terça-feira, 24 de agosto de 2010

Novo Livro - Será que a Ciência nos Engana? - (Ciência, a Nova Religião - Primeira parte)



Numa profunda revisão que efetuei em busca da verdade científica, deparei-me com a mentira oficial e oficializada. Tal mentira é decorrente ao fato de que ninguém sabe o que vem a ser “pensar e conhecer”. Ninguém foi capaz de surpreender em si mesmo as origens do pensamento, sem a intromissão do raciocínio estúpido e enganador. Pouca gente faz uso do autoconhecimento e da intuição profunda. Se as duas atitudes mentais fossem postas em práticas, facilmente se descobriria que em todos nós existem faculdades psíquicas válidas (normalmente intemporais) e faculdades psíquicas não-válidas (ou sempre temporais).
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Meramente usar o pensamento é igual a forjar o tempo físico e psíquico. Bom mesmo é Saber-Sentir, Entender, Intuir, Dar-se Conta, e nada disso se iguala ao pensar – Tempo é pensar, mal pensar é tempo. A dor, o medo, a impressão-convicção de pessoa separada do resto, a tirania da morte acrescentada, essas são as molas mestras da agonia e da especulação humana ou raciocínio. Ou se Sente e se Sabe a Verdade mais pura, ou senão se a pensa e se acredita poder conhecê-la feito um objeto, feito um pretenso ele à parte, feita um falso deus-personificado.
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Mal pensar ou mal conhecer é igual a bifurcar a Verdade em duas ou mais mentiras que se superpõem aos fatos reais. E mais ainda, a Vida Real nunca começou nem terminará; simplesmente fulgura Aqui e Agora. Nosso viver cotidiano é vida reconstruída ou temporal, é só memória-raciocínio-imaginação, No homem de antigamente prevalecia um Monismo natural (não pluralidade) não afetado. Ficar cônscio ou consciente de alguém ou de alguma coisa é igual a recriar descuidadamente a pessoa pensante e a coisa pensada, ou a pluralidade. Sim, porque a imposição e a supremacia do dualismo perceptual e cultural se devem aos maus sacerdotes e às religiões organizadas de todos os tempos. Nem todos vêem a Realidade (mundo, vida etc.) da mesma maneira, porque o senso comum é uma imposição ladina que começa na infância. A lógica vulgar cria a ciências, mas a lógica extremada e autofágica exclue o falso e burila o que há de verdadeiro na ciência.
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O ego pretensamente observador, especulador e experimentador do cientista se diminui ou se anula diante dos pretensos fenômenos externos. Certos homens antigos Sabiam bastante a respeito de Deus e da Alma; outros, porém, já exacerbando o seu mal pensar, inventaram bonecos de adoração e fantasmagorias anímicas, boas para impressionar e escravizar. A visão pluralista do Ocidente e a visão não-dualista do Oriente. A Grande Alma (ou Consciência) é “EU SOU O QUE SOU” e é a base de tudo. A supremacia das religiões foi devida às ambições do ego. No mundo organizado abundam os adulteradores da Mensagem Eterna. As antigas escolas esotéricas de conhecimento eram totalmente diferentes da lógica-razão científica. A magia e a ciência dos antigos, construtoras de portentos inexplicáveis simplesmente deixou obras mas não explicações. E isso porque sempre houve diferenças entre especulação filosófico-científica e técnica antiga ou o artesanato.
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Este livro é uma ampliação, reformulação e atualização de um trabalho antigo, mas sempre oportuno, agora desdobrado em quatro volumes. O primeiro tomo intitulei: “Será que Ciência nos Engana?” Em verdade, o autor agora não mais pergunta se a ciência é uma nova religião. Agora ele afirma que ela é sim uma nova religião, infelizmente.
Sim, a Ciência é a nova religião da atualidade que, ao invés de igrejas, está apoiada em infinitos laboratórios particulares ou do governo, em organizações comerciais e industriais, os quais garantem a sua permanência e subsistência.
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A Ciência Moderna nunca teve nem tem as virtudes e a impecabilidade que alguns dizem ter. Suas descobertas e leis nada têm de universal e de natural. Infelizmente são somente engendramentos humanos relacionados a um modo de pensar e de agir ardilosos e que resultam em provas aparentes.
Os frutos da ciência, que saltam fora de deduções capciosas, de induções, de intenções e decisões, e principalmente da execução do ato intencional, tentam (e conseguem) impingir no homem um modelo artificial de vida, de mundo e de universo. Estes modelos artificiais ou formas pensadas e discursadas em verdade só poluem a verdadeira natureza ou Autonatureza
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A verdadeira vida Aqui e Agora manifesta-se por meio de uma Geração Incondicionada. O homem mal pensante (cientista etc.) acrescenta a tal Manifestação a sua Geração Condicionada ou Dependente, os seus faz-de-conta convincentes, os quais, ao se confundirem com o REAL, resultam em laços, dor, decadência, morte e carma.
Lamentavelmente, o raciocínio humano, muito utilizado em ciência e que nada tem a ver com o bom pensar ou Verdadeira Sabedoria, é só ignorância (ou avidya, como diriam os orientais), e boa parte das "descobertas científicas" são só Maya, aparência ou ilusão, como também alertam os Mestres. .
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Como nunca houve uma criação nem da parte do deus persona nem da parte do deus acaso da ciência, mas sim tudo se Manifesta Aqui e Agora, então tudo há para Vivenciar (Sentir-Saber-Intuir), mas nada existe para descobrir, para trazer à tona, como se fosse algo real e separado da pessoa observadora e pensante. No lugar de descobrir, o cientista apenas engendra, extrojeta, superpõe e consubstancia suas próprias forjações mentais. Por conseguinte, na ciência moderna, tudo se engendra, tudo se forja e tudo se sobrepõe a algo mais autêntico.

LIVRO NOVO – Será que a Ciência nos Engana?

Graças a Deus e graças ao Clube de Autores, finalmente consegui editar três livros meus, agora apresentados. Outros mais vem a seguir. A última vez que me editaram no estilo “papai-mamãe”, ou seja, uma forte e séria editora tomar interesse pelo teu trabalho e te publicar foi em 1986, Editora Record. . De lá para cá, fiquei a ver navios atracados no deserto ou contando moscas no ar. Em realidade, por minha conta e com meu dinheiro, editei mais quatro livros. Mas desta vez, para mim, foi um desastre completo, porque no Brasil, se não é uma editora a que te edita, com um selo respeitável e tudo o mais, as subsequentes distribuidoras e livrarias não colocam teu trabalho nem o vendem. Assim que mais da metade da minha iniciativa particular está amontoada na minha casa. Até suspeito que por causa dos livros “A Grande Conspiração Universal” e o “Apocalipse Desmascarado”, os donos do poder resolveram me atirar a um ostracismo completo, fazendo com que me ignorassem ou ninguém me desse caso.
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Mas mesmo assim, e nesse tempo de agonia, de 1985 para cá continuei escrevendo, e cheguei a acumular mais de 25 livros inéditos. Quantas tentativas inúteis e quantos ponta pés me obsequiaram.. Assim é, porque toda a mídia e grandes editoras estão nas mãos dos “não poucos da anti-humana raça”. Alguém dentre eles chegou a insinuar que se eu tinha tantas obras não publicadas, era porque elas simplesmente não prestavam. Esses terríveis deuses negros dos “Protocolos”, com mãos de ferro exercem um poder roubado. Quantas vezes me fizeram sentir vergonha de eu ser escritor. Escrevo desde 1965 e o primeiro trabalho desse tempo, a caro custo, só veio a ser editado em 1971, pela editora Civilização Brasileira.
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Meus livros têm todos os estilos. São importantes e agradáveis. São de interesse nacional e internacional. Deveriam constar em livrarias e bibliotecas do mundo inteiro. Mas, ironia das ironias, no Rio Grande do Sul e em Porto Alegre onde resido sequer sou considerado escritor gaucho. Parece que as grandes editoras do Brasil também não me consideram escritor brasileiro. É uma pouca vergonha o que os donos do poder corrompido fazem com certos escritores e pensadores do Brasil, iguais a mim.
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São quase 50 anos que venho escrevendo e “o tanto se me dá” das editoras continua prevalecendo. Com a Internet, a situação melhorou um pouco, mas também não foi lá aquela maravilha. Escrevo, publico mas não sou encontrado porque a Internet é um verdadeiro labirinto, onde a imagem conta mais do que o texto. Senhores Editores, vocês existem para, na medida do plausível e possível publicar obras brasileiras de mérito e não somente as que vêm de fora. Parem de endeusar um Dan Brown e de ofender e humilhar os não-Paulo Coelho da vida. Atrás dos dois não há nem Verdade nem o suprasumo da escrita. Pois é, afinal nem todos conseguem fazer parte de certo clube que tudo pode e em tudo influi.

3 comentários:

  1. Os tais "protocolos"são uma falsificação que nenhum historiador ou pensador sério dá crédito.Vejam links que mostram claramente isso:
    http://www.ushmm.org/wlc/ptbr/article.php?ModuleId=10007244

    http://ceticismo.net/ceticismo/os-protocolos-dos-sabios-de-siao/

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  2. Caro Ernesto,

    Sua obra me impressiona. Li somente a sinopse de alguns livros,mas hoje mesmo vou adquirir o de física quântica. O que o Sr. escreve, para mim, é a verdadeira ciência, (o que eu considero como ciência), muito mais ampla e questionadora que a dita "oficial". Fiquei muito emocionada com o seu relato sobre a dificuldade de publicar e vender seus livros. Pode ter certeza que muitos não querem que seus estudos sejam divulgados, pois são muito bem embasados e capazes que causar uma verdadeira quebra de paradigmas. Ademais, toda esta conspiração causa um bloqueio intelectual em massa. Infelizmente é praticamente impossível para muitas pessoas, compreenderem concepções como universo uno, inexistencia da matéria sem a interferência da consciência etc. Precisa ter a mente muito aberta para aceitar e tentar compreender o tema. Acredito que muitas pessoas nem compreendam as coisas que o Sr. escreve, o que é muito triste, mas é uma realidade.Tenho muitos amigos que se interessam pelo assunto, mas não o conheciam, vou apresentá-lo, ou melhor, o seu blog. O Sr. é uma raridade. De alguma forma, parece mesmo que os veículos de pesquisa na internet o boicotam. É dificil acha-lo e mesmo com um acervo tão rico sobre diversos temas, tens poucos seguidores no blog. Vamos crer na mudança desta realidade imposta!

    Com respeito e admiração

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  3. Estamos em 2017 e só recentemente "DESCOBRI" o Ernesto Bono, graças à Internet. Realmente, já tinha entendido como funciona o filtro editorial para Autores "off-Broadway".
    Como a Matrix do cientificismo atualmente se fragmenta em cacos, já podemos antever o vislumbre da verdadeira Ciência e o despertar de uma civilização mais atenta e exploradora. Parabéns Ernesto Bono !!!!!

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