sábado, 20 de agosto de 2011

O DESAPARECIMENTO DE NOSSOS FILHOS


Este livro é praticamente uma Autobiografia minha. Aqui eu conto como a minha aventura espiritual e literária começou. Como ao longo do tempo fui-me flagrando de todas as mentiras clamorosas que o mundo organizado insiste em impingir a seus filhos ou aos homens.
Fala a respeito da milagrosa cura de minha própria mãe, condenada a uma morte dolorosa e imediata por causa de um pretenso câncer gástrico gravíssimo, diagnosticado cinco vezes. Depois de tal portentosa cura, minha genitora pôde viver ainda ao longo de mais 24 anos. Foi por causa desse fato que eu me tornei um crítico extremado das pretensas verdades religiosas, científicas e, posteriormente, das verdades médicas.
Neste livro volto a falar do intrigante falecimento da filha que Deus me deu, e de tudo o que aconteceu antes, durante e depois do tal lamentável evento.
E esse antes-durante-e-depois, mesmo que se constitua na própria prisão temporal, indica que além de um simples falecimento ou transferência de seja lá quem for, algo mais acontece a esse ou continua acontecendo. Aqui e outra vez é enfatizada a possibilidade de que a morte é uma infâmia, é uma trapaça,
Aqui escrevo também sobre a enorme quantidade de crianças e jovens que desaparecem ou tomam chá de sumiço. Ou senão da grande quantidade de jovens que são atropelados, são mortos, assassinados, ou são intoxicados com drogas fortes e letais, são envenenados por certas bebidas e por programas de TV.

Também enfatizo que possivelmente nunca houve uma criação do mundo, no espaço e no tempo. No lugar disso, há, quando muito, uma Manifestação Primordial que resulta numa Autonatureza. Mas apesar de Aqui e Agora o Homem já existir, desde o começo temporal, ele é confuso e enganado pela sua memória-raciocínio-imaginação (ou pensamento). O homem comum se refaz a si mesmo, como uma pessoa à parte, como um falso ente ego-pensante, refaz-se como corpo denso, como corpo humano, como meio que o cerca e como mundo pensado. Como se não bastasse, nessa recriação toda quase humana, nesse terrível faz-de-conta intrometem-se também sombras terríveis que matam e raptam nossos filhos e filhas.
Entrementes, sem o ego mal pensante, não haveria coisas e meio pensado, supostamente separado do sujeito, e também nenhum mal depois aconteceria. Como em verdade eu disse, existe somente uma Autonatureza que pensamento algum consegue abocanhar e deturpar.
Amigo, apercebe-te, sem este nosso mundo pensado ou objeto não há ego e sem ego não há meio pensado ou mundo reconstruído.
E se o doloroso faz-de-conta prevalece é porque este ego é sempre quem mal pensa, quem inventa histórias e inclusive é quem as explica, quem discorre a respeito delas, provando absurdos e mentiras.


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