segunda-feira, 8 de novembro de 2010

CIÊNCIA, MAGIA LOGIFICADA - Ciência, a Nova Religião - Segunda parte


A carta e o poema que vêm a seguir foram escritos por um grande amigo, colega de medicina, e que vou manter no anonimato. Vou aproveitá-los como uma espécie de prefácio para este segundo tomo da “Ciência, a Nova Religião”, e chamo-o agora “Ciência, Magia Logificada”.
Esse foi o desabafo de um colega meu, de um médico honesto, depois de ler a primeira edição ou versão de É a Ciência Uma Nova Religião? (ou Os Perigos do Dogma Científico), Editado pela Editora Civilização Brasileira S/A, Rio de Janeiro, do Sr. Enio Silveira, em 1970. Se antiga versão suscitou bons e entusiásticos sentimentos por parte de muita gente, podem imaginar, amigos, que elogios não merecerá a versão atual, burilada, atualizada e transformada em quatro volumes. Deste modo então escreveu o honestíssimo e nobre colega:
Querido Irmão:
Tu sabes muito bem que as palavras são apenas veículos dos sentimentos. E que aquela súbita e infinita alegria, que aquela tristeza imensa não podem ser traduzidas pelas palavras, essas fantasmagóricas rainhas.
Entretanto..., abusemos uma vez mais: como desculpa, te digo que obedeço ao forte impulso interior.
Escrever-te é difícil, não por tua culpa é claro. Antes desta linha, já rabisquei e destruí umas boas dez folhas que tentei iniciar, mas invadido por terrível ambivalência, pensava cá comigo:: "Quê queres comunicar a quem sempre te pode ensinar?"
A verdade é que não consigo conter um grande sentimento de gratidão. Não sei porque, mas só agora, depois de um ano de relacionamento é que te escrevo: talvez porque o intelecto não mais resista com suas clássicas e idiotérrimas perguntas ("O que será que ele vai pensar, etc.").
Desde aquela ocasião em que aquele estudante de medicina angustiado, apalermado e burróide te procurou, até os dias de hoje, muita coisa de notável para mim ocorreu.
Hoje, onde havia angústia, há paz; onde havia confusão, há clareza e serenidade.
A pedra bruta atirada montanha abaixo girou, girou, chocou-se com outras e após seu giro louco repousou e, para surpresa, viu que estava modelada.
Ah, amigo, foste o artista desta transformação!
Por isto te sou infinitamente grato.
Pela tua imensa capacidade de mergulhar profundamente neste mar de caos que é o mundo moderno – com o perdão da palavra – chafurdar nas imundícies criadas pelos cientistas e, após um trabalho estafante – às vezes não entendo como conseguiste – retirar uma pérola que depositaste nas mãos de muitos, entre os quais estava este discípulo ultra condicionado.
Muito obrigado amigo e irmão. Quisera ter podido repartir contigo gota a gota os suores daquela época infernal, daquela angústia notável, os calos nos dedos de tanto bater na velha máquina Remington, os fios de cabelo que deves ter perdido, ou senão brancos, que, por vezes, disfarças de leve.
A vida quis, entretanto, que passássemos solitários aquela etapa, que graças a ti, é agora um sonho vivo para mim..
Mas por Deus:
Onde estão as bactérias, os vírus e ultra vírus,
O mundo microscópico demoníaco,
E seu igual o universo científico,
Inventados por estes egos filhos da puta?
Onde estão o fígado, o baço, os rins
O coração, o pulmão, o cérebro, Deus meu?
Artimanhas terríveis daquele
Que se encanta em dividir, dividir, dividir...
A necrose, a cirrose, a leucose, a nefrite
A Anatomia Patológica, o câncer, a genética?
E a célula, velha madrasta maligna
Mil vezes prostituta, mãe de mil demônios?
Onde estás? Onde estão?
Estão aqui, é claro, ou seja em lugar nenhum...
E o cérebro dos psiquiatras?
E aquela esquizofreniazinha
Que escorregava nas costinhas daquela proteinazinha?
E aquela coisinha de ego, Superego, id?
Superego... o bom... o bom...
Ego – Sou eu! Sou eu!... Eu, quem, panaca!
E o Id... Id... Id... Id...---- Idiotas!
Onde está aquela criança que não pode apanhar sol!
Ou ir na chuva porque recolhe, ou tomar banho porque encolhe?
(Elas te agradecem também)
Onde foi o que dizia que pólen dava alergia.
Maldito seja, e que por mil encarnações
Receba ferroadas de abelhas na bunda...
Será que me faz mal batata-frita com ovos, Doutor?
Xi, não posso comer maçã porque me dá congestã!
Bravo, bravíssimo, demoliste a coisa.
E como dizia Fernando Pessoa:
Isto é um rio, este é o sol, isto é o amanhecer
Esta é uma árvore, este é um pássaro...
Resumo: recriaste a natureza.
Bicho muito doido!...
Porto Alegre, janeiro de 1973

DISCURSO CONTRA O MÉTODO OU A ANTILÓGICA -Ciência, a Nova Religião - Segunda Parte


A presente versão da terceira parte do livro original, e que rebatizei com o título O Discurso Contra o Método ou a Antidialética, se comparada ao trecho original do livro “É a Ciência uma Nova Religião” Ou “Os Perigos do Dogma Científico”, foi muitíssimo ampliada, modificada, melhorada e corrigida. Só não foi atualizada porque a Verdade está livre do tempo. Se a segunda parte do livro original ou até mesmo a primeira edição vacilava em alguns pontos, este novo trabalho é, digamos, impecável e bem mais abrangente.
Da edição anterior, só mantive, praticamente, o espírito da Verdade que nela já estava manifesto, deixando também as perguntas originais, respondidas agora (ou 40 anos depois) com novas vivências bem mais aprimoradas e bastante menos vulneráveis.
Quanto ao tamanho da obra, devo salientar que tecer um criticismo necessário e sadio contra o edifício científico, e que é da altura do Monte Everest, só podia resultar num alentado volume como o da Ciência, e que tive que dividir em quatro tomos, cujo terceiro, o leitor amigo tem em mãos. O grande tamanho da obra original foi impossível evitar, daí sua partição em quatro partes. De mais a mais, é bom salientar que quando da elaboração do grande livro original, efetivamente existiu um inquiridor (Bombastus, cujo nome verdadeiro não me permito citar), e que, dialeticamente, desafiou-me até as últimas conseqüências, no melhor dos sentidos, é claro; nunca, portanto, por inimizade ou por um espírito adverso gratuito.
Bombastus era e é uma pessoa inteligentíssima e correta. Suas perguntas, interessantes e oportuníssimas muito amiúde se aproximam da própria Lógica Extremada e Autofágica que, ainda bem jovens, desenvolvemos reciprocamente contra certos extremismos e dogmas da Ciência Moderna. Em alguns trechos, contudo, meu opositor ou Bombastus desempenhou o papel de um verdadeiro advogado do diabo, mais a favor do materialismo científico do que contra, o que torna a leitura do livro instigante e envolvente. É só o amigo leitor se permitir assimilar o conteúdo do presente trabalho.
Na atual versão desta terceira parte modifiquei um pouco a redação original das perguntas feitas, mas só no que se refere à sintaxe e à construção das frases, não quanto ao desafio original em si. Acho ter conseguido dar certa melhora, tornando o diálogo muitíssimo mais inteligível, fácil de assimilar. Também é verdade que acrescentei certas perguntas curtas, ou mesmo alguns trechos esparsos, de minha própria autoria, mas não com o propósito de “atrair brasas para a minha sardinha”. Bem ao contrário, esses acréscimos e retoques para melhor, em nada prejudicaram o espírito do diálogo que ocorreu de fato entre Bombastus e Teofrastus (EB).
Se antes a obra era boa e não poucos críticos reputaram a primeira edição total do livro de excelente (Editora Civilização Brasileira S/A), ou ainda se ela representava uma verdadeira revolução cultural para o seu tempo, esta nova versão da terceira parte ganhou infinitamente mais, e vai inclusive fundamentar o que por aí está se chamando de a Nova Era Cultural. Em sua autenticidade, esta última nada tem a ver com essa manobra suja, político-econômica e religiosa ou falsa Nova Era, e que está em total andamento para fazer prevalecer a Nova Ordem do Governo Invisível e de alguns da anti-humana raça. Por conseguinte, amigo leitor, não pense, por favor, que todo o diálogo deste terceiro tomo foi inventado por mim. Não seria assim tão masoquista. E o desafio “Ciência versus Verdade” ou “intelectualismo versus sabedoria autêntica” simplesmente resultou neste livro. Pelo menos 70% do conteúdo das perguntas foi efetivamente formulado por Bombastus em diversos debates gravados, e que depois transcrevi.
Este tomo tenta dessacralizar dentro do possível o método científico, introduzido e inventado por Bacon, Galileu, Descartes. A impecabilidade e a infalibilidade da metodologia são uma farsa, e a análise cartesiana aplicada à ciência, principalmente ao mundo biológico é um terror, uma distorção e uma inflação completa e inútil de dados. Os pacientes da medicina pagam muito por caro por causa de tal análise cartesiana.

AS BASES INCONSISTENTES DA MEDICINA CIENTÍFICA - (Ciência, a Nova Religião - Quarto Volume


Como fundamento para este quarto tomo do livro da Ciência, é preciso saber que assim como a natureza do átomo praticamente foi toda ela superada e modificada – e por que não dizer anulada - pelas teorias da física quântico-ondulatória, e também pela Física Escalar Eletromagnética, do mesmo modo pode-se dizer que as células, os germes, as bactérias, os vírus (a AIDS, as leucemias, os cânceres), os parasitas etc. também terão que ser superados e eliminados, porquanto toda a natureza molecular, macromolecular, celular, tecidual (DNAs, Genes, Genomas etc.) é pura forjação da cabeça humana mal pensante. Estas pretensas micro-entidades que constituiriam a base do corpo humano aparecem sim, se objetivam sim, em termos de holografia, mas elas não existem em si porque nunca ninguém as criou – nem o Ele deus persona das religiões as criou, nem o deus acaso da ciência criou nada – Tais níveis microscópicos, e tais pretensas micro entidades só aparecem num total faz-de-conta, mas NÃO EXISTEM EM SI, e estão na total dependência perceptual do cientista e observador pensante. Todas essas pretensas micro-entidades fazem parte de um vazio primordial que o pensamento preenche, molda, como bem entende, e justifica, como uma forma-nome pretensamente externa, sem que nada disso tenha qualquer fundamento existencial próprio. Nem atômico nem anímigo.
O tema básico deste trabalho, e que é a quarta parte do livro Ciência, a Nova Religião, entre outras coisas sugere sim que há doentes, mas não há doenças.
Não é o cérebro que adoece nas assim chamadas neuroses e psicoses (loucuras), mas é o pensamento mal utilizado quem aí se autoprojeta e vira pretenso órgão doente, ou senão vira doença tanto física quanto mental.
O Ego da psicanálise e da psiquiatria infelizmente é uma mentira que esconde o grande EU (Selbst). Ou melhor dito,é tão-somente uma roupagem nova (trapaça) para os velhos demônios do egotismo, egoísmo e egocentrismo humanos.
Sem cérebro é impossível pensar, mas com o cérebro que a medicina científica aponta e descreve é mais impossível ainda.
De todas as contribuições que a ciência moderna obsequiou à medicina, esta última deveria aproveitar o melhor da ciência e rejeitar o que, ao invés de ajudar, só destrói e mata.
Como um exemplo disso, teríamos as maneiras científicas e laboratoriais de forjar diagnósticos, teríamos os malditos sorotestes, teríamos as vacinas, teríamos certos remédios que ao invés de salvar, intoxicam e matam, teríamos a mania científico-laboratorial de afirmar patogenias fantasmagóricas, quando estas são apenas uma má interpretação de coisas que no fundo não se compreendem. Por outro lado, aos fantasmas da patologia não se deve dizer sim, combatendo-os, nem se deve dizer não, negativando o impossível. Os fantasmas apenas devem ser bem enfocados, inteligentemente compreendidos e depois ignorados. (Deixa para lá... Vade retrum satanás ou vai para trás adversário!). É desse modo que eles desaparecem e deixam de prejudicar, roubando forças daquele que os afirma e os nega
A maior parte das doenças apontadas pela medicina científica são fantasmas objetivados, previamente extrojetados por uma cabeça mal pensante e por uma conduta desastrada, que induz a provar o impossível, quando no fundo, no fundo não prova nada e acaba apenas concretizando fantasmagorias. O método científico de experimentação por meio do qual se forjam provas irrefutáveis para a medicina tem sido uma catástrofe. Ninguém se deu conta de como esse método mal deduz, e lamentavelmente induz através da execução desastrada do ato intencional e que pretenderia provar, quando em verdade nada se pode provar e sim apenas se materializa invencionices e extrojeções mentais. O lastimável dessa história toda é que não havendo doenças reais e sim apenas doenças fantasmagóricas, mesmo assim há doentes. E estes auto-agressivos mentais e prévios doentes mal pensantes acabam encampando e assimilando as fantasmagorias das doenças ditas tradicionais e científicas. Isso não pode continuar!...

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Novo Livro - Será que a Ciência nos Engana? - (Ciência, a Nova Religião - Primeira parte)



Numa profunda revisão que efetuei em busca da verdade científica, deparei-me com a mentira oficial e oficializada. Tal mentira é decorrente ao fato de que ninguém sabe o que vem a ser “pensar e conhecer”. Ninguém foi capaz de surpreender em si mesmo as origens do pensamento, sem a intromissão do raciocínio estúpido e enganador. Pouca gente faz uso do autoconhecimento e da intuição profunda. Se as duas atitudes mentais fossem postas em práticas, facilmente se descobriria que em todos nós existem faculdades psíquicas válidas (normalmente intemporais) e faculdades psíquicas não-válidas (ou sempre temporais).
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Meramente usar o pensamento é igual a forjar o tempo físico e psíquico. Bom mesmo é Saber-Sentir, Entender, Intuir, Dar-se Conta, e nada disso se iguala ao pensar – Tempo é pensar, mal pensar é tempo. A dor, o medo, a impressão-convicção de pessoa separada do resto, a tirania da morte acrescentada, essas são as molas mestras da agonia e da especulação humana ou raciocínio. Ou se Sente e se Sabe a Verdade mais pura, ou senão se a pensa e se acredita poder conhecê-la feito um objeto, feito um pretenso ele à parte, feita um falso deus-personificado.
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Mal pensar ou mal conhecer é igual a bifurcar a Verdade em duas ou mais mentiras que se superpõem aos fatos reais. E mais ainda, a Vida Real nunca começou nem terminará; simplesmente fulgura Aqui e Agora. Nosso viver cotidiano é vida reconstruída ou temporal, é só memória-raciocínio-imaginação, No homem de antigamente prevalecia um Monismo natural (não pluralidade) não afetado. Ficar cônscio ou consciente de alguém ou de alguma coisa é igual a recriar descuidadamente a pessoa pensante e a coisa pensada, ou a pluralidade. Sim, porque a imposição e a supremacia do dualismo perceptual e cultural se devem aos maus sacerdotes e às religiões organizadas de todos os tempos. Nem todos vêem a Realidade (mundo, vida etc.) da mesma maneira, porque o senso comum é uma imposição ladina que começa na infância. A lógica vulgar cria a ciências, mas a lógica extremada e autofágica exclue o falso e burila o que há de verdadeiro na ciência.
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O ego pretensamente observador, especulador e experimentador do cientista se diminui ou se anula diante dos pretensos fenômenos externos. Certos homens antigos Sabiam bastante a respeito de Deus e da Alma; outros, porém, já exacerbando o seu mal pensar, inventaram bonecos de adoração e fantasmagorias anímicas, boas para impressionar e escravizar. A visão pluralista do Ocidente e a visão não-dualista do Oriente. A Grande Alma (ou Consciência) é “EU SOU O QUE SOU” e é a base de tudo. A supremacia das religiões foi devida às ambições do ego. No mundo organizado abundam os adulteradores da Mensagem Eterna. As antigas escolas esotéricas de conhecimento eram totalmente diferentes da lógica-razão científica. A magia e a ciência dos antigos, construtoras de portentos inexplicáveis simplesmente deixou obras mas não explicações. E isso porque sempre houve diferenças entre especulação filosófico-científica e técnica antiga ou o artesanato.
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Este livro é uma ampliação, reformulação e atualização de um trabalho antigo, mas sempre oportuno, agora desdobrado em quatro volumes. O primeiro tomo intitulei: “Será que Ciência nos Engana?” Em verdade, o autor agora não mais pergunta se a ciência é uma nova religião. Agora ele afirma que ela é sim uma nova religião, infelizmente.
Sim, a Ciência é a nova religião da atualidade que, ao invés de igrejas, está apoiada em infinitos laboratórios particulares ou do governo, em organizações comerciais e industriais, os quais garantem a sua permanência e subsistência.
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A Ciência Moderna nunca teve nem tem as virtudes e a impecabilidade que alguns dizem ter. Suas descobertas e leis nada têm de universal e de natural. Infelizmente são somente engendramentos humanos relacionados a um modo de pensar e de agir ardilosos e que resultam em provas aparentes.
Os frutos da ciência, que saltam fora de deduções capciosas, de induções, de intenções e decisões, e principalmente da execução do ato intencional, tentam (e conseguem) impingir no homem um modelo artificial de vida, de mundo e de universo. Estes modelos artificiais ou formas pensadas e discursadas em verdade só poluem a verdadeira natureza ou Autonatureza
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A verdadeira vida Aqui e Agora manifesta-se por meio de uma Geração Incondicionada. O homem mal pensante (cientista etc.) acrescenta a tal Manifestação a sua Geração Condicionada ou Dependente, os seus faz-de-conta convincentes, os quais, ao se confundirem com o REAL, resultam em laços, dor, decadência, morte e carma.
Lamentavelmente, o raciocínio humano, muito utilizado em ciência e que nada tem a ver com o bom pensar ou Verdadeira Sabedoria, é só ignorância (ou avidya, como diriam os orientais), e boa parte das "descobertas científicas" são só Maya, aparência ou ilusão, como também alertam os Mestres. .
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Como nunca houve uma criação nem da parte do deus persona nem da parte do deus acaso da ciência, mas sim tudo se Manifesta Aqui e Agora, então tudo há para Vivenciar (Sentir-Saber-Intuir), mas nada existe para descobrir, para trazer à tona, como se fosse algo real e separado da pessoa observadora e pensante. No lugar de descobrir, o cientista apenas engendra, extrojeta, superpõe e consubstancia suas próprias forjações mentais. Por conseguinte, na ciência moderna, tudo se engendra, tudo se forja e tudo se sobrepõe a algo mais autêntico.

LIVRO NOVO – Será que a Ciência nos Engana?

Graças a Deus e graças ao Clube de Autores, finalmente consegui editar três livros meus, agora apresentados. Outros mais vem a seguir. A última vez que me editaram no estilo “papai-mamãe”, ou seja, uma forte e séria editora tomar interesse pelo teu trabalho e te publicar foi em 1986, Editora Record. . De lá para cá, fiquei a ver navios atracados no deserto ou contando moscas no ar. Em realidade, por minha conta e com meu dinheiro, editei mais quatro livros. Mas desta vez, para mim, foi um desastre completo, porque no Brasil, se não é uma editora a que te edita, com um selo respeitável e tudo o mais, as subsequentes distribuidoras e livrarias não colocam teu trabalho nem o vendem. Assim que mais da metade da minha iniciativa particular está amontoada na minha casa. Até suspeito que por causa dos livros “A Grande Conspiração Universal” e o “Apocalipse Desmascarado”, os donos do poder resolveram me atirar a um ostracismo completo, fazendo com que me ignorassem ou ninguém me desse caso.
============
Mas mesmo assim, e nesse tempo de agonia, de 1985 para cá continuei escrevendo, e cheguei a acumular mais de 25 livros inéditos. Quantas tentativas inúteis e quantos ponta pés me obsequiaram.. Assim é, porque toda a mídia e grandes editoras estão nas mãos dos “não poucos da anti-humana raça”. Alguém dentre eles chegou a insinuar que se eu tinha tantas obras não publicadas, era porque elas simplesmente não prestavam. Esses terríveis deuses negros dos “Protocolos”, com mãos de ferro exercem um poder roubado. Quantas vezes me fizeram sentir vergonha de eu ser escritor. Escrevo desde 1965 e o primeiro trabalho desse tempo, a caro custo, só veio a ser editado em 1971, pela editora Civilização Brasileira.
============
Meus livros têm todos os estilos. São importantes e agradáveis. São de interesse nacional e internacional. Deveriam constar em livrarias e bibliotecas do mundo inteiro. Mas, ironia das ironias, no Rio Grande do Sul e em Porto Alegre onde resido sequer sou considerado escritor gaucho. Parece que as grandes editoras do Brasil também não me consideram escritor brasileiro. É uma pouca vergonha o que os donos do poder corrompido fazem com certos escritores e pensadores do Brasil, iguais a mim.
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São quase 50 anos que venho escrevendo e “o tanto se me dá” das editoras continua prevalecendo. Com a Internet, a situação melhorou um pouco, mas também não foi lá aquela maravilha. Escrevo, publico mas não sou encontrado porque a Internet é um verdadeiro labirinto, onde a imagem conta mais do que o texto. Senhores Editores, vocês existem para, na medida do plausível e possível publicar obras brasileiras de mérito e não somente as que vêm de fora. Parem de endeusar um Dan Brown e de ofender e humilhar os não-Paulo Coelho da vida. Atrás dos dois não há nem Verdade nem o suprasumo da escrita. Pois é, afinal nem todos conseguem fazer parte de certo clube que tudo pode e em tudo influi.

Novo Livro - Filosofia e Sabedoria de Jesus




Como já salientei na abertura de meu livro editado e reeditado em quarta edição “Cristo Esse Desconhecido”, na década de 1960, Allan Watts, falando do Cristianismo, nos alertava, dizendo: “Nos primórdios de sua história, o Cristianismo Organizado ou a igreja repudiou a gnosis ou a experiência direta da Verdade e aceitou a pistis ou a fé, ou ainda somente admitiu a confiança absoluta em certas verdades reveladas sobre Deus.”
Este meu atual livro sobre Cristo, tratando da Filosofia e Sabedoria do Mestre, ou também esta revolução histórica da Doutrina de Cristo provará que a gnosis em Jesus tinha tanta importância quanto a fé. Para assimilar tudo isso, conta-se evidentemente com a boa vontade do leitor. Esta obra mostrará inclusive que a gnosis crística ou a Sabedoria de Jesus vem à frente da pistis ou da fé pura, daí o título do livro, “Filosofia e Sabedoria de Jesus”. Este trabalho mostrará inclusive que a fé, mais o autoconhecimento crísticos, não se conflitam entre si. Não é por nada que certos cristãos antigos, condenados pela Igreja em formação, nos deixaram escrito uma Pistisophia ou a Sabedoria da Fé, uma obra prima do gnosticismo cristão. Meu livro não é gnosticismo, e sim vai muito além.
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Neste trabalho fica mais do que evidente de que Jesus possuía também uma filosofia e uma sabedoria própria. Por exemplo:
1) A lógica de Cristo vai além da lógica convencional dos gregos antigos e acadêmicos de hoje. Ele próprio disse: “Se a vossa Justiça ou Entendimento Perfeito não exceder ou não ultrapassar a dos escribas e fariseus, não podereis entrar no reino da Verdade ou no Reino de Deus”.
2) Como estética crística, temos diversos versículos notáveis, tipo: Não é a vida mais do que o alimento e o corpo mais do que a roupa?...” "Olhai as aves do céu não semeiam nem plantam (e mesmo assim vivem em abundância)..." "Olhai os lírios dos campos não trabalham nem fiam, mas nem Salomão se vestiu como um deles”.
3) A moral ou ética de Jesus ultrapassa então toda e qualquer moral conhecida naquele tempo e antes dele. É só ler o Sermão da Montanha.
4) Em Política Jesus não estipulou o assentamento de uma organização social e política ideal, mas mesmo assim Ele foi político à sua maneira, dizendo, por exemplo: "[Sabei também que] a raiz de todos os males é o amor ao dinheiro, por causa do qual, [muitos] se afastam da fé, e a si mesmos se afligem com muitas dores". (Palavras autênticas de Jesus e não de Tiago, o Maior).
[E mais, Jesus também disse]: "Não penseis que vim trazer a paz ao mundo; não vim trazer a paz, mas a espada" [da Verdadeira Justiça, que, como já vos disse, é Discernimento, Sabedoria, Reta Compreensão e Reta Percepção. E é disso que carecem todos os homens, já que o mundo é uma verdadeira prisão ou é um campo de concentração]!...
5) Jesus também foi metafísico e epistemólogo, quando disse: “Conhecereis a Verdade e a Verdade vos fará livres”..., ou senão disse: “Deus-Pai quer que todos os homens venham ao conhecimento da Verdade”.
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Nesta obra, a própria Doutrina, Filosofia e Sabedoria de Jesus, expostas em palavras, é que vão provar a verdadeira existência do Mestre em seu tempo, e não aquilo que se inventou a respeito da vida do grande Galileu. E se a DOUTRINA, FILOSOFIA e SABEDORIA de JESUS CRISTO não provam a realidade do próprio Santo e Mestre, então elas atestam o extraordinário gênio de um eventual autor anônimo, que, bem no começo da era cristã, escreveu tal Doutrina, autor esse que não deixaria de ser também um Cristo a seu modo.
Jesus, o Mestre do Ocidente por excelência e Sábio da Galiléia, como modo de Libertação humana, como forma de purificação da Mente do Homem, preconizou tanto a Sabedoria como a Fé (ou simples crença). Sim, a verdadeira doutrina de Cristo é pistis (fé), mas é principalmente gnosis (ou Compreensão Perfeita, Autoconhecimento). Isso quando posto em prática pode resultar em Realização ou em Iluminação, que é o salto do Homem para o Infinito
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Muito amiúde Jesus empregava palavras tipo Justiça e Reino de Deus que poucos cristãos compreenderam, principalmente os teólogos.
Por exemplo, Justiça significa Reta Compreensão, Reto Entendimento, Sabedoria Perfeita e Perceber Impecável... De sua parte Reino de Deus significa Natureza Verdadeira, Éden, Autonatureza Incondicionada, Manifestação Divina e Autêntica de Deus Pai-Mãe. E nada tem a ver com o reino de Jeová a se implantar neste nosso falso mundo pretensamente físico, múltiplo e dualista, em verdade recriado pelo pensamento vulgar e pelo ego-pensamento, o inimigo do homem. Assim que como um pálido exemplo de admoestação e lógica crística, temos: “Buscai primeiro o Reino de Deus e sua justiça, e depois disso todas as coisas vos serão acrescentadas”. Estes dizeres são iguais ao aforismo grego e universal: “Homem, homem primeiro conhece-te a ti mesmo!”, [já que depois disso conhecerás adequadamente todas as coisas e principalmente a Deus].

LIVRO NOVO – Filosofia e Sabedoria de Jesus
Graças a Deus e graças ao Clube de Autores, finalmente consegui editar três livros meus, agora apresentados. Outros mais vem a seguir. A última vez que me editaram no estilo “papai-mamãe”, ou seja, uma forte e séria editora tomar interesse pelo teu trabalho e te publicar foi em 1986, Editora Record. . De lá para cá, fiquei a ver navios atracados no deserto ou contando moscas no ar. Em realidade, por minha conta e com meu dinheiro, editei mais quatro livros. Mas desta vez, para mim, foi um desastre completo, porque no Brasil, se não é uma editora a que te edita, com um selo respeitável e tudo o mais, as subsequentes distribuidoras e livrarias não colocam teu trabalho nem o vendem. Assim que mais da metade da minha iniciativa particular está amontoada na minha casa. Até suspeito que por causa dos livros “A Grande Conspiração Universal” e o “Apocalipse Desmascarado”, os donos do poder resolveram me atirar a um ostracismo completo, fazendo com que me ignorassem ou ninguém me desse caso.
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Mas mesmo assim, e nesse tempo de agonia, de 1985 para cá continuei escrevendo, e cheguei a acumular mais de 25 livros inéditos. Quantas tentativas inúteis e quantos ponta pés me obsequiaram.. Assim é, porque toda a mídia e grandes editoras estão nas mãos dos “não poucos da anti-humana raça”. Alguém dentre eles chegou a insinuar que se eu tinha tantas obras não publicadas, era porque elas simplesmente não prestavam. Esses terríveis deuses negros dos “Protocolos”, com mãos de ferro exercem um poder roubado. Quantas vezes me fizeram sentir vergonha de eu ser escritor. Escrevo desde 1965 e o primeiro trabalho desse tempo, a caro custo, só veio a ser editado em 1971, pela editora Civilização Brasileira.
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Meus livros têm todos os estilos. São importantes e agradáveis. São de interesse nacional e internacional. Deveriam constar em livrarias e bibliotecas do mundo inteiro. Mas, ironia das ironias, no Rio Grande do Sul e em Porto Alegre onde resido sequer sou considerado escritor gaucho. Parece que as grandes editoras do Brasil também não me consideram escritor brasileiro. É uma pouca vergonha o que os donos do poder corrompido fazem com certos escritores e pensadores do Brasil, iguais a mim.
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São quase 50 anos que venho escrevendo e “o tanto se me dá” das editoras continua prevalecendo. Com a Internet, a situação melhorou um pouco, mas também não foi lá aquela maravilha. Escrevo, publico mas não sou encontrado porque a Internet é um verdadeiro labirinto, onde a imagem conta mais do que o texto. Senhores Editores, vocês existem para, na medida do plausível e possível publicar obras brasileiras de mérito e não somente as que vêm de fora. Parem de endeusar um Dan Brown e de ofender e humilhar os não-Paulo Coelho da vida. Atrás dos dois não há nem Verdade nem o suprasumo da escrita. Pois é, afinal nem todos conseguem fazer parte de certo clube que tudo pode e em tudo influi.

NOVO LIVRO - Uma Revolução Quântica - Consciência ou Matéria

Certos cientistas acreditaram que somente a Neurologia, a Bioquímica cerebral e a Neurofisiologia encerram elementos do próprio conhecimento, capazes de fundamentar a Física Quântica Ondulatória. E também fortalecê-la como uma ciência definitiva e autêntica da objetividade cósmica, fundamentando inclusive, o que importa mais, a Mente-Consciência observadora do homem.
Acharam que o assim dito funcionamento do cérebro ajudaria a entender o que vem a ser o pensamento, o que é a Consciência em si, a Mente. Este conjunto ou “organon” no começo do século XX teriam ajudado os cientistas a descobrir os tesouros da física quântica. Entrementes, não parece que esses buscadores realmente encontraram aquilo que pretendiam.
A todo momento, os físicos quânticos apresentado na obra, indo muito além da matéria, além da mera objetividade pretensamente material, reconhecem a inseparabilidade entre o sujeito e o objeto, sabem da condição UNA primordial.
Ou seja, a Unicidade de tudo. Os mestres da física quântica enfatizam e louvam, como raramente podia se ver, a importância do pensamento cerebral, e inclusive da intenção humana, da observação ou do observador, e principalmente da Mente e da Consciência, e que espero sejam Verdadeiras, porque secundárias ou falsas mentes fisiológicas também existem.
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Em nenhum tomo, livro, alfarrábio de filosofia e teologia ocidental, de todos os tempos, pode-se encontrar alguma explicação realmente esclarecedora e definitivamente convincente sobre a Mente – e isso da parte dos filósofos e teólogos do mundo Ocidental – eles então tiveram que apelar para os cientistas modernos da ciência biológica e da neurofisiologia.
Valeram-se também de um notável e sapientíssimo teólogo que falou muito bem e falou de tudo, mas nada disse a respeito do Reto Conhecimento, do qual alguns físicos da quântica ondulatória também carecem, é lamentável dizê-lo.
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Nossos amigos biólogos e neurofisiologistas não levaram em conta que tudo o que chamamos de natureza organizada, de mundo organizado, de química orgânica e bioquímica, de fantásticas macromoléculas, peptídeos etc. etc., tudo isso era e é tão-somente obra ou fruto do Pensamento Primevo. Ou melhor dito, fruto de uma atividade pensante que não é igual à pretensa bioquímica cerebral trabalhando e informando. Tal atividade intrometida é primeva, transcende e escapa.
Nossos amigos se esqueceram, também e principalmente, da fantástica sabedoria dos taoístas, budistas, hinduístas, iogues, zenbudistas, lamaístas, xamãs, que têm muitas vivências e explicações boas, como também respostas para quase tudo. E esqueceram também das conquistas do espiritualismo ocidental moderno e das psicociências paranormais que com relação à mente mergulharam fundo, muito mais que um Freud, que desprezava o espiritualismo científico e a metapsíquica de seu tempo, coisa que Carl Jung, aliás, não fez. Foi mais atento e cuidadoso.
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Eles se esqueceram porque de fato é extremamente difícil entender essas ciências da Mente Verdadeira e do Espírito, com quase dez mil anos de idade, sem levar em conta os enfoques mais recentes, que a ciência acadêmica não considera.
Eles, preferiram apelar então para a biologia, bioquímica e neurofisiologia. Achando que elas ofereceriam uma resposta para os dilemas cognoscitivos e perceptuais da física quântica, e que acabaram não oferecendo.
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É lamentável dizê-lo, mas as colocações e “provas” da neurofisiologia apresentadas na obra se conflitam por completo com as colocações da física quântica ondulatória, malgrado uma personagem do filme (Quem Somos nós, número 1 e 2), por arte dos diretores e idealizadores do filme, se encaixe muito bem nos dois enfoques, aparentemente conflitantes, conciliando tudo com inteligência.
As ciências biológicas insistem em se basearem na pretensa matéria organizada – que nunca ninguém criou nem organizou. Nem o Deus bíblico fez isso, nem o Acaso deificado da ciência . Por causa do pensamento ladino e da sutil estruturação pensante-pensada (cérebro), tal pretensa matéria organizada se apresenta tal e qual como tais ciências acham que seja.
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As moléculas da química orgânica ou organizada e as macromoléculas da bioquímica ao se rearranjarem, por puro acaso, teriam originado as células cerebrais, os milagrosos genes, os hormônios, os peptídeos, as proteínas, os aminoácidos, glicídios, lipídios e muitas lorotas mais, as quais tudo parecem resolver, mas em verdade nada explicam.
A física quântico-ondulatória, em seus estudos extremados da objetividade natural, sem o querer, caiu em cheio numa subjetividade e objetividade especiais, que com razão chamou Consciência, Mente, Espírito, SER.
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Mas a biologia científica, a bioquímica e a neurofisiologia, ocupando um espaço que não lhes cabe, e que pertence ao Autoconhecimento epistemológico ou modo correto de conhecer, não ofereceram resposta alguma ao dilema do Reto Conhecimento e Saber Perfeito. Apenas apresentam suas complexíssimas estruturações e colocações, resultando em pretensas descobertas cerebrais que não nos levam a parte alguma. Contra isso, deve-se salientar e gritar que o objeto (proteínas) jamais pode conhecer o objeto ou o cérebro proteico.
Acredito que este livro, principalmente [mais nove inéditos meus, a espera de editor], oferece uma preciosa contribuição a esse intrigante tema da física quântica ondulatória em si, e também aos profundamente interessados pelas verdades dessa notável disciplina. Sinto e Sei que é exatamente assim. Portanto, espero que façam bom proveito...
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E mais, um bom cientista da física quântica declara: “No início só havia o vazio, transbordando com infinitas possibilidades, das quais você é uma...
Retruco eu, esta declaração pode ser tão-somente uma bela opinião, que é o que o homem mais sabe proferir.
Como alertava Platão, a maioria dos homens só sabe opinar ("doxa") e nada mais.
Em verdade, no início não havia vazio algum, porque sem o pensamento opinador em mim, nenhum vazio se levanta ou se me apresenta. Nenhum vazio acaba transformando-se em impressão-convicção. Tampouco nunca houve qualquer criação num pretenso começo.
Diriam alguns: Mas essa é uma heresia inconcebível!... Leitor amigo, tenha paciência, porque na obra essa outra alternativa se fundamenta. Portanto, achar que havia um vazio cheio de possibilidades, como as que a física quântico-ondulatória sugere, é muito bonito, mas pode não ser plausível e muito menos verdadeiro...
E Mais. O que está acontecendo, e por que estou aqui?...
Sem impor coisa alguma, pode-se sugerir que Aqui e Agora em nosso íntimo mais autêntico há um SER REAL sim, que simplesmente É. Ora, perguntas intelectuais e respostas opiniáticas não O afetam, não O alcançam, não O decifram nem O aprisionam.
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Mas de onde viemos? Ora, nunca existiu um vazio inicial nem um começo de nada, porque Aqui e Agora tudo se Manifesta e tudo se renova.
No verdadeiro AGORA nunca houve um Big-Bang inicial ou algo parecido, puramente casual. Muito menos, determinado deus totalmente humanizado, forjado por pretensos religiosos e sacerdotes, teria dito: “Faça-se isso!, Faça-se aquilo, lá adiante!”
Assim que a Sabedoria Perfeita alerta que nós não viemos de parte alguma. Sempre Somos e sempre Estamos no Centro Real, sem começo nem fim. O “onde” espacial do qual todos nós poderíamos ter vindo é uma ilusão, uma mentira. E o “como e quando temporais” dos quais teríamos surgido, teríamos evoluído darwinianamente e teríamos nos complicado, é outra mentira.
Mas frente a esse outro enfoque, o que faz a física quântica ondulatória ou a física das possibilidades? Tenta enfocar e entender melhor a natureza objetiva, cheia de mistérios, e talvez nunca criada. Em verdade a física quântico-ondulatória só lida com um vazio energético ou senão com subpartículas que antecederiam o átomo. Darwin, no caso, é um mero fator complicador que se levantou num mundo organizado, bem antes do aparecimento da física quântica.

LIVRO NOVO – Uma Revolução Quântica – Matéria ou Consciência?

Graças a Deus e graças ao Clube de Autores, finalmente consegui editar três livros meus, agora apresentados. Outros mais vem a seguir. A última vez que me editaram no estilo “papai-mamãe”, ou seja, uma forte e séria editora tomar interesse pelo teu trabalho e te publicar foi em 1986, Editora Record. . De lá para cá, fiquei a ver navios atracados no deserto ou contando moscas no ar. Em realidade, por minha conta e com meu dinheiro, editei mais quatro livros. Mas desta vez, para mim, foi um desastre completo, porque no Brasil, se não é uma editora a que te edita, com um selo respeitável e tudo o mais, as subsequentes distribuidoras e livrarias não colocam teu trabalho nem o vendem. Assim que mais da metade da minha iniciativa particular está amontoada na minha casa. Até suspeito que por causa dos livros “A Grande Conspiração Universal” e o “Apocalipse Desmascarado”, os donos do poder resolveram me atirar a um ostracismo completo, fazendo com que me ignorassem ou ninguém me desse caso.
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Mas mesmo assim, e nesse tempo de agonia, de 1985 para cá continuei escrevendo, e cheguei a acumular mais de 25 livros inéditos. Quantas tentativas inúteis e quantos ponta pés me obsequiaram.. Assim é, porque toda a mídia e grandes editoras estão nas mãos dos “não poucos da anti-humana raça”. Alguém dentre eles chegou a insinuar que se eu tinha tantas obras não publicadas, era porque elas simplesmente não prestavam. Esses terríveis deuses negros dos “Protocolos”, com mãos de ferro exercem um poder roubado. Quantas vezes me fizeram sentir vergonha de eu ser escritor. Escrevo desde 1965 e o primeiro trabalho desse tempo, a caro custo, só veio a ser editado em 1971, pela editora Civilização Brasileira.
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Meus livros têm todos os estilos. São importantes e agradáveis. São de interesse nacional e internacional. Deveriam constar em livrarias e bibliotecas do mundo inteiro. Mas, ironia das ironias, no Rio Grande do Sul e em Porto Alegre onde resido sequer sou considerado escritor gaucho. Parece que as grandes editoras do Brasil também não me consideram escritor brasileiro. É uma pouca vergonha o que os donos do poder corrompido fazem com certos escritores e pensadores do Brasil, iguais a mim.
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São quase 50 anos que venho escrevendo e “o tanto se me dá” das editoras continua prevalecendo. Com a Internet, a situação melhorou um pouco, mas também não foi lá aquela maravilha. Escrevo, publico mas não sou encontrado porque a Internet é um verdadeiro labirinto, onde a imagem conta mais do que o texto. Senhores Editores, vocês existem para, na medida do plausível e possível publicar obras brasileiras de mérito e não somente as que vêm de fora. Parem de endeusar um Dan Brown e de ofender e humilhar os não-Paulo Coelho da vida. Atrás dos dois não há nem Verdade nem o suprasumo da escrita. Pois é, afinal nem todos conseguem fazer parte de certo clube que tudo pode e em tudo influi.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Uma carta antiga do amigo general Moacir Uchoa




Muito Prezado amigo Ernesto Bono
Muitas felicidades para o prezado amigo e sua querida família neste 89. Sob as divinas armas de Cristo e Senhor.
Nos meus atuais 82 anos de idade, jamais cometi falta igual àquela em que me encontro em relação ao prezado amigo.
Eu a explica mas não a justifico. Sou um faltoso!...
É que sou um “campeão” na desorganização; não sou nada metódico e sou muito, muito desarrumado. Costumo dizer “pretenciosamente”, que só tenho arrumação e lógica inexorável naquilo que penso. Isto é, na ordem inexorável das minhas convicções filosóficas, científicas, todas bem arrumadas. E em consequência, minhas convicções religiosas e universalistas, e que coloco acima de qualquer dogma.
Sou super anticomunista e ferrenho anti-marxista. Basta dizer então que, em 1960, na Escola Superior de Guerra (ESG), num relatório que apresentei a um grupo de estudo, juntei Marx com Jesus Cristo.
Dos 35 minutos que tinha para expor, seguidos de 1h e 30m para o debate. Em minha exposição, presentes também estavam dois generais, sendo que um era o próprio comandante da Escola. E este me autorizou que prosseguisse falando. (Acho que eu estava sendo inspirado por um Instrutor Invisível). Finalmente acabou o debate. Falei 2 horas e 5 minutos. Fui aplaudido de pé e fiquei feito uma “vedete” emocionado. Até os generais sentiram-se incômodos em ficarem sentados, e também se levantaram e aplaudiram de pé!...
Meu Caro Ernesto Bono: Antes tarde do nunca, e com um atraso de anos e anos, na balbúrdia dos meus muitos e muitos livros que possuo, só hoje comecei a ler vorazmente o seu trabalho e fui dar-me conta da minha falta para com o amigo.
Sim li seu “É a Ciência uma Nova Religião” ou “Os Perigos dos Dogmas Científicos” com uma dedicatória tão expressiva, feita em 18/4//1983. Passaram-se mais de 5 anos... Mas, como o amigo já sabe, o tempo sendo tudo, na verdade, nada é perante certos valores superiores que o ser humano transmite. E então quero que o inteligente e “o espiritualmente realizado” amigo Ernesto Bono compreenda. Estes 5 anos se foram e estamos no momento presente (e só agora lhe envio) este meu clamoroso agradecimento pela sua dedicatória, e também pelo oferecimento de um livro seu, ou dessa sua magistral obra e que o amigo me presenteou em 18/4/l983...
Fico, pois, paradoxalmente em dia e espero que compreenda e aceite o fato naquele (outro) nível (atemporal) que poucos aceitam, mas que é verdadeiro.
Seu livro joga perfeitamente com tudo o que penso sobre tais assuntos; e chego a dizer que os dogmas científicos (“é a ciência uma religião?”) são mais perigosos que as religiões, pois estão calcados em raciocínios, em mente racional, e para todos os efeitos despertam grandes pretensões (de infalibilidade), ao passo que as religiões em geral são opiniões e crendices que só se ajustam à mediocridade humana. Tudo é pois bem explicável.
Meu caro Dr. Bono pretendo me reabilitar com as desculpas e explicações desta missiva, escrita pela mente e muito mais pelo coração, acrescentando ainda dois livros meu que estou enviando-lhe , os quais vão ser logo postados. Um é de poesias, já aceito pela editora e que será lançado na segunda quinzena de fevereiro de 1989. Aí o amigo encontrará um poema de mais de 700 versos intitulado “Busca”, em que falo firmemente dos assuntos do tema central do seu livro, relacionando-se também com outro livro meu escrito sobre o Cristo. (“Cristo para a Humanidade de Hoje). Este além de religioso é científico, social e político.
Entrementes, estamos ainda numa época de Inquisição, o suficiente para eu ser queimado vivo, dez vezes sucessivas, isto se as cinzas da primeira queima puderem ser necessariamente outra vez queimadas.
Em resumo então:
Tenho muitos livros e sou cosmicamente desorganizado e, apesar da carinhosa solicitude de minha esposa, coisas como essas (confusões) podem acontecer e aconteceram.
Felicito-o pelas palavras de sua obra, e que eu próprio, se tivesse podido, gostaria de ter escrito. De qualquer modo, em termos e veemências, agradeço.
Ainda pediria licença à bela inteligência e ampla cultura do amigo para aconselhar-lhe – se isso couber, se não estou já muito atrasado, dado o meu avanço em idade - a estudar, não superficialmente e com leituras esporádicas, mas com amor, persistência e profundidade, a TEOSOFIA, que. não obstante minha formação matemática, professor catedrático que fui (engenheiro civil) de Mecânica Racional de AMAN (Academia Militar de Agulhas Negras), venho estudando desde os meus 20 anos de idade, depois de, desde os 17 anos haver estudado o Espiritismo de Kardec. E do século passado ter estudado também os grandes cientistas da espíritualidade como William Kroocks, (este já do final do século dezenove), Charles Richet, Camille Flammarion, Cesare Lombroso, Paul Gibier, Oliver Lodge, John Cramferd, Ernesto Bozzano, e tantos outros do princípio do século XX... As idéias de todos esses também estão no meu referido poema “Busca”, e que o amigo lerá. (Digo eu, infelizmente não o li nem recebi tal livro).
Estou me estendendo em demasia, mas desejo ainda terminar dizendo que venho estudando a Teosofia há mais de 60 anos e com mais de 15 anos prévios de pesquisa científicas na área das materializações espirituais efetuadas o com ectoplasma dos médiuns e a inteligência e vontade de seres vindos de outros espaços, ou senão ainda impressões espirituais que ficaram registrados em moldes de cera.
E ultimamente, há bem mais de 20 anos venho, estudando os discos voadores, tendo testemunhado fatos verdadeiramente extraordinários, contatos imediatos do terceiro, quarto e quinto grau, ocorridos até com a troca de diálogos, fatos esses que se encontram registrados em meu livro “Mergulhos no Hiperespaço, livro que talvez o amigo já conheça.
Repito, deixe que a TEOSOFIA, transmitida inicialmente ao nosso mundo pela senhora Helena Petrovna Blavatsky, o influencie. Porque ela, em particular, agora está influenciando a nossa civilização ocidental graças a Mestres Excelsos de Sabedoria Eterna, que conversam com o Cristo Jesus, Senhor das alturas, ou senão graças também a uma Sabedoria que vem do Himalaya, de Shambala ou Terra Oca. Essas correspondem às maiores e melhores mensagens de conhecimento científico, filosófico, religioso-espiritual que o mundo tem recebido do “Altíssimo!”.
Ainda acrescento que o seu livro “É a Ciência uma Nova Religião?” ou “Os Perigos do Dogma Científico supera a essência das Divinas Mensagens da Fraternidade Branca, que até nós chegam, e que também estão aí pela mediação dos Mestres Morya e Kut Humi.
Meus parabéns honrosos, minhas desculpas pela demora da resposta, meus gradecimentos, minha profunda admiração e amizade.
Sempre do seu amigo admirador
GENERAL MOACIR UCHOA.
Brasilia 8 de janeiro de 1989.