homem conseguiria conhecer a Divindade de modo direto. Estes ensinos impunham um limite metafísico à teologia e à filosofia.
Esses tinham elaborado também a doutrina das potências, dos anjos e do logos, graças aos quais e em virtude do amor, Deus se revela, rompendo sua transcendência.
Em suma, Filon sintetiza uma mistura de elementos orientais, da mística de Platão e da própria terminologia bíblica. Alguma coisa desta sabedoria Jesus também assimilou, não esquecendo a sua própria que de alguma maneira superou a de Filon, sempre que devolvermos a Jesus tudo aquilo que havia sido transferido às cartas de Paulo e à Primeira Carta de João.
Will Durant, em sua Historia da Civilização – César e Cristo, tomo segundo – a respeito de Filo ou Filón escreve alguns tópicos importantes que tomo a oportunidade de transcrever, e que auxiliam minhas colocações, nunca dogmáticas nem absolutamente seguras, mas bastante plausíveis:
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“O chefe da delegação judaica que se apresentou diante do Imperador Cláudio era o filósofo Filo, irmão do arabarca , ou agente do comércio exportador de Alexandria.
Eusébio de Cesaréia, um antigo padre cristão, diz que Filón pertenceu a uma velha família sacerdotal. Nada mais sabemos de sua vida, mas o seu caráter generoso se ressalta a partir dos muitos trabalhos que escreveu para expor um judaísmo universal ao mundo grego. Criado em atmosfera sacerdotal, profundamente dedicado ao seu povo, apesar de fascinado pela filosofia grega, Filon tomou como alvo supremo a tarefa de reconciliar as Escrituras e os costumes dos judeus com as idéias gregas, e acima de tudo com a filosofia do ‘sacratíssimo’ Platão. Para isso adotou o princípio central de que todos os acontecimentos, personalidades, doutrinas e leis do Velho Testamento, ao lado do sentido literal pretensamente histórico tem outro sentido alegórico, a sugerir e simbolizar certas verdades morais e psicológicas; baseado nisto, habilitou-se a provar tudo.
Era mais teólogo que filósofo, um verdadeiro místico que antecedeu ou pressagiou o místico e filósofo Plotino e a mentalidade medieval. Para Filón, Deus é o Ser essencial do mundo sutil. É não- material, eterno, indescritível; e conforme Platão, para Filón o mundo material não passava de uma aparência. A razão pode presumir a existência de Deus, mas não lhe pode atribuir qualidades, visto que toda qualidade é uma limitação. Conceber Deus com forma humana é apenas um abuso da imaginação humana, cuja base é a memória e a sensorialidade contaminada. Deus está em toda parte; que lugar pode descobrir o homem onde não esteja Deus? Mas Deus não é tudo; a matéria é também increada e eterna, mas não tem vida, nem movimento ou forma enquanto não se fundir com o verbo, com o sopro divino. Para criar o mundo e dar forma à matéria, e estabelecer relações com o homem, Deus usou uma hoste de seres intermediários, chamados “ anjos” pelos judeus, “daimones” (espíritos) pelos gregos, e Idéias por Platão. Esses seres podem ser considerados como pessoas, embora só existam na Mente Divina ou como os pensamentos e potências de Deus. Juntas, essas potências constituem o que os Estóicos chamavam o Logos ou a Divina Razão, criadora e diretora do mundo. Flutuando entre a filosofia e a teologia, entre idéias e personificações, Filón pensa às vezes no Logos como pessoa; e num momento poético chama-lhe ‘o primeiro filho de Deus’ – Filho de Deus e da virgem Sabedoria (Sophia), e diz que através do Logos (Verbo) Deus se revelou ao homem. (Este Logos, para a teologia católica, virou Cristo-Messias ou Verbo ou a Divina Razão).
Desde que a alma é parte de Deus, o homem pode pela razão erguer-se a uma visão não propriamente de Deus mas a uma visão do Logos. E inclusive se o homem puder se libertar da matéria e da influência dos sentidos (condicionados), graças a exercícios ascéticos ou por uma longa contemplação, ele se tornará por um momento puro espírito, e num momento êxtase consiga ver o próprio Deus...
Filón foi um contemporâneo de Cristo, de quem aparentemente nunca ouviu falar, e sem o saber tomou parte na formação da teologia cristã. Os rabinos (se irritavam e) refrangiam a testa diante de suas interpretações alegóricas, considerando-as heresias ou até mesmo como desculpas à literal obediência da LEI. Encaravam a doutrina do Logos como uma fuga ao monoteísmo. E a paixão de Filón pela filosofia grega era vista como uma assimilação cultural ameaçadora, uma dissolução racial e um eventual desaparecimento da religiosidade judaica dos próprios judeus dispersos...
Filón tentou uma mediação entre o helenismo e o judaísmo. Do ponto de vista da fé judaica falhou, como não podia deixar de ser; do ponto de vista histórico foi bem sucedido – e temos o resultado no primeiro capítulo do Evangelho de João. Will Durant. “ (Digo eu: Neste Quarto Evangelho se fala do Logos ou do Verbo. Sucede, porém, que esse primeiro capítulo, não retocado, foi escrito por Jesus Cristo em seu exílio. E muitas partes do Quarto Evangelho, pretensamente escrito por João, inclusive a Primeira Carta, em verdade também foram escritas por Jesus Cristo, no exílio. Daí a sua beleza, complexidade e profundidade)...

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E digo mais, nesse longo exílio, Jesus além de auto-realizar-se, Iluminar-se, isto é reconquistar sua condição de Filho da Luz, Filho do Céu, Filho do Altíssimo ou Filho do Homem, também passou a conhecer inúmeras outras doutrinas e ensinos não judaicos, como as doutrinas orientais, tipo hinduismo, budismo e taoísmo.
Todavia, quando ele ensinava ou quando escrevia, nunca traiu o Judaísmo em seu melhor aspecto. Apenas o entendeu profundamente e tentou obsequiar aos judeus outros significados para a LEI e Profetas, além de revelar-lhes a novidade ou a Boa Nova do Reino de Deus, nunca dantes difundida. Certos judeus, ao serem batizados de modo especial – com um Batismo de Fogo pela Imposição das Mãos – todos acabariam entendendo e vivenciando o Reino de Deus em si mesmos.
Tudo isso, minha gente, foi vergonhosamente escondido e deturpado.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Magia e Espiritualidade – 11) Kundalini, o Fogo Interior

Embora o Budismo não fale abertamente sobre a Kundalini (Espírito Santo) ou sobre O Fogo Espiritual interior ao homem, sem qualquer dúvida o Budismo inteiro atua de modo a que essa fantástica Vitalidade ou energia interior ecloda no homem buscador e aplicado, e verdadeiramente religioso, resultando em Nirvana.
O Espírito Santo dos cristãos, por sua vez, pelo menos o ensinado por Cristo, nunca vem de fora ou desce do céu, mas já está no interior do Homem, dormido, encolhido, ou senão acordado, ativado.
Por sua vez a Vivência do Nirvana é tão-somente a Kundalini ou Espírito Santo no homem completamente desperto e ativado. Ele sobe do primeiro vórtice e vai para o sétimo vórtice (chakra), ou senão desce do sétimo e vai para o primeiro.
Estes vórtices energéticos estão situado entre o corpo denso (físico) e o corpo sutil. A anatomia científica não os detecta, mas em seu lugar captou algo aproximado, que são os plexos nervosos do sistema simpática e parasimpático.
Os chakras ou vórtices ficariam situados em termos aproximados no períneo, na raiz do sexo, na zona do baço, do estômago, do coração, da garganta, fica na fronte e no topo da cabeça.
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Sem fazer dogmas, pode-se sugerir que a Vida-Universo é exatamente a Grande Consciência, a Mente Pura ou o “Querido EU” em Manifestação.
E este “Querido EU” intemporal – (cuidado nada a ver com ego posterior, temporal e filho do pensamento)– é o próprio Prana-Shakti-Kundalini que virou Indivíduo, só que ainda totalmente livre de ego.
Quando a Grande Consciência se Manifesta e parece virar Sujeito-Objeto ainda não-dual, ela vira Prana-Shakti-Kundalini (Vitalidade da mais pura e extraordinária) e este maravilho trio vira Vida no melhor sentido da palavra.
Esta Vida Original é Primordialmente Vitalidade sensível, harmônica, livre e inteligente, e que a Sabedoria Hindu chamou de Prana-Shakti e a ciência moderna ocidental transformou em energia quantitativa, bruta, burra e torpe.
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Desse Prana-Shakti ou Vida em Manifestação surgem as formas vitais primevas, e com elas todas as fantásticas possibilidades do que vem a ser um Ser Vivo.
O Prana-Shakti é psicofísico e é mágico, porque a partir desse Espírito Santo do Grande “EU” tudo se Manifesta, nada se perde e tudo se transforma.
Todavia, a partir do plasma científico primordial, supostamente anterior ao falso Big-Bang enganador, como também a partir da energia científica primeva – ainda não transformada em energia cósmica, atômica, magnética, gravitacional, elétrica, luminosa, térmica, sonora etc. totalmente desfrutáveis, práticas mas burras e insensíveis – surgiriam as subpartículas atômicas, as partículas atômicas, os átomos em si, as moléculas, as macromoléculas, os cristais, as células, os genes, a matéria bruta, a matéria pretensamente orgânica e objetivada, os corpos do universo científico, as galáxias, as nebulosas, os sistemas solares, os corpos brutos e os corpos vivos organizados.
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Em suma, por puro acaso, surgiria tudo aquilo que a ciência descreve e assentou.
Nisso tudo só não cabe ou não apareceria a Kundalini Shakti-Prana ou o Espírito Santo no Homem Primevo, porque a ciência nunca se interessou por isso, nem quer saber de algo que não seja quantitativo e não possa ser medido e explorado.
Para certos cientistas, o eu ou ego cerebral do homem comum seria apenas um acidente ou um epifenômeno da matéria bruta e organizada. Um fruto puramente casual das atividades energético-celulares-moleculares do corpo vivo. Pois, pois.
Como logo a seguir se poderá ver, todo o esquema acima a que a ciência moderna implantou na Renascença é só pensamento, é só Avidya-Maya ou Ignorância-Aparência ou faz-de-conta.
Ou é uma tentativa de se alcançar pelo ego-intelecto-mente o que não se pode alcançar.
E se não se pode alcançar, o ego-intelecto-mente em todos nós fica forjando e extrojetando invencionices, faz-de-conta que depois chamará objetividade científica.
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Mas voltando ao que dizíamos, sem fazer dogmas nem impor coisa alguma, é bom que se saiba que a verdadeira Vida Cósmica e até mesmo Vida Indivídual está saturada de Prana-Shakti ou de Vitalidade sensível e inteligente.
O que move o Universo Verdadeiro é o Prana inteligente, e quando este Prana fica restrito a um corpo vivo – humano ou animal, tanto faz – vira Shakti.
Em tal Cosmo Autêntico, além do Prana também teríamos uma pretensa objetividade ou matéria – nunca porém a matéria científica – e que a Sabedoria Hindu chamou de Prakriti, o Budismo chamou de “Dharma” ou Presença e o Taoismo chamou de TAO objetivado (ou também presença).
A prakriti, o dharma e o Tao nunca são físicos ou só concretos e mensuráveis, como a ciência alega e ensina, mas são mágicos e psicofísicos.
Nesse caso teríamos então a subjetividade ou Shakti-Prana e a objetividade, Prakriti-Darma-Tao. Em verdade tudo isso é só Consciência-Espírito.
Como disse, no Homem Primordial – antes que o ego-pensamento se implante – o Prana cósmico vira Shakti-Kundalini.
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A Kundalini aqui ou o Espírito Santo seria a Mônada ou a Fagulha Divina do Grande Todo, da Mente Pura, da Grande Consciência, do Grande “EU”, presente no Homem Verdadeiro.
O que move e dá razão de ser e sentir ao corpo humano densificado (físico) , e inclusive permite suas manifestações vitais, orgânicas, digestivas, sexuais é a Vitalidade Shakti.
Mas o que vira sangue-alma-espírito, inteligência, Sensibilidade transcendente, paranormalidade, magia, espiritualidade pura, imortalidade é a Kundalini, o Espírito Santo ou a Fagulha Divina.
Nem todo ser com forma humana possui tal fagulha.
A shakti se distribui por todo o corpo denso.
A Kundalini, por sua vez, impregna os três corpos que o homem possui: o denso, o sutil (astral, mental etc.) e o corpo casual.
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A Kundalini também se desloca por três canalículos principais e por inúmeros canalículos menores e secundários, que a acupuntura e as terapias orientais alternativas conhecem bem. Esses canalículos lembram os vasos por onde o sangue e a linfa do corpo denso fluem.
Além de percorrer esses canalículos, a Kundalini-Espírito Santo também passa por sete vórtices ou chakras. E todos eles não se situam necessariamente no corpo físico ou denso, mas ficam na região costal, quase fora do corpo denso e quase dentro do corpo sutil.
A Kundalini-Espírito Santo flui principalmente por três canais que a sabedoria hindu chamou de “Ida, Píngala, Shushumna”. Ida é o canalículo esquerdo, onde a Kundalini parece ser fria. Píngala é canalículo direito, onde o Espírito Santo-Kundalini parece ser quente.
Por causa de um fluxo-Píngala irregular muitos homens se abrasam não só sexual, mas também fisicamente, daí pegarem fogo.
E o Shushumna é o canalículo central ou intermediário, onde Ida e Píngula se misturam num equilíbrio perfeito.Geralmente a Kundalini-Espírito Santo sobe e desce pelo três canalículos num equilíbrio perfeito.
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Quem é que não se lembra do bastão de Moisés ou do caduceu do deus grego Mercúrio carrega?, caduceu que o comércio e a medicina adotaram como símbolo.
Repetindo, os sete chakras ou vórtices grosso modo estão situados (1) um na zona perineal; (2) outro na zona do baço, aproximadamente; (3) outro na região gástrica ou estômago; (4) outro mais, na região cardíaca ou coração; (5) outro mais ainda no pescoço ou garganta; (6) o penútilmo fica na fronte ou acima da raiz do nariz, é o chakra mental; e o último ou sétimo (7) no alto da testa. Este último ou primeiro chakra propicia o Despertar completo, a Realização ou Iluminação do Homem ou o Retorno à casa do Pai.
Estes vórtices ou chakras giram de fora para dentro, ou de dentro para fora. Estão ativados ou inativos e quando funcionam incrementam a vitalidade (shakti) do corpo e até mesmo suscitam paranormalidade ou poderes mágicos.
Basta que os chakras gástricos e cardíacos, e até mesmo o da garganta, se ativem para que os poderes mágicos e paranormais do homem voltem aparecer.
Eles são completamente naturais, mas ficam inibidos, semi-inativos por causa do ego-pensamento e seu intelectualismo, com sua falsa normalidade fisiológica e pretensamente natural.
A pomba dos evangelhos é simbólica, e os fogos paranormais do Pentecostes correspondiam apenas a ativação dos chakras dos apóstolos presentes na ocasião.
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Infelizmente e de modo geral no homem comum a Kundalini-Espírito Santo só flui ou gira no baixo ventre. Ela ativa o sexo e a parte digestiva, humoral inferior.
Os chakras do estômago, coração, garganta, mente e superior ficam semi inativos, a modo de dizer.
Sem Shakti, Kundalini-Espírito Santo-Sangue não existe Vida nem corpo vivo. A célula é somente Maya ou uma distorção acrescentada.
Com o desencarne ou morte, a Shakti se retira do sangue.
Alguns chegam a dizer que com a morte o sangue-shakti total é que se retira
Os vórtices-chakras girando de fora para dentro – nem que seja só um pouco – captam a Vitalidade Cósmica ou o Prana e o permutam em Shakti-Kundalini; e virando de dentro para fora, quando acontece, irradiam espiritualidade e eflúvios extraordinários, odores etc.
Quando no buscador sincero ou no homem verdeiramente religioso, os chakras se reativam por completo, e a Kundalini-Espírito Santo sobe, atingindo o alto da cabeça ou sétimo vórtice, o homem se Realiza, se Ilumina, volta a ser a Grande Consciência da qual pareceu que se originou, volta a ser o verdadeiro EU-ELE ou Deus.
Tudo isso, minha gente, é Espírito Santo em atividade e que nem a teologia nem a ciência nunca conseguiram conhecer direito.

Magia e Espiritualismo – 10) Trechos soltos do Livro inédito, “Jesus Sem Cruz"

Amigo leitor, peço que não te escandalizes. Se o que disser te causar mal estar e indignação, por favor, não me amaldições. Simplesmente ignora o que escrevi e fica com o teu Novo Testamento canônico ou oficial e com os piedosos (mas não autênticos) ensinos da Tradição.
Se achas que eles são definitivos, válidos e verdadeiros, não dignos de críticas justas e sadias, ou de mais uma revisão, tudo bem, a opinião é tua e nada contra.
Afinal, essa tua versão já vem vingando há quase dois mil anos, e sinceramente, eu não sei se o Jesus Cristo, Vivo e Verdadeiro, esteja onde estiver, está satisfeito com as igrejas e com tal tradição.
Os frutos dessa versão canônica não foram nada bons para com a humanidade ocidental – milhões morreram por causa dela – e as colocações desses livros, se permanecerem como estão, continuarão não sendo boas.
Daí porque o cristianismo organizado está numa acelerada decadência, sem que o Cristo real tenha sido compreendido ou tenha tido qualquer culpa em tudo isso. Ou o cristianismo organizado se salva, modificando-se para uma visão mais honesta e menos primária e radical, ou ele morre e desaparece, como costuma acontecer com tudo
===========.
Curiosidade: no livro ATOS, supostamente escrito por Lucas, – (em verdade diversos são os autores desse livro) – a propósito do apóstolo Pedro e demais discípulos, no capítulo V, versículo 37 e 38 encontramos um notável Gamaliel, aconselhando prudência, e se exprimindo assim diante do Sinédrio: "Porque antes destes dias [ou seja, "estes dias" se enquadrariam entre os anos 44 a 47 d.C], levantou-se Teudas, dizendo ser alguém; a este se ajuntou o número de uns quatrocentos homens. Teudas foi morto e todos os que lhe deram ouvidos foram dispersos e reduzidos a nada.
DEPOIS deste Teudas
[em verdade, muito antes deste Teudas, muito antes antes de 44 a 47 d.C., ou seja, no ano 6 d.C.], levantou-se Judas, o galileu, – ou JUDAS DE GAMALA – nos dias do alistamento, e levou muito povo após si; mas também este pereceu, e todos que lhe deram ouvidos foram dispersos."
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Ai amigo, isso evidentemente parece não dizer nada, mas diz tudo. Já verás porque.
Por outro lado, é bom que saibas que muito provavelmente – cuidado, o que digo não é dogma ou absolutismo e monopólio absoluto da Verdade – Jesus não nasceu em Belém, na Judéia, no dia 25 de dezembro.
Também não houve a fuga de Maria e José para o Egito, não houve a matança dos inocentes por parte de Herodes. Jesus e sua família não moraram em Nazaré, porque no tempo de Jesus ainda não existia tal cidade (ela só veio a ser construída muito depois de Constantino, ou seja, no VIII século d.C.). Quando se diz Jesus de Nazaré, em verdade é Jesus Nazoreu.
O Mestre Jesus teve como pai adotivo José.
E a respeito dessas sucintas informações Robert Ambelain, autor de diversos livros polêmicos sobre Cristo, em sua ousadíssima obra Jesus ou o Segredo Mortal dos Templários escreve o que segue, (do qual livro vou reproduzir alguns trechos, obviamente com o beneplácito do autor, e espero que não se ofenda por causa disso).
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Robert Ambelain diz então:
"A hipótese de que Jesus não era filho adotivo de José, e sim era filho de Judas, o Galileu, aliás Judas de Gamala ou Judas o Gaulanita, o herói judeu da revolução do Censo, do ano VI d.C. não é nova.
Tal versão já resultava incômoda nos primeiros séculos do cristianismo, e isto se observa em Lucas, o qual ao redigir o livro ATOS situa Judas depois de Teudas, outro rebelde que se sublevou entre os anos 44 e 47 de nossa era, enquanto que Judas se rebeleou no ano 6 d.C. –
[Digo eu, Lucas, mesmo que tenha existido e tenha sido um médico e possível discípulo de Paulo, com muitas probabilidades não escreveu nem o Terceiro Evangelho nem o livro ATOS. Isso não é uma imposição, mas tudo me leva a crer que assim tenha sido. Nenhum dos assim ditos quatro evangelistas escreveu nada. Outros escreveram por eles. Estes pretensos autores foram inventados no fim do I século e começo do II século d.C.].
(E Robert Ambelain diz mais): "Tal hipótese continua incomodando, já que os historiadores racionalistas que quiseram fazer de Jesus um mito solar, tomaram todo o cuidado para não citar nem Judas, o Galileu nem a cidadezinha de Gamala.
Ernest Renan, em sua VIE DE JESUS, publicada em 1863 faz uma vaga alusão a tal hipótese, mas sem levá-la a sério, porque já tinha abraçado uma posição: queria um Jesus bucólico, idílico, com o estilo proposto por Jean-Jaques Rousseau.
De fato, foi DANIEL MASSÉ quem, a partir de 1920, e ao longo de um quarto de século, em quatro obras consagradas a este tema, defendeu valentemente a citada teoria de Gamala. Infelizmente não soube fixar limites precisos no que dizia, e suas imprudentes extrapolações foram utilizadas contra ele por seus adversários.
Historiadores católicos e protestantes ignoraram de propósito Daniel Massé, e Daniel-Rops se cuida muito de citar esse autor entre aqueles que gozaram do favor de suas réplicas e comentários.
"E há ainda mais: no mapas geográficos que às vezes acompanham os trabalhos dos historiadores católicos e protestantes, há diversas localidades situadas à beira do lago Genezaré e todas elas são mencionadas, como Cafarnaúm, Tiberíades, Magdala, Tariquea, Hippos, Kursi, Betsaída,
mas Gamala não aparece.
"A partir dos trabalhos de Daniel Massé, ficamos sabendo da existência de Gamala, a cidade zelota, "a cidade dos puros", o ninho da águia, desde onde um dia desceu Judas, o Gaulanita, o verdadeiro nazoreu ou "nazaret", graças ao qual (e da Myriam também) nasceu Jesus-bar-Juda ou o verdadeiro Jesus. Com ele nasceu o irmão gêmeo Tomé, Dídimo.
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Gamala desapareceu dos mapas geográficos
[e como cidade também desapareceu do local físico onde se encontrava, e isso já na Guerra dos Judeus entre os anos 68-70 d.C]. Para localizar Gamala é preciso consultar os mapas anteriores ou mapas antiqüíssimos
[Atenção, digo eu, sem usar o nome Gamala, o Terceiro Evangelho atribuido a Lucas sugere tal povoação, quando determinados judeus de determinada sinagoga, por indignação e depois de Jesus fazer um discurso, pretendem precipitar Jesus desde o alto de um monte, onde estava situada a cidade deles, que é exatamente Gamala.
Ver Lucas.IV-29 e 30 A atual cidade de Nazaré, construída muitos séculos depois, fica numa planície. Gamala ficava num monte].
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"Portanto, eu, Robert Ambelain, autor deste trabalho [ou destas linhas], não pretendo apresentar uma hipótese nova e original – [nem eu, E.Bono] – posto que os exegetas austriacos e alemães da metade do século XIX não ignoravam a existência de Judas e da cidade de Gamala.
O único mérito de tal hipótese reside no fato de ter trazido à tona ou ter descoberto a prova dessa identidade de Jesus com Judas de Gamala.
Mas Jesus mesmo assim, posteriormente foi chamado o Nazareno, – [próprio de uma Nazaré que em seu tempo ainda não existia] – quando em verdade Jesus foi um galileu nascido ou em Séforis, cidade de Maria ou em Gamala cidade do pai, verdadeiro. Jesus foi, pois, filho de Judas, o Galileu.
Ao longo de sua vida, Jesus pode ter sido chamado “Nazoreu”, não porque fosse de Nazaré, mas porque sem ter feito votos, Jesus se igualava aos tais “nazoreus” da religião judaica.
Esta prova de que Jesus é filho de Judas de Gamala é muito simples: é constituída por um mero silogismo. Somente que foi preciso reunir e ordenar suas premissas. Sobre isso versará a minha obra,
Jesus ou o Segredo dos Templários.
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Robert Ambelain ainda diz: "Saibam que se entre os anos 40 e 50 o judaísmo religião condenava os discípulos de um certo Jesus, e que teria sido crucificado –
[em verdade, conforme minha (E.B) versão Jesus foi lapidado e não crucificado] – no ano 34, ou seja pouco anos antes de ditas sanções contra os cristãos.
Então seria muito difícil admitir que esse Jesus não tivesse existido. Jesus nasceu então em 5 ou 4 a.C., – ou então até mesmo nasceu em 16 ou 17 anos antes de nossa era, conforme Irineu, ouvinte de São Policarpo – no tempo de Herodes o Grande, e morreu em 34 d.C., tendo ele vivido 38 ou 49 anos.
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Autenticidade absoluta das Escrituras Sagrada: E a propósito de Bíblia – Antigo e Novo Testamento – quase todo crente de qualquer igreja cristã – e sinagoga judaica, inclusive – quando se mete a ler e ouvir as palavras das obras ditas sagradas, algum falso santarrão com certa antecedência sempre o convence de que ele está lidando com livros que o próprio Deus em pessoa ditou a determinados eleitos antigos, a profetas e evangelistas, e que isso se constitui numa Revelação.
E que o material que esse leitor tem na mão agora é uma cópia legítima da primeira edição de Deus, o Grande Editor.
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Digamos, raramente alguém informa a um crente desse tipo que entre os anos 30 a 34 de nossa era – tempo em que Jesus viveu e pregou, cujas palavras devem ter sido registradas em manuscritos originais – e a edição definitiva de tais registros na forma de proto-evangelhos, evangelhos ou epístolas se passaram mais de quinhentos anos de adulterações, acomodações e manipulações.
Não bastasse isso, os "piedosos cristãos" adulteraram inclusive textos históricos de escritores não cristãos famosos, levando-os a falar absurdos e invencionices a respeito de Cristo e cristianismo.
Além do mais, como se já não bastassem os evangelhos manipulados, foram forjados inúmeros escritos apócrifos (escritos falsos, imitações) , como se os textos oficiais fossem menos apócrifos do que esses. (Só que o Apócrifo de Tomé, por exemplo, não tem nada de apócrifo). E foi dessa maneira que a detestável martirologia cristã se fundamentou e foi exaltada.
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E a respeito do Concílio de Trento, Robert Ambelain conta o que segue:
"No oitavo dia de abril do ano de graças de 1546, em sua quarta sessão, os Padres do Concílio de Trento promulgaram o seguinte decreto:
"O Santo Concílio de Trento, ecumênico e geral, legitimamente reunido no Espírito Santo... declara:...
"Receber todos os Livros, tanto do Antigo como do Novo Testamento, porque o próprio Deus é seu autor, tanto de um como do outro, bem como as tradições que contemplam a fé e os costumes, como ditados pela própria boca de Jesus Cristo, ou pelo Espírito Santo, e conservaoas na Igreja católica por uma sucessão contínua, abraçando tudo isso com um mesmo sentimento de respeito e piedade.
"E a este propósito, julgou bom que o Catálogo dos Livros Sagrados estivesse anexo ao presente decreto, a fim de que ninguém possa duvidar sobre quais são os livros que o Concílio recebe. Eis-lo aqui enumerados: (e segue então a enumeração dos livros do Antigo e Novo Testamento, ou seja lista clássica).
"Todo aquele que não receber como sagrados e canônicos esses livros por inteiro, com todas as suas partes, tal como se costuma lê-los na Igreja católico, e tal como estão na antiga Vulgata Latina, ou ainda que despreze com propósito deliberado as citadas tradições, ficará excomungado!
[Digo eu (EB), mas que prepotência extremada e intolerância inaudita, própria de um Judaismo-Cristianismo organizado. Em quatrocentos anos (1546-1946), milhões de crimes e assassinatos foram cometidos em nome dessa prepotência e intolerância!]."
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Digo mais, foi por causa de Concílios radicais e intolerantes como esse que a época de glória da Igreja começou a declinar e o Protestantismo se levantou, se bem que este apareceu antes. Foi por causa de Concílios como esse que a assassina Sagrada Inquisição se incrementeu como nunca, e as guerras santas também, levando à morte milhares ou milhões de pessoas, principalmente os nativos das Américas.
A Renascença apareceu e com ela tal Concílio, mas mesmo assim, a Renascença foi eliminando as barreiras e achaques dos escolásticos da Idade Média.
Os déspostas esclarecidos e os lógicos-racionais foram aparecendo como uma avalanche por todas as partes, e com eles suas críticas e rebeliões contra a Igreja.
Depois surgiu o materialismo da ciência moderna, tão fanático e torpe quanto os dogmas da Igreja, porque calcado numa lógica-razão enganadora, que começou com a lógica de Aristóteles e atingiu o ápice com Tomás de Aquino e Descartes.
Surgiram também os críticos da Bíblia ou exegetas modernos que nenhum catolicismo, protestantismo, judaismo mais conseguiu segurar. Aí então todas as tolices assentadas no Concílio de Trento acabaram sendo suplantadas e anuladas uma por uma.
A famosa Bíblia – muito amiúde obra de religiosos mal intencionados, anteriores e posteriores a Cristo – acabou revelando o seu lado negativo, totalmente forjado e enganador, e inclusive o seu lado positivo, válido, divino, inspirado-intuído e honesto.
Por causa dos exegetas, as igrejas correram afoitas e tentaram impedir que se formassem novos exegetas independentes, com visão e opinião próprias.
E assim então os velhos eclesiásticos e teólogos com seus seminários e escolas passaram a formar e liberar um exército de pseudo exegetas, condicionados que, ao invés de trazer luz, para o entendimento do Cristianismo – velho dilema religioso do Ocidente – simplesmente aumentaram as barreiras e confusões, chegando a casar inclusive sua religião eclesiástica com a ciência materialista, e fazendo com que ninguém mais entendesse nada.
E a propósito do que digo, finalmente, quem são eses que manipulam os Papiros de Qumran? Onde está a Luz da decifração desses antigos documentos encontrados nas cavernas de Qumran da Transjordânia? Por que o crente cristão não pode saber nada do conteúdo dos manuscritos?
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Mas voltando ao tema das manipulações e distorções dos livros históricos da antiguidade e de autores não cristãos, Flavio Josefo, por exemplo, escreveu seus livros no primeiro e segundo séculos de nossa era. Entretanto, as cópias dos manuscritos mais antigos e adulterados que desse escritor judeu-romano até nos chegaram são dos séculos IX e XII.
E unicamente a segunda cópia (a do século XII d.C.) apresenta a famosa passagem que de certo modo fala sobre Jesus.
E a propósito dela, todos os exegetas ou estudiosos sérios, católicos e protestantes, reconhecem essa passagem como uma torpe interpolação dos "piedosos cristãos" dos primórdios do cristianismo.
De sua parte, o texto eslavo da Guerra dos Judeus de Flávio Josefo é diferente do texto grego, e as interpolações também são diferentes.
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O historiador romano Tácito escreveu suas obras também nos primórdios de nossa era. E as cópias mais atuais dos seus manuscritos ou de seu trabalho (e que são os livros “Histórias” e “Anais”) são dos séculos IX e XI d.C. Diz Robert Ambelain:
"E em tais cópias de manuscritos falta exatamente tudo aquilo que diz respeito aos anos cruciais do cristianismo nascente, todo aquele período que vai do ano 28 ao ano 34. E no caso dele, mais uma vez abundam as interpolações e censuras gratuitas, às vezes de um modo tão torpe que um leitor perspicaz, sem nenhuma preparação prévia, pode brincar de exegeta, e descobrir tais distorções por conta própria.”
Isso informa Robert Ambelain... Mas mesmo assim, alguns tolos] ficam cantando os louvores para os monjes copistas, esses bons e excelentes padres que, nos mosteiros da Idade Média "recolheram" e copiaram os manuscritos dos autores gregos e latinos. [Só que esses tolos não nos informam o que o Vaticano e] tais monges fizeram com os manuscritos primitivos e originais desses escritores gregos e latinos e principalmente com os registro do próprio cristianismo primitivo que depois se organizou".
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Sem querer e ingenuamente, Daniel Rops nos proporciona a chave desses mistérios. Em seu livro Jesus en son temps, declara: "Leve-se em consideração esta data: SÉCULO IV. Ou seja, o começo dos textos do Novo Testamento de modo geral datam do período que vai de 50 a 100 d.C. Portanto entre 50 e 100 se intercalam pelo menos três séculos entre a sua redação inicial e os primeiros manuscritos completos que passamos a possuir. E isso não é exagero, não."
[Digo eu,EB, em verdade os "piedosos cristãos" pararam de manipular e adaptar os livros sagrados do Cristianismo no quinto ou sexto século d.C., ou na época do Imperador Justiniano, em que alguns cristãos honestos e escrupulosos daquele tempo disseram: Agora chega, os livros sagrados não se tocam mais!]
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Robert Ambelain ainda acrescenta:
"É perfeitamente evidente que os autores pagãos antigos que viveram antes de Jesus, e que portanto o ignoraram, ou que simplesmente compuseram obras de teatro, não foram distorcidos, censurados ou interpolados pelos hipócritas avaliadores cristãos.
O mesmo, porém, não aconteceu com historiadores tipo Flávio Josefo, Tácito e Suetônio.
[Digo eu, EB, os acréscimos cristãos incluídos nos livros de Suetônio {A Vida dos Doze Césares} chegam a ser torpes e ridículos. Ver Vida dos Doze Césares].
E debaixo desse critério, nem mesmo um cronista satírico como o romano Petrônio escapou do zelo exagerado dos monges copistas.
Tanto é verdade que as cópias de seu célebre Satiricon, que até os dias de hoje chegaram, das 3.000 páginas que a obra antiga e original possuia só sobraram mais ou menos 250 páginas. É portanto certo que esse
levantamente da Dolce Vita do reinado do imperador Nero não era somente aquilo que o livro remanscente hoje parece contar.
Lamentavelmente Petrônio foi censurado e podado sem piedade pelos cristãos puritanos de antigamente. O mesmo aconteceu com Tácito, de cujo livros Histórias e Anais foram eliminados todos aqueles capítulos que tratavam sobre os acontecimentos da Palestina daquela mesmo tempo, ou seja de 28 a 40 d.C.
"E no que diz respeito à autenticidade absoluta dos Evangelhos canônicos, eu, R.Ambelain., me limitarei a citar as palavras do abade Bergier em seu Dictionnaire de Théologie: --- “Os homens verdadeiramente sábios, e sobretudo sinceros, em matéria de exegese [estudos e revisão de livros religiosos], reconhecem que o texto do Novo Testamento só ficou pronto no século VI, época do imperador Justiniano."
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A Paternalidade de Jesus: o Primeiro e Terceiro Evangelhos Canônicos, a propósito de José, pressuposto pai de Jesus, nos fornecem genealogias completamente diferentes.
A do Primeiro Evangelho (Mateus.I-1 a 16) em nada se assemelha ao do Terceiro, (Lucas.III-23 a 28). E o que mais surpreende nos dois livros, é que o pai, o avô, o bisavô e o tataravô de José não são os mesmos, quando estes quatro ascendentes de José são exatamente aqueles em que se deve cometer menos erros do que nos demais ascendentes, poucos conhecidos por serem mais antigos.
E o mais curioso, é que os fazedores de evangelhos fazem de José um descendente do quarto filho de Davi, fruto de um casamento adúltero (Davi e Betsabé), e isso para justificar o pretenso messianato de José que passou para Jesus, e que finalmente não tinha como ser válido, primeiro porque, conforme os evangelistas, Jesus não era filho carnal de Jose e sim do Espírito Santo. Segundo porque a pretensa descendência messiânica só cabia ao primeiro filho de Davi e sua descendência e não ao quarto filho de Davi, a partir do qual José supostamente descendia.
E a respeito de Maria, a mãe de Jesus, nenhuma genealogia é apresentada nos Evangelhos.
O Terceiro Evangelho, apresenta Maria, a eventual esposa de José grávida de Jesus no ano 6 d.C., graças ao Espírito Santo, e isso exatamente quando Judas de Gamala (com toda a probabilidade o verdadeiro genitor,juntamente com Myriam) deflagra a sua guerra do Censo, na Galiléia contra Herodes Antipas.
Judas de Gamala sim era descendente do primeiro filho de Davi.
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E Myriam ou Maria também era da descendência de Davi. Judas tentou reinvindicar o messianato e entre outras coisas fez uma guerra contra Herodes Antipas.
Jesus, seu primeiro filho Jesus era herdeiro desse messianato.
Aqui de acordo com o Judaismo, Jesus e seu irmão gêmeo, Tomé Dídimo – (Tomé = Touma {Touma em hebraico = gêmeo} e {em grego} Dídimo = gêmeo.
Em suma Tomé, o gêmeo do gemêo ou também o irmão gêmeo de Jesus) – de acordo com o judaismo já eram maiores de idade ou tinham mais de 13 anos.
Além desse Touma ou Tomé, Jesus teve outros irmãos, conforme os próprios evangelhos relatam. Exemplo: Tiago, Simão (Petra), Judas, José, João etc. E quando os Evangelhos falam de irmão de Jesus eles são irmãos mesmo e não primos ou irmãos de fé.
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Em verdade, todas essas estórias sobre José e Maria são pura lenda piedosa e poesia, ligadas ao nascimento de Jesus. De qualquer maneira, existem mais provas históricas de que existiu um Judas de Gamala do que tenha existido um José.
Dizem que José foi carpinteiro e que Jesus era filho de um carpinteiro. Na Nazaré posteriormente construída para provar que a família de Jesus ai morava, existe inclusive um local onde dizem que José tinha a sua carpintaria, na qual o jovem Jesus teria trabalhado também. Pois sim.Pois não....
Sucede, porém, que carpineiro na língua hebraica tem duas traduções. Se se transcreve heth-resh-shin (heresh), a palavra carpinteiro ou marcineiro aí também significa encantador, mago, habil em magia, o artesão insigne, o encantador habil.
E quem tinha essas possibilidades era exatamente o essênio-zelota Judas de Gamala, qualidades e possibilidades essas que foram todas elas transferidas ao filho primogênito Jesus, e que nasceu antes de Tomé Dídimo.
O pretenso anjo ou arcanjo da anunciação ou Gabriel, e José inclusive, finalmente parecem não ter desempenhado nenhum papel na concepção e nascimento de Jesus.
Todavia, Judas de Gamala, o plausivelmente verdadeiro primeiro esposo de Maria, também conhecido como Judas o Galileu, naquela mesma data de 6 d.C. e com justiça, se converteria num gabriel ou num herói de Deus [em hebraico, gabriel], porquanto se transformou no herói da revolução do Censo.
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Quanto ao nascimento de Jesus é importante salientar que conforme o Primeiro Evangelho Jesus teria nascido em Belém de Judá nos dias do Rei Herodes (Mateus.II-1). Como Herodes morreu no ano 4 a.C., Jesus deve ter nascido, no mínimo, no ano 5.a.C.
Conforme Lucas ou Terceiro Evangelho Jesus nasceu no sexto ano de nossa era ou no ano 6 d.C. no tempo do Censo, o qual Censo é um fato histórico incontestável.
Portanto, nesta última data, ou Jesus mal havia nascido em Belém – (quando em verdade nunca nasceu em Belém, mas o fizeram nascer, a modo de dizer, para que se cumprisse o que estava pretensamente escrito, e também para que se enquadrasse na descendencia de Davi, com aquela história de Jose e Maria, estábulo, pastores, reis magos) – ou Jesus já tinha onze anos. (5 antes nossa era, mais 6 após, igual a onze
Na verdade e a meu entender Jesus já tinha entre 17 e 20 anos, porque havia nascido entre o ano 14 e 17 antes de nossa era. Ver logo a seguir).
Quem confirma a data do Censo em 6 d.C., (mas não o nascimento de Jesus) é o próprio historiador Flávio Josefo mais os documentos romanos.
Mas apesar de nos evangelhos aparecerem duas datas, uma de Mateus e outra de Lucas, para o nascimento de Jesus, ainda existe uma terceira.
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E a propósito disso, escreve Robert Ambelain: "A terceira data nos é fornecida por São Irineu. Este em sua juventude era um Auditor ou ouvinte de São Policarpo,um dos quatro padres apostólicos que teriam conhecido os apóstolos diretamente.
Pois bem, São Irineu e São Policarpo sustentam que Jesus "tinha quase cinquenta anos quando ainda pregava ou ensinava. E São Irineu alega também que "Jesus morreu com uma idade que tocava beira dos cinqüenta anos, ou seja, quase à sombra da velhice..."

[Curiosamente, o Quarto Evangelho atribuído a João também coloca na boca de certos judeus irritados com Jesus, a seguinte exclamação: "Mas como, tu [Jesus} ainda não tens cinquenta anos e já viste Abraão!? [Ver João.VIII-58..." Se Jesus nessa ocasião tivesse tido apenas 32 ou 33 anos com diz a tradição, os judeus teriam dito: (Mas como, ainda não tens quarenta e já viste Abraão?). Não somente São Irineu e São Policarpo sustentam que Jesus tinha quase 50 anos, quando ainda pregava, como inclusive os "Antigos", os primeiros presbíteros diziam o mesmo, presbíteros esses que surgiram de entre os famosos setenta discípulos (Lucas.X-1 e X-17).
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"Como Jesus foi crucificado [ou foi apedrejado, lapidado, e depois dependurado num madeiro, digo eu] no ano 33 ou 34 de nossa era, ao de fato nascer 17 ou 16, ou também 17 ou 14 anos antes da era cristã, Jesus então morreu com 49 ou 50 anos.
E na época do censo, ou seja em 6 d.C., o jovem Jesus já entre 18 a 20 anos, no mínimo, e não mais só 11 anos (Mateus), ou ainda somente alguns dias como alega o pretenso Lucas.
[Eu, pessoalmente, acho que Jesus, na época do censo e no tempo da revolução que o pai dele desencadeou tinha entre 18 a 20 anos]. Com estas informações, já estamos outra vez longe [das pretensas verdades de] Mateus e Lucas. De qualquer maneira, outros detalhes me (R.Ambelain) permitem pensar que é São Irineu quem está com a razão ou revela a verdade, sem que ele tenha levado em conta a importância de sua revelação. Por isso, vamos conservar a data dos 17 ou 16 anos antes de nossa era [ou também 17 ou 14 anos] como o ano do nascimento de Jesus. E naturalmente não em Belém."
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25 de dezembro mesmo? Ai amigos, o dia exato do nascimento de Jesus é uma verdadeira fábula. Primeiro temos um pretenso São Cipriano que calculou à moda dele que o mundo foi criado no dia 25 de março, e que, portanto, muito tempo depois, num 28 de março teria nascido Jesus.
Um tal de Hipólito, inventou que Jesus nasceu primeiro em 2 de abril, mas depois se corrigiu e a data do nascimento passou para 2 de janeiro.
Clemente de Alexandria, mestre cristão da antiguidade, ridiculariza aqueles que buscam, não somente o ano, como inclusive o dia do nascimento de Jesus. E se pergunta: de que valem certos cálculos que desembocam ou em 19 de abril ou ainda em 20 de maio?...
Os cristãos ortodoxos da Rússia comemoram o natal no dia 6 de janeiro e os europeus do Ocidente nessa mesma data comemoram o dia dos reis magos
E Robert Ambelain complementa: "Mas seja o que for, durante aproximadamente quatro séculos, viu-se as datas se sucederem do 25 de dezembro, para o 6 de janeiro para o 28 de março, 19 de abril e 20 de maio.
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E finalmente, no século IV, a Igreja cristã implantada por Constantino deu-se conta da imensa popularidade do culto do Deus Mithra, o Sol Invictus – [a partir do qual, o cristianismo organizado copiou inúmeros rituai e até mesmo a eucaristia] – e julgou bem fácil apropriar-se desta popularidade. Com isso passou a misturar a pressuposta data do nascimento de Jesus [25/12] com o nascimento da Luz Nova, e que novamente surgia ou brotava com a passagem do Sol sobre a eclíptica.
Tanto para os mitraístas como para os cristãos era válida a velha fórmula litúrgica procedente dos recantos mais recôndidos do Irã, ou seja: Sol novus oritur...Um novo sol acaba de nascer. Foi assim então que ficou fixada de modo irrevogável a data 25 de dezembro, para o nascimento de Jesus, data até então flutuante e sem bases históricas válidas. Esta data foi perpetuada com um novo nome, o dia do nascimento do Salvador, do Redentor. Com este novo 25 de dezembro a igreja tentou fazer prevalecer o dia do nascimento do menino Jesus e conseguiu apagar a festa pagã do Sol Invictus, de antiqüíssima memória."
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A matança dos inocentes: Quanto à pretensa matança dos inocentes por parte de Herodes, o Grande, o pressuposto Mateus (ou meros escribas cristãos) inventa estórias, para que se cumprisse o que estava escrito. Mas em verdade, o profeta Jeremias não faz nenhuma profecia da matança de crianças, e sim apenas fala de deportação dos judeus para a Babilônia.
Miquéias tampouco profetiza coisa alguma sobre a matança dos recém nascidos de Belém e outras partes , mas sim só fala de deportação para a Assírio-Babilônia.
O escritor e historiador Flávio Josefo, de sua parte, que conhecia muito bem a vida de Herodes, o Grande, nada conta sobre esse hipotético morticínio.
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Resumo sobre a vida de Jesus:
Judas de Gamala, essênio-zelota, queria que Jesus fosse herdeiro de seu messianato, e para tal colocou a criança na comunidade dos essênios para que fosse ensinada no judaismo.
Aqui Jesus criança e adolescente aprendeu o antigo testamento de cor. (Torá e Profetas)
O jovem Jesus atingiu a idade de 18 anos, o pai mandou que saísse Galiléia e Judéia à fora para pregar e efetuar certos milagres ou curas que os essênios lhe haviam ensinado.
Ordenou também que Jesus marchasse sobre Jesuralém aos 18 ou 20 anos de idade para reinvindicar o título de Messias dos Sacerdotes de Jerusalém e aí fosse ungido.
Marchou, pois, para Jerusalém com essa idade e não com 33 anos.
E foi recebido com glórias principalmente pelos jovens que para ele disseram “Hosana para o messias que vem em nome do Senhor!”
Nesse interim, Judas de Gamala, pai de Jesus declara guerra contra Herodes e é derrotado e morto.
Herodes manda então emissários para Jerusalém para que prendam o herdeiro de Judas de Gamala, o jovem Jesus no caso. Não havia muitos romanos nem em Jerusalém nem na Galiléia. Haviam sido transferidos para a Síria para sufocar um levante.
Antes que viesse a ser preso, o jovem Jesus é avisado pelos fariseus para que fuja de Jerusalém. E ele foge e se despede de Jerusalem chorando.
Vai para os lados de Tiro e Sidon e daqui parte para o Egito, onde se esconde junto aos Terapeutas, uma espécie de filial dos Essênios da Palestina.
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Nesse retiro fica 24 a 25 anos. E só volta para a Judéia com 45 anos de idade. Graças aos terapeutas e graças a Filon de Alexandria, Jesus deixa de ser o judeu extremado que era e inclusive abdica do messianato porque se dá conta da sujeira política que havia atrás desse título.
Transforma-se num verdadeiro Mestre, num Iluminado graças a um Judaismo e Universalismo superior, que tantos os terapeutas como Filon de Alexandria e outros sábios mais lhe haviam ensinado.
Suspeito que inclusive praticou a Alquimia onde se transmutou de mortal comum para Filho do Homem, Ser Superior.
Voltou para a Judeia com o propósito de atualizar a Lei e até mesmo reformá-la, tentando dar a entender aos judeus o que Moisés e Profetas haviam de fato ensinado.
Por ter falado mal da Lei, em certos momentos, e por ter abdicado de seu messianato, certos judeus (sacerdotes, saduceus, zelotas, mestres da Lei) passaram a odiá-lo e a repudiá-lo ate que conseguiram prendê-lo no jardim do horto e matá-lo a pedrada.
Seu cadáver foi dependurado despido num madeiro com o rosto voltado para o templo.
Com isso, Jesus foi enquadrado na dupla maldição da Lei. Só que com sua Iluminação precedente, ele havia escapado do desencarne brutal e definitivo E ressuscita, digamos, como inclusive conseguiu aparecer para alguns, rompendo com a maldição dos judeus. Esse madeiro foi depois transformado em cruz com todas as suas demais mentiras a fundamentar a martirologia.